A ajuda - parte 2

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Olá galera, aqui é a Isadora e essa é a parte 2.

Cerca de 3 meses depois do que rolou com a Amanda, eu estava olhando algumas fotos no instagram quando fui ver as fotos de uma menina que eu achava linda e que era um tanto famosinha. Após alguns minutos resolvi mandar uma mensagem privada para ela, mas desencanei por respostas.
Porém, dois dias depois recebi uma notificação de mensagem nova e vi que ela tinha me respondido. Nem acreditei. Na mensagem ela agradecia o elogio e perguntava se eu era da mesma cidade que ela. Eu disse que sim. E começamos a conversar diariamente.
Uma semana depois ela, sim ELA pediu o meu número e a nossa conversa começou a se tornar mais frequente. Quando percebi que ela estava correspondendo, resolvi convidá-la para sair, e de primeira ela aceitou. Eu estava morrendo de felicidade.
Eu não acreditava que ela estava topando sair comigo, sempre achei ela linda e era, digamos, um sonho distante. Por ela ter alguns milhares de seguidores e postar fotos de lingerie ou com roupas que destacam mais o corpo, imaginava que muitos homens davam em cima dela e que eu não teria chance.
Após a segunda vez que saímos, ficamos e começamos a namorar. Eu estava doido por ela e ela parecia gostar muito de mim também. Tanto é que as demonstrações em rede social começaram e eram mais frequentes partindo dela. O beijo dela era excelente e nós estávamos combinando bem. Até que, ela quis dar um passo a mais.
Como andar ao lado dela fez minha auto estima melhorar, acabei esquecendo de alguns problemas de um passado recente. Quando estávamos na casa dela, cerca de dois meses após o início do namoro, deitados na cama dando um amasso, Gabi veio por cima e me disse: amor, tá na hora da gente ir além dos beijos.
Antes de eu fazer qualquer coisa, ela enfiou a mão dentro da minha cueca e começou a me tocar. Abaixou a minha bermuda e, tirando o short e a calcinha veio por cima de mim. Como eu ainda não tinha visto ela sem roupa, fiquei muito, mas muito excitado. Tirando a blusa, vi aqueles seios lindos, que ficavam num meio termo entre pequeno e médio, mas empinados e com algumas pintinhas que contrastavam com a pele branca dela.
Amarrando os cabelos negros e lisos, Gabi, com todo o carinho pegou o meu pau e, posicionando na entrada da vagina, sentou calmamente. Quando a cabeça entrou por completo, Gabi falou num tom moderado, calmo mas com o rosto sério: amor, você precisa me fazer gozar. Fazer por fazer não dá. Se você sentir que não consegue, vai ter que pedir reforço.
Fiquei olhando para ela, que manteve a seriedade por alguns segundos, até que abrindo um sorrisinho falou: tô brincando amor, você é o meu amorzinho. Mas o problema já tinha sido instalado no meu cérebro. Eu tinha essa responsabilidade, contudo estava calmo, porém toda a história com a Amanda veio de uma vez só na minha mente.
Então, ela se abaixou e começou a me beijar. Empurrando o quadril um pouco para trás, fez com que ele entrasse nela em quase sua totalidade. Nesse momento eu estava nas nuvens.

Não acreditava que tudo aquilo estava acontecendo comigo, que sempre fui azarado com meninas.
Porém ao forçar um pouco e fazer com que meu pau entrasse totalmente, meu tesão começou a crescer e eu comecei a ficar nervoso. Ela começou a se mexer para frente e para trás e a gemer baixinho. Alternando suspiros e gemidos, ela rebolava e fez com que eu pegasse nos seios dela com as duas mãos.
Meu tesão crescia de maneira rápida, mas eu estava fazendo de tudo para controlar, até que ela, apoiando as mãos no colchão, deixou as costas mais retas e começou a sentar com força e mais rápido. Nisso ela deu um gemido um pouco mais alto e eu, sem conseguir controlar gemi e gozei.
Ao sentir isso, ela diminuiu as sentadas e, abrindo os olhos se abaixou e me beijou. Antes que eu falasse algo ou pedisse desculpas ela falou: tudo bem amor, foi ótimo. E, dando um sorrisinho deitou do meu lado. Apesar de não demonstrar nada, eu percebia que ela tinha se frustrado e eu não sabia muito bem o que fazer.
Nas três meses seguintes nós transamos varias vezes e, independente da posição ou de qualquer outro esforço que eu fizesse (oral que ela não sentia quase nada), eu acabei finalizando rápido demais. Numa delas, quando a Gabi ficou de 4, eu durei pouquíssimos minutos, pois, assim como a Amanda, ela pedia que eu fosse mais forte e mais rápido.
Notei que, mesmo disfarçando, o jeito dela para o meu lado estava ficando diferente e eu não a culpava. Ela não teve um orgasmo desde o nosso começo de namoro e aquilo me chateava demais. Então, não sabendo o que fazer para melhorar aquilo, decidi tomar uma atitude.
Lembrei da nossa primeira vez quando ela falou de chamar um “reforço”, e fiz isso. Liguei para o Erick e contei o que estava acontecendo. Ele disse que tinha visto fotos nossa e tinha achado ela bonita também. Porém, por ser minha namorada ele se recusava a me ajudar, de alguma forma.
Insisti dizendo que eu não tinha muita escolha e que aquilo estava afetando o relacionamento em si. Também falei que confiava mais nele, por isso o chamava em momentos de socorro. Dizendo que iria pensar, ele desligou. Cerca de duas ou três horas depois ele mandou uma mensagem dizendo que topava.
No dia seguinte fui na casa da Gabriela e começamos a conversar, jantamos e, quase na metade de um filme que estávamos vendo, recebo uma mensagem no celular do Erick dizendo que estava no portão da casa da Gabi. Falei para ela que já voltava, saí da casa e voltei com o Erick.
Quando ele entrou na casa ela fechou a cara. Cumprimentou ele friamente apenas dando a mão e sentou novamente no sofá. Ele então começou a puxar papo para ver se ela mudava, mas nada acontecia. Olhando para mim ele fez um sinal para que eu falasse com ele.
Levantando e indo ao banheiro, ela me questionou o por que de ele estar lá. Falei que era um amigo e que seria legal se ela o conhecesse. Ela então só balançou a cabeça negativamente; Percebi que ela andava irritada ultimamente e eu sabia que a culpa, ...


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