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A carona

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Isadora Garcia
Hetero

Olá galera, aqui é a Isadora para mais um conto. E a protagonista de hoje sou eu. Depois do que rolou com o Diego, que vocês podem ver no conto “O Tratamento – parte 1”, o que vou relatar abaixo foi o que aconteceu.

A história que eu vou contar aconteceu no dia 5 de agosto de 2016, pouco mais de 5 meses depois do que rolou com o Diego. Nesse meio de tempo não fiz nada, nem beijo na boca. Mas antes, vamos voltar para 2014, logo depois de eu ter terminado o meu namoro, que é quando a história realmente começa.

Estava eu na faculdade, quando, de um dia para outro surgiu um burburinho, uma fofoquinha de um garoto, do mesmo curso que eu, porém de um ano anterior, que estava ficando “famoso” por oferecer carona para as garotas e acabar seduzindo elas no carro. Ninguém confirmava, só “ouviam dizer”. Descobri que o garoto era um tal de Gabriel, quando o vi pessoalmente achei charmoso, moreno e com um corpo aparentemente legal. Tinha o sorriso de um cara safado, mas na maior parte do tempo ficava sério.

Um dia, saindo da faculdade, ele passou por mim, perguntou meu nome e me ofereceu carona, não aceitei, dizendo que iria com uma amiga, o que era verdade, mas também fiquei receosa, pois nem o conhecia direito. E o oferecimento da carona continuou, pelo menos uma vez por semana, sempre com recusa minha.

Eu via que ele saia, dia sim dia não com uma menina diferente, ela entrava no carro, e no outro dia a via na faculdade toda sorridente. Comecei minha pesquisa. Em 2015, investigando melhor, descobri que ele já tinha se envolvido com, pelo menos, 4 meninas da minha sala. Os pedidos dele duraram até quase o final de 2015 quando ele desistiu e quase nem me cumprimentava mais.

Sou uma menina tranquila, tive só um namorado que durou bastante tempo, fui traída e depois disso me envolvi com poucas pessoas. Sinto falta quando fico um tempo sem nada, mas não gosto de me envolver com desconhecidos, porisso fico longos períodos sozinha, sem ficar com alguém e sem sexo.

Porém, o tempo sem nada após o Diego começou a me afetar mais rápido que o normal, alguns problemas na família e onde eu estava trabalhando aceleraram o processo. Me sentia estressada e irritada, tinha que descarregar aquilo mas não queria alguém que enchesse o saco depois, não tenho a mínima vontade de namorar. Deve ser porque não conheci ainda alguém que valha a pena.

Nesse meio de tempo, entre o começo dos oferecimentos de carona dele em 2014, até a data que rolou algo, fiquei com o Erick em maio de 2015 (leia Edição de vídeo com aventuras), e com dois caras que eu fiquei, em setembro e novembro de 2015. Fora o Erick, que foi a melhor transa da minha vida, com os outros dois foi muito ruim, fraco e não cheguei nem perto de gozar. Depois disso rolou com o Diego em fevereiro de 2016, que foi muito bom também.

Então, de fevereiro de 2016 até o dia que rolou, pouco mais de 5

meses, foi tempo suficiente para a minha vontade voltar e fazer com que eu tomasse algumas atitudes que me acalmassem e matassem a minha vontade. Agora vamos voltar para pouco antes do ato em si.

Na sexta (22-07-2016) vi ele saindo sozinho, indo pro carro, poucas pessoas na facul, ninguém da minha sala ou da dele no estacionamento. Eu indo sozinha pegar ônibus pois minha amiga que sempre me dava carona não foi. Aliás ele pegou essa minha amiga num dia que ela foi sem carro, e ela nunca me contou o que rolou, e eu também nunca perguntei. Reunindo toda a coragem possível e olhando várias vezes para ver se tinha alguém vendo, chamei ele e pedi carona. Eu estava morrendo de medo de ser zuada por ele ou que ele contasse pros outros garotos e eu me ferrasse.

Ele levou um sustinho, me olhou espantado e disse: sério?. Aí eu falei que se ele não quisesse ou não pudesse, que não teria problema, iria de ônibus, só estava pedindo pq minha amiga não foi. Mas ele rapidamente disse: não não, nada a ver Isa, venha, eu te levo, já te convidei um monte de vezes, você que nunca quis.

Comentei dentro do carro sobre fama de ele pegar as meninas e ele disse: alguma que eu dei carona te contou isso? E eu disse que não, então ele falou: boato sempre existe, nada provado. E se rolasse mesmo é porque elas queriam também, nunca obrigaria nada.

Conversamos bastante indo para a minha casa, ao chegar lá continuamos conversando, ele era muito bom de papo. Antes de eu descer ele soltou o cinto de segurança e veio pra cima de mim, me deu um beijo bem no canto da boca, não nela exatamente. Levei um susto achando que iria me beijar. Disse boa noite e eu saí do carro. Ele então disse que quando quisesse carona era só falar.

Não sei se ele faz alguma mágica mas fiquei pensando nele, no sorriso, na voz grossa, mas com cara de menininho. O cheiro dele estava tão bom, uma mistura de sabonete com perfume caro, mas não muito forte. O carro estava perfumado também. Comecei a pensar que talvez ele não fosse tão metido assim. Na semana seguinte vi ele dar carona para pelo menos duas meninas de outras salas, me cumprimentava, mas só.

Confesso para você, leitor, que quando vi as meninas entrarem no carro, me deu uma certa inveja e uma raivinha delas e dele, pois eu queria estar ali, mesmo o meu orgulho falando mais alto e fazendo com que eu despistasse as outras vezes que ele me ofereceu carona.

Na segunda (01-08) acordei atacadíssima, tendo que ir direto para o banho frio antes de ir trabalhar, tive uns sonhos fortes, inclusive com o Erick e com o Diego, não eles exatamente mas uma mistura do que rolou. Na terça (02-08) novamente tive que ficar pensando em outras coisas pois me excitava com facilidade. Na quarta (3) e quinta (4) acordei mais tranquila. Porém, na sexta (05), acordei tão excitada quanto na segunda, inclusive, acordei pouco depois das 6 da manhã, fui pro banho e fiquei durante ...


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