A ARMADILHA, fui fodida pela Sapatão

Loading

Bom, meu nome é Cristina, tenho 35 anos, 1,75 m, 70 kg, loira, seios grandes e siliconizados, nádegas volumosas e uma xoxota carequinha e suculenta. Bom, o fato que passo a narrar ocorreu em Abril de 2004. Na época, comecei a freqüentar uma academia de ginástica e musculação, pois sempre tive dificuldade em manter o meu peso. Com a rotina quase diária, comecei a ter certa intimidade com algumas garotas e mulheres (sou muito comunicativa, faço amizade facilmente). Por isso, descobri que algumas ali, formavam um casalzinho lésbico. Na maioria das vezes, eram casais formados por mulheres com aspecto feminino, mas em poucos casos, uma delas tinha a massa muscular mais delineado para o sexo masculino de que para o feminino. Todavia, esse tipo de casal não malhava junto, pois as masculinizadas ficavam a maioria do tempo, nos aparelhos de musculação, já as femininas ficavam fazendo exercícios para queimar as gordurinhas. Em algumas ocasiões, já flagrei alguns desses casais trocando caricias e beijos embaixo do chuveiro do vestiário feminino. Bom, tudo ia muito bem, até o momento em que colocaram uma nova recepcionista, pois a garota era uma princesinha, tinha um rosto angelical e a sua silhueta demonstrava possuir um corpinho perfeito e seu nome era Isadora. Por isso, procurei gastar muito mais o meu tempo, paquerando-a do que malhando. Porém, nem me passou pela cabeça, o porquê da cara de bravo do Pedrão (era uma mulher macho e a única coisa que ela tinha que lembrava uma mulher, eram os seus seios volumosos, já o resto era pura massa muscular), toda vez que cruzávamos no corredor. Bom, como sou insistente, a Isadora acabou cedendo e nós encontramos num shopping center. Daí, fomos jantar num restaurante e então, ela convidou-me a irmos para sua casa, pois seu amigo havia viajado. No quarto, nos atracamos num gostoso beijo e caricias mutuas. Então, a empurrei para a cama, chupei o seu pescoço, desabotoei os botões da sua blusinha, o abri e mamei bem gostoso em seus mamilos. De repente, alguém puxa o meu cabelo com força e

em seguida, jogou-me para fora da cama. Ao me levantar, dei de cara com o Pedrão, que me deu alguns tapas na cara e que me deixou um pouco zonza. Porém, quando pensei em me esquivar e fugir, o Pedrão acertou-me um tremendo soco no estomago. Senti tanta dor que cai ao chão e fiquei me contorcendo. Em seguida, o Pedrão pegou-me pelos cabelos e me arrastou até a cama. Jogou-me sobre ela, sentou-se sobre o meu ventre e com certa facilidade, começou a rasgar o meu vestido. O sutiã, ele partiu em dois, mas sem antes deixar as minhas costas marcadas. As laterais da minha calcinha se partiram com um simples toque. Então, o Pedrão, deitou-se sobre mim, babou sobre o meu pescoço e então, disse: Olha aqui sua puta, se você tentar algo, te encho de porrada, te mando pro inferno. Fique quietinha!. Nisso, ele foi até um criado-mudo, tirou o shortezinho (seu corpo estava tão transformado que mal dava para ver a vagina) e colocou um pinto postiço que deveria ter por volta de uns 18×6 cm. Em seguida, subiu na cama, escancarou as minhas pernas, deitou-se sobre mim (nessa hora, senti os seus seios sobre o tecido da camiseta), ajeitou a cabeça do artefato na entrada da minha xoxota, puxou o meu cabelo e disse: Sua puta … Vou lhe dar uma surra de pica … Vai aprender a não dar em cima da minas dos outros …!. No instante seguinte, o Pedrão atolou todo o seu pinguelão na minha xoxota e já foi se movimentando com bastante força. Eu ali, só podia gemer de dor, pois a cada movimento, parecia que o Pedrão queria ver a cabeça do artefato surgindo pela minha boca, tamanha era a força. Porém, piorou ainda mais, quando ele ficou sentando, segurou os meus quadris e ficou fazendo os movimentos de entra e sai com o meu próprio corpo. Era uma dor que não à como descrever. Num dado momento, ouço a Isadora dizer: Assim, meu macho pirocudo … Fode essa puta … Arregaça com ...


Please enable / Bitte aktiviere JavaScript!
Veuillez activer / Por favor activa el Javascript![ ? ]