A ESPOSA PUTA, O MARIDO CORNO E O POLICIAL

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Me chamo Lívia.

Sou uma mulher muito cobiçada.

Morena jambo, quase mulata (tipo Camila Pitanga), alta (mais ou menos 1,80m/1,81m), cabelos compridos, corpo muito bem definido, malhado, bumbum apetitoso, tenho 27 anos e sou uma verdadeira puta.

Sou louca por sexo. Trepo quantas vezes for necessário num único dia. Adoro dar, adoro trepar, ser fodida, literalmente.

Além disso, tenho uma faceta sádica, sou praticante de podolatria e gosto muito de humilhar e judiar de meu parceiro, em especial meu marido.

Por falar em podolatria, tenho pés avantajados (número 41), porém muito bonitos. Pés finos e alongados, dedos compridos e finos, com unhas também compridas, quase sempre pintadas, de vermelho ou branco. Às vezes vario nas cores.

Sou casada com um cara bonitão (1,84m), também de corpo definido, pinto considerável (porém insatisfatório para minhas necessidades), mas que é um corno, um frouxo, um bosta.

Meu prazer maior é humilhá-lo, dando para outros caras em sua frente.

Literalmente, nessas situações, acabo com ele. Reduzo-o a zero.

Além disso, ele é meu escravo. Praticamos a podolatria, e ele vira verdadeiro objeto sob meus avantajados pés.

Precisam ver quando chego da academia, de tênis, e após umas 2 horas de malhação, eu determino que ele venha me descalçar e passe a cheirar e lamber meus pés.

Sou extremamente vaidosa, asseada, mas qual é o pé que, numa situação dessas, não tem o seu cheiro característico?

Nesses casos, sei que o odor exalado por meus pés chega até a superar o normal.

Mas, meu maridinho vem e, ignorando tudo isso, até porque eu não permito que ele me desobedeça, e passa a chafurdar sob meus pés como um porco suíno. Chupa, lambe, cheira…

Pois bem. A história que vou relatar ocorreu há uns 10 dias atrás.

Meu marido e eu resolvemos fazer uma viagem para a cidade de Parati, no Rio de Janeiro.

Na Sexta-feira saímos de nossa cidade, sem qualquer pressa.

Depois de termos andando bastante, adentramos a Rio-Santos, com Gustavo, meu marido, ao

volante.

Lá pelas tantas, avistamos um carro parado no acostamento, cujo condutor nos fez sinal para que parássemos.

Pudemos verificar que se tratava de um carro da Polícia Rodoviária, o que fez com que Gustavo, imediatamente, parasse o veículo.

Feito isso, o policial se aproximou, determinando a Gustavo que exibisse sua habilitação, bem como os documentos do veículo.

Imediatamente, Gustavo retirou do porta-luvas do carro a carteira contendo os referidos documentos, entregando-a ao policial.

Este, prontamente, ordenou que Gustavo retirasse os documentos de dentro da carteira, para somente após isso, entregá-lo.

Gustavo quis falar algo, mas, imediatamente, fora repreendido pelo soldado, que disse que esse é o método correto.

Na hora pude perceber que se tratava de uma pessoa rude.

Apesar disso, notei que, embora não muito bonito de rosto, o policial tinha um corpaço, muito forte, e com jeito de másculo.

Imediatamente já tratei de olhar o volume dentro daquela calça apertada.

Gustavo, então, retirou os documentos da carteira, e entregou-os àquele cidadão.

Este, por sua vez, de posse dos documentos, entrou na viatura, ficando ali por um tempo.

Então retornou, dizendo a meu marido que sua habilitação continha rasuras, e que aquilo não poderia ocorrer.

Gustavo, então, tratou de retrucá-lo, afirmando que não tinha culpa quanto ao fato, pois não era o responsável pela emissão do documento.

Mais que depressa aquele homem rude disse ao meu marido: “Não quero saber de quem é o erro. O fato é que o documento está

rasurado, e isso pode implicar na sua apreensão, inclusive na apreensão do veículo”.

Imediatamente retornou à viatura, segurando a CNH em suas mãos.

Confesso que a forma ríspida do policial, ao se dirigir ao meu marido, me deixou um tanto excitada, principalmente porque se tratava de um cara muito gostoso.

Como o policial, nesse momento, não estava próximo, resolvi então botar lenha na fogueira. Foi quando disse a Gustavo: “Olhe, se ele quiser multá-lo por excesso de velocidade, tudo bem. Mas, criar caso por causa da carteira, isso não tem cabimento.

Aliás, acho que você não deveria permitir que ele o tratasse de forma tão estúpida”.

Literalmente, fiz a cabeça de Gustavo, para que provocasse a ira daquele policial, pois já vislumbrava no que aquilo poderia dar. E não deu outra…Quando vi, Gustavo se dirigiu para perto da viatura, e só pude avistar os dois batendo boca.

Posteriormente, Gustavo voltou para nosso carro, quando o policial, que veio atrás, disse-lhe de forma clara e precisa: “É melhor você calar a sua boca, senão a coisa vai ficar feia para o seu lado. Entre no carro e fique bem quietinho”.

Nesse momento fui à loucura. Acho que minha calcinha ensopou, de tão excitada que fiquei, ao ver o policial tratando meu maridinho daquela forma.

Aliás, isso é mais forte que eu. A humilhação de Gustavo é motivo de minha excitação; sempre foi assim, mesmo quando não seja eu a responsável por isso.

Continuei, sorrateiramente, a fazer a cabeça de Gustavo, provocando-o para que retrucasse as advertências do policial.

Não deu outra, diante da insistência de meu marido, logo pude ver aquele homem forte fardado metendo-lhe as algemas, e dizendo: “Eu falei que era para você ficar quieto. Agora você vai ver com quantos paus se faz uma canoa”.

Meu marido foi logo enfiado na viatura.

Eu estava vibrando, embora não pudesse expressar minhas emoções.

Saí de nosso carro e me dirigi até o policial. Naquele momento ouvia meu marido, de dentro da viatura, implorar ao policial que retirasse-lhe as algemas. Pedia desculpas… Mas nada, o homem nem lhe deu ouvidos.

Quando saí do carro, percebi que aquele homem rude olhou-me com um ar sedento. Até porque minhas belas pernas estavam à mostra.

Cheguei ao seu ouvido, e disse-lhe: “Gostou de minhas pernas?”. Ele, então, respondeu: “Adorei”.

Logo, entramos em nosso carro, com destino já certo, quando interpelei-o, dizendo: “Não, não. Meu marido também vai junto”. O policial quis retrucar, quando eu disse: “Se não for assim não tem acordo”.

Ele, então, foi até a viatura, pegou Gustavo pela camisa, que a esta altura, para minha extrema felicidade, chorava feito uma criança. Era muita humilhação!

Entramos todos no carro, e rumamos, sem direção, até chegarmos a uma pousada muito simples.

Na portaria estava uma velha maltrapilha.

Pedimos a ela um quarto, que por sinal era bastante acanhado, e entramos os três.

Estava muito excitada, principalmente porque, se não bastasse o que ocorreu com Gustavo, o policial veio me bolinando o caminho inteiro.

De nada adiantavam as indagações e advertências feitas por Gustavo. À esta altura ele já tinha dois “inimigos”: um o policial; o outro, eu.

Quando chegamos, ele se recusou a descer do carro. Imediatamente disse e Antonio José (esse era o nome do policial), que o retirasse à força.

Meu futuro amante, embora não entendendo muito bem o que estava acontecendo, não se fez de ...


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