A ajuda - parte 1

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Olá galera, aqui é a Isadora para mais um conto. Na verdade hoje são dois em um, mais curtos e com os mesmos personagens. Ou quase isso. O principal é o Fabio, um cara que eu conheci numa das festas na casa de amigos que já fui e que hoje, infelizmente não tenho ido mais.
Um dia, numa dessas festas o Fábio veio conversar comigo e disse que tinha algo que poderia render material para eu escrever, e me contou duas rápidas histórias que aconteceram com ele e que tem participação do Erick, aquele mesmo que já apareceu em vários contos por aqui. Segue o que ele me contou.

Amanda

Conheci a Amanda pois ela morava perto de mim. Sua família possuía um comércio e eu sempre aparecia por lá. No começo eu via apenas o pai e a mãe dela, atendendo, porém um dia o pai dela a chamou pois o movimento estava grande. Quando ela entrou, não teve como não notar. Morena, coxas e bumbum grandão, seios de pequenos para médios, mais pequenos que médios. Ela era daquelas gordinhas que não tem barriga, sabe. O rosto era lindo.
Conversamos um pouco, mas não passou disso. Porém, depois de ver ela umas 3 ou 4 vezes por lá, resolvi procurá-la em redes sociais e encontrei. Logo nosso papo melhorou e avançou muito. Um dia, num fim de semana, ela mandou uma mensagem a tarde perguntando o que eu faria a noite. Quando disse que nada, ela me convidou para ir na casa dela. Cheguei lá e ela estava sozinha. Me contou que os pais costumavam sair no sábado a noite e ela ficava sozinha. Confesso que eu tava empolgado.
Conversamos bastante, assistimos um filme e ficamos. O beijo dela era excelente e digo com a maior sinceridade possível que ela dominou a situação. Me agarrou de um jeito incrível. Como não sou um cara considerado “bonito” e não tenho papo para conquistar mulheres, aquilo que estava acontecendo era muito raro e eu estava super excitado. Porém, quando comecei a avançar mais, ela me cortou. Disse que queria ir devagar. Aceitei e ficamos apenas nos beijos.
Continuamos nos vendo durante a semana e, no fim de semana seguinte ela me pediu para ir lá novamente. No meio do filme começamos a nos agarrar, e, antes que eu me preparasse, ela colocou a mão dentro da minha calça, se abaixou e começou a chupar. Aquilo me levou para a lua. Ela sabia muito bem fazer aquilo.
Como ela era gordinha e eu magro, a posição que melhor funcionaria seria eu por cima, de lado ou ela de 4, e assim ela quis. Como estávamos no sofá, e ela queria transar ali, ela ficou de joelho no assento e apoiou os braços no encosto. Fui por trás, abaixei a calça e a calcinha dela e dei muitos beijos e lambidas naquele bumbum grande e bonito.
Quando fui me abaixar para pegar a camisinha, ela olhou para trás e disse: nem

pense nisso, não quero nada que atrapalhe para eu te sentir. Isso me deixou mais doido ainda e fui com tudo. Logo que penetrei, o tesão explodiu em mim. Colocando e tirando bem devagar, sentia toda a vagina dela e nem acreditava que estava transando depois de alguns anos de seca. Sim, anos sem transar.
Estava ótimo, até que (e com razão), ela pediu para eu fazer mais forte e mais rápido. Respirei fundo e comecei a fazer com mais força e mais rápido, mas o que eu temia aconteceu. Depois de eu meter umas 5 ou 6 vezes forte e rápido, fazendo com que ela desse um leve gemido, senti o climax chegando muito rapidamente e gozei.
A frustração dela era evidente, mas para não me chatear, ela disse que não tinha problema, que foi bom. Tentei agradá-la de outra forma, mas ela não quis, pois gostava de gozar apenas com penetração, nada de masturbação e nem oral até o fim, só em preliminares.
Continuamos nos falando e ficando de vez em quando. Mas vi que ela diminuiu um pouco o papo comigo. Cerca de três semanas depois da primeira vez, novamente fui na casa dela e rolou os amassos. Para ver se algo mudava, dessa vez fomos para a cama dela e, no papai e mamãe tentei fazer melhor. Até durou um pouco a mais, mas gozei rápido demais e ela não. Mais uma vez ela foi compreensiva, mas passou um tempo quieta naquela noite.
Na semana seguinte, a mesma coisa, porém, com ela por cima o sexo chegou a durar alguns minutos a mais e ela deu algumas gemidas, porém, ao sentar com mais força e mais rapidez, explodi dentro dela, mesmo me segurando muito e pensando em outras coisas. Nessa terceira ela foi sincera comigo e disse assim: gosto muito de você, mas é complicado assim, eu preciso gozar também, sei que não é culpa tua.
Voltei para casa muito chateado e pensei seriamente em parar de ficar com ela, mas achei que seria uma canalhice da minha parte, pois pareceria que eu só tinha me aproveitado dela e agora estava descartando. Mas, as coisas iriam mudar rapidamente.
Na semana seguinte após a terceira transa frustrada, eis que estava em casa quando a Amanda puxa papo comigo pelo whatsapp. Perguntou para mim quem era o Erick, e eu disse que era um amigo. Ela então disse que tinha visto ele entre as pessoas que eu adicionei no facebook e perguntou se poderia adicionar ele.
Primeiro perguntei o motivo de ela querer isso, e ela então falou que não tinha nada de especial, apenas tinha gostado de algumas postagens dele. Falei que não teria problema, que ela poderia adicionar. Depois ela me disse que perguntou antes para que eu não ficasse bravo ou chateado com ela. No dia seguinte vi que ela tinha curtido várias fotos dele e aquilo me incomodou um pouco, de certa forma, mas eu me via em divida com ...


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