“Abuso” Policial

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Abuso Policial


Olá amigos, vou relatar um fato de nossas vidas e espero que gostem, meu nome é Mauro e o de minha esposa é Marta (fictícios) e temos ambos 35 anos e somos casados há 10 anos e ainda não temos filhos.

Como a maioria dos casais que não envelhecem com o casamento, também temos fantasias e sempre falamos sobre elas durante nossas transas, e como as situações que inventávamos eram cada vez mais excitantes chegou a um ponto em que sentimos necessidade de realizar pelo menos as mais simples.

Como moramos em uma pequena cidade serrana do rio, concordamos que não poderíamos nos expor e decidimos tentar a sorte fora da nossa comunidade, e assim achamos melhor explorar as varias cidadezinhas e vilarejos espalhados pela serra onde vivem na maioria pessoas simples e que tem pouco contato com nossa cidade.

Depois de uma via-sacra durante o dia pela região serrana, ficamos sabendo de vários eventos rústicos que as pessoas do lugar promovem como, bailes comemorativos e na sua maioria o envolvente forró pé de serra ou como muitos conhecem, o rala coxa risos.

E então foi acordado que iríamos em um final de semana visitar um desses forrós onde Marta dançaria com alguns peões do local tentando deixa-los excitados e assim poderíamos avaliar também a nossa aceitação da idéia principal que era eu dividi-la com outro macho.


A escolha do local e do tipo de homem foi de Marta já que minha esposa tem verdadeira tara por machos rústicos e de pouca instrução, e apesar dela ser um tesão e ser bonita fica completamente no cio quando fantasia estar sendo possuída por um peão bronco sem muita cultura, mas que seja bastante viril e de pau grande, segundo ela nesse caso a beleza pelo menos facial não é tão importante desde que ele não seja desdentado ou muito feio risos.

E enfim chegou o grande final de semana, estávamos apesar de muito excitados também receosos pela desconhecida aventura em que entraríamos, mas o tesão nos dominava e assim entramos no carro e tomamos o caminho para a serra já anoitecendo.

Depois de passarmos pela periferia da nossa cidade alcançamos uma estrada vicinal de chão de terra sem nenhuma iluminação a qual nos levaria por vários quilômetros em direção a serra.

Fomos combinando todos os detalhes sobre nossa aventura e acima de tudo sobre nossa segurança durante a tão esperada fantasia nos sentindo ainda muito excitados e temerosos ao mesmo tempo.

Marta estava vestindo uma saia preta de um tecido leve e fino que apesar de ser bem solta era também bem curta, pude perceber que o tecido escorregava pelas suas coxas acima deixando a mostra um pedaço de sua pequena tanga branca entre as pernas levemente abertas, e usava também uma blusa branca com botões de tecido normal com um sutien da mesma cor completamente transparente deixando seus seios grandes bem soltos debaixo da roupa.

Eu estava apenas de jeans e camisa e a noite estava com a temperatura agradável, perguntei a Marta se ela não sentiria frio com aquela roupa porque no alto da serra a temperatura é sempre mais baixa, e ela excitada e querendo me provocar respondeu

-Se eu ficar com frio acho que vai ter muito macho lá pra me abraçar e me dar daquele conhaque forte que eles bebem não acha meu amor?

Disse isso rindo com olhar provocante querendo ver minha reação, em resposta eu apenas coloquei minha mão entre suas pernas e massageei sua buceta deixando-a rapidamente molhada e emendei:

-Claro meu tesão, com certeza vai haver muitos homens querendo esquentar uma mulher gostosa como você, mas enquanto não chegamos minha mão vai deixá-la quente pra eles.

E então continuei bolinando minha esposinha tesuda fazendo-a rebolar com meus toques fazendo-a imaginar como seriam os machos que dançariam com ela naquela noite.

Tínhamos percorrido alguns quilômetros pela estrada de terra sem encontrar ninguém quando avistamos luzes coloridas um pouco à frente, diminui a velocidade do carro e notei ser uma viatura policial e rapidamente me questionei o que faria naquele lugar uma viatura.

No mesmo instante me lembrei que muitos indivíduos que praticam delitos em nossa cidade e na região, se evadem por essa estrada de terra já que esse caminho pela serra leva a um estado vizinho do nosso, e que a noite é a hora preferida dos marginais para trafegarem nessa estrada.

Já em baixa velocidade acendi a luz interna do carro para que eles nos vissem e passássemos sem problemas, mas com um sinal característico um dos policiais me indicou que estacionasse o veiculo na frente da viatura.

Achando ser apenas uma averiguação de documentos, tirei os papeis e entreguei ao policial parado do lado de fora de minha porta e esperei.

Enquanto aguardava a verificação do documento, notei que outro policial bateu com a lanterna no vidro da porta onde estava minha esposa e fez sinal para que ela o abrisse, em seguida perguntou a ela de onde vínhamos e ela respondeu, mesmo estando a luz interna do nosso carro acesa, ele acendeu a lanterna e iluminou o rosto de Marta que foi forçada a fechar os olhos devido a claridade, depois lentamente percorreu seu corpo com o facho de luz que parou justamente entre as coxas de minha esposa onde ainda com a saia desalinhada via-se claramente sua pequena tanga e um pouquinho dos lábios carnudos inchados devido a minha massagem a poucos instantes.

Marta vendo a curiosidade do policial na sua buceta, alinhou-se rapidamente segurando a saia na altura dos joelhos para que não subisse novamente.


O mesmo policial da lanterna iluminou o rosto da minha esposa novamente e com um tom um pouco ríspido disse a ela:

-Senhora, saia do veiculo e vá ate na frente da viatura.

Achei aquilo um pouco inusitado e perguntei ao policial do meu lado o que estava acontecendo e ele me respondeu dizendo:

-Calma senhor, é só uma averiguação de rotina, e por favor apague os faróis e a luz interna do carro e também saia do veiculo.

Um pouco confuso eu obedeci e fiquei ao lado do meu carro com as mãos sobre o teto como fui orientado em seguida, nesse momento notei que havia ali três policiais e a viatura era uma camionete blazer com o giroflex aceso e com a claridade das luzes coloridas pude notar na aparência de cada um deles.

O que tinha me mandado sair do veiculo e que continuava do meu lado era negro e alto, bem forte e com uma barriga um pouco protuberante, o outro que estava com minha mulher entre nosso carro e a viatura era bem mais baixo apesar de ter um físico forte e atarracado e tinha traços faciais descendente de nordestinos, o terceiro era também alto como o primeiro, branco de cabelos pretos mais magro que os outros dois.

Para facilitar a descrição durante o relato, vou chamar o negro alto e gordo de (gordo), o baixo com traços nordestinos vou chamar de (baixo) e o terceiro chamarei de (alto).


E seguindo os fatos eu estava calado esperando o que aconteceria quando o baixo fez um sinal para o magro que estava ao lado da porta da viatura e este apagou as luzes que giravam em cima do veiculo, fiquei mais confuso ainda e quando o baixo mandou minha esposa colocar as mãos na traseira do nosso carro para revista-la, decidi interromper dizendo:

-Policial, essa revista na minha esposa não deveria ser feita por uma policial feminina?.

E ele me olhando com olhos intimidadores, rispidamente respondeu:

-Ora cidadão, por acaso esta vendo aqui alguma policial feminina? E é justamente por isso que muitos bandidos fazem suas mulheres levarem coisas ilegais como drogas para que nos não possamos achar, portanto

eu vou sim revistar essa mulher e se o senhor nos der trabalho terei que coloca-lo algemado dentro da viatura enquanto faço meu trabalho.

Senti-me humilhado e olhei pra minha esposa que com seu olhar constrangido me fez um sinal para ficar calmo e ver o aconteceria.

Nisso o mesmo policial que acabara de falar comigo daquele jeito, ainda em pé atrás de minha esposa perguntou a ela:

-O que a senhora é desse cidadão?

Marta com a voz baixa e tímida apenas respondeu:

-Sou esposa dele.

E ele continuou com as perguntas dizendo:

-Olhe pra mim e me diz o nome da senhora.

Minha esposa ali com as mãos na traseira do nosso carro e com as pernas abertas, virou o rosto pra trás e olhando no rosto do policial respondeu com timidez:

-Meu nome é Marta e do meu marido é Mauro.

E ele ainda olhando no rosto de minha esposa com um tom ríspido disse que meu nome ele não tinha perguntado, e depois com um olhar sacana e um tom de voz claramente safado ele forçando uma intimidade continuou dizendo:

-Olha Marta, eu vou ter que te revistar toda pra ver se você não esta escondendo nada da policia, mas fique calma porque eu não vou tirar nenhum pedaço de você ta bem?

Minha esposa ficou calada e ele insistiu na pergunta:

-E então Marta, tudo bem se eu te revistar?

O filho da mãe dizia o nome de minha mulher de uma forma que parecia ser intimo dela, eu não sabia se isso era para tranqüilizá-la ou para me provocar, mas já sabendo das verdadeiras intenções daqueles homens e eu sem nada poder fazer, ouvi minha esposa respondendo temerosa:

-Esta tudo bem policial.


E meus olhos já acostumados com a escuridão e com ajuda da luz da lua e de duas lanternas apontadas para o chão, vi aquele homem com cara de nordestino e olhos de tarado quase encoxando minha esposa e enfiando os dedos entre os cabelos de Marta acariciando sua nuca a procura de algo que ele sabia que não existia.

Os outros dois olhavam com sorrisos safados no canto da boca ansiosos pelo decorrer dos fatos, enquanto isso o baixo continuava sua revista na minha mulher devagar e prazerosamente.

Depois dos cabelos deslizou suavemente as mãos pelo pescoço de Marta, depois o queixo e tocou sua boca com o dedo indicador e esfregando devagar seus lábios, espalhou o batom recentemente colocado ao redor da boca da minha esposa.

Com as mãos nos ombros dela o safado percorreu os braços devagar ate chegar nos punhos sendo assim obrigado a pressionar seu corpo contra o de minha amada dando uma total encoxada na bunda grande e macia de Marta.

O safado continuava encaixado na bunda de minha mulher e segurando seus punhos quando disse:

-Bem Marta, ate aqui você continua limpa, agora vamos ver pra baixo como esta.

Com ciúmes tentei me mexer mais senti um cassetete nas costas como sinal pra que eu ficasse quieto, e impotente me consolei nos olhos de minha mulher que continuavam perdidos na escuridão sem demonstrar nenhuma aceitação.

Quase me mexi novamente quando o tarado desceu as mãos e ainda encoxando minha esposa envolveu com todos os dedos os seios apetitosos de Marta, ali ele apertou balançou e subindo com as mãos de cima para baixo segurou-os com força e apertou e massageou os mamilos demoradamente por cima da roupa.

Nesse momento meu mundo quase desabou, porque quando o safado do policial fez isso, o olhar de minha esposa antes firme e perdido no nada, mudou completamente.

Vi Marta deixar cair as pálpebras num claro sinal de excitação, num relance lembrei-me que antes daquilo tudo que estava acontecendo, estava justamente indo a um lugar onde ela estaria encaixada entre as pernas de outros homens dançando forró, e que eu tinha massageado sua buceta no carro pra que ela ficasse bem tesuda pra isso, por isso ela começava a se excitar com facilidade agora nas mãos daquele policial apesar das circunstancias.


Deduzi que se aquele sacana continuasse a bolinar minha esposa por muito mais tempo ela se derreteria toda na mão dele e abriria precedente para os outros dois já que ser abusada por homens fardados fazia parte das suas fantasias ,mas nunca achamos que aconteceria.

Então me dei conta de que a fantasia tinha nos pegado, nos que tomamos tantos cuidado principalmente na segurança da realização da primeira fantasia, quando estávamos a caminho de realizar fomos surpreendidos por uma outra aventura que nunca pensamos ser capaz, e agora minha mulher começava não resistir ao ataque da fantasia que o destino nos preparou.

E pensando em tudo isso voltei a mim e me surpreendi com minha própria excitação e senti meu cacete começando endurecer e decidi assistir aquele abuso policial como se fosse uma aventura sexual programada por nos.

E voltei a assistir o policial bolinando Marta agora com outros olhos enquanto ele alisava sua barriga subia e descia as mãos e apertava e massageava os seios dela descaradamente, então ele olhou pra mim e sorriu cinicamente e eu devolvi o sorriso agora de concordância, mesmo com cara de admirado o nordestino sentiu-se mais a vontade e apertando os seios de minha mulher disse ao gordo que estava do meu lado:

-Olha, eu acho que a Marta esta escondendo alguma coisa aqui parceiro, eu nunca vi mulher casada ter os peitos grandes e duros desse jeito,por isso Marta eu terei que ver mais de perto.

E dizendo isso pegou minha mulher pelo braço e a virou de frente pra ele e encostou-a no nosso carro e disse:

-E melhor você abrir e mostrar o que tem ai pra nos, ou eu mesmo terei que fazer, o que você prefere Marta?

Marta estava excitada mas ainda um pouco encabulada pela situação e então olhou pra mim e me viu sorrir safadamente, e ela vendo que eu estava gostando da situação assumiu seu lado puta desentendida como ela mesma diz e respondeu ao policial:

-Eu não tenho nada aqui seu guarda quer dizer, tudo o que eu tenho aqui é meu mesmo, mas se o senhor não acredita pode ver, o senhor é policial e eu tenho que obedecer.

Ela disse isso com um sorrisinho de puta no canto da boca deixando claro que ela tinha entrado no jogo e que estava adorando ser revistada daquele jeito.

O baixo nordestino olhou pra mim um pouco surpreso e vendo minha expressão que dizia vai fundo cara parou com as cerimônias e ansioso abriu todos os botões da blusa de minha esposa e exibiu os belos seios de Marta para todos verem.

O sutien transparente deixava a mostra os peitoes com marcas pequenas do biquíni e os mamilos completamente duros e arrepiados devido à massagem que recebera do policial a sua frente.Não agüentando aquela visão o policial nordestino apertou novamente os dois mamilos ao mesmo tempo arrancando um ui sensual de Marta.

Então o policial fingindo ainda estar trabalhando disse:

-Bem Marta, mesmo sendo tudo transparente, tenho que ver mais de perto se você não esta escondendo nada nesses peitoes afinal esse é meu trabalho.

Disse isso rindo e Marta totalmente dentro do jogo daqueles homens e sem ao menos se importar comigo respondeu com a cara mais deslavada e vulgar do mundo:

-Claro seu guarda, eu sou uma boa cidadã e quero colaborar totalmente com a policia e vou fazer tudo o que vocês mandarem.

Nos quatro estávamos de pau duro vendo aqueles peitoes e a atitude vulgar da minha mulher, e então o nordestino enfiou as mãos entre os peitos de Marta e com força rasgou seu sutien ao meio, e se eu conheço bem minha esposa ela deve ter adorado esse gesto bruto e violento do guarda.

Logo seus peitos estavam completamente nus para nosso ...


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