A irmã postiça

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Olá galera, aqui é a Isadora para mais um conto, e hoje quem vai contar é o Jorge. Conheci ele através de amigos em comum e ele resolveu me contar algumas histórias interessantes, e essa é uma delas.
Oi Isadora. Então, meu pai se separou da minha mãe quando eu tinha 13 anos e simplesmente sumiu. Passou cerca de 3 ou 4 anos e ela conheceu um cara. A princípio eu não gostei muito, mas como ele era gente boa com ela, acabei aceitando. Quando ele veio morar com a gente, ele avisou que tinha três filhos, dois mais velhos que eu e uma mais nova, a Kauana. Como ela morava com a mãe, eu tinha visto apenas algumas fotos dela. Porém, tudo mudou depois de um ano que eles estava com a gente.
Um dia minha mãe me chamou e disse que tinha acontecido alguns problemas entre a Kauana e a mãe e que o pai dela decidiu trazer ela para morar com a gente. Na época a Kauana tinha 10 anos. Quando ela chegou foi um tanto estranho porque eu sempre fui filho único e, como a casa só tinha dois quartos, a Kauana teve que dormir no mesmo quarto que eu. Reclamei mas não tive outra opção.
O mais incrível foi o quanto a Kauana se apegou em mim. Me tratava como um irmão mais velho e não demorou para que eu me apegasse a ela também. Nossa amizade ficou tão forte, que ela confiava apenas em mim para contar tudo que acontecia com ela, inclusive com os garotos, quando ela foi crescendo.
Fui o primeiro a saber que ela tinha beijado um garoto na boca, também fui eu o único que ela contou que estava ficando com um garoto também. Aliás, quando ela foi perder a virgindade, ela me avisou antes e pediu conselhos. Fui o mais verdadeiro possível e fiz de tudo para proteger ela. E detalhe: ela não tinha nenhuma vergonha de mim, inclusive de ficar sem roupa ou contar os mínimos detalhes de tudo.
Quer saber o mais bizarro? Eu vi ela perder a virgindade, porque foi na cama dela, no mesmo quarto que o meu. O garoto ficou constrangido, mas ela, nada. Então cada vez que iria rolar algo entre ela e um garoto ela me falava antes e eu meio que “preparava o terreno” para que não tivesse ninguém em casa e ela pudesse curtir.
Eu levava na boa isso, e até curtia, primeiro porque eu sempre gostei de putaria e segundo porque, como eu dificilmente pegava alguém, acabava me “satisfazendo”, vendo ela em ação. Digamos que eu me realizava nela. Ficava feliz por ela. E para ela era fácil, jovem, bonita, simpática demais,

comunicativa, os garotos faziam uma pequena fila atrás dela. Mas por sorte ela não descambou para a bagunça.
A reviravolta aconteceu quando, cerca de 6 ou 7 anos depois de ela ter ido morar com a gente, próximo ao aniversário dela, a Kauane me pergunta o que eu vou dar de aniversário para ela. Eu dei risada e disse que não sabia. No dia seguinte ela veio para o meu lado, me chamando de “ginho”. Eu sabia que quando ela falava assim, era por causa de algum garoto que ela queria que eu ajudasse.
Ela me puxou para o quarto, pegou o notebook e falou: já sei o que eu quero de aniversário. Pensei que ela me mostraria roupa, cosméticos ou qualquer coisa assim, mas não, ela apontou na tela do notebook para um perfil numa rede social. E esse alguém, infelizmente, era o Erick. Quando eu vi a foto um filme passou na minha cabeça.
Eu e ele tivemos uns problemas bem sérios a alguns anos atrás, inclusive chegamos a brigar e eu levei a pior. Não só isso, ele ficou com duas meninas que eu era afim e “tirou” uma ex namorada minha. Pois eu e ela discutimos um dia e ela foi embora, nesse mesmo dia o Erick (que era amigo de um primo dela) foi na casa e transou com ela. No outro dia nós fizemos as pazes, mas ela acabou terminando comigo e depois ainda veio me falar, na maior cara de pau, que ele era melhor na cama.
Voltando para a história, falei para a Kauana esquecer, que ele não valia nada, contei sobre a minha ex namorada, mas ela apenas disse para eu parar de ser chato. Perguntei o porque ela insistia tanto, e ela disse que tinha achado ele bonitinho. Que ele tinha adicionado ela no facebook mas que ainda não tinham conversado. Alertei a Kauana mais algumas vezes, mas como não podia proibir ela de nada, apenas falei para ela tomar cuidado.
Um dia antes do aniversário dela, a menina veio me perguntar se eu iria dar algum presente para ela e eu disse que estava pensando. Ela então me disse: poxa, você sabe o que eu quero. Faz tempinho que nada acontece, seja o irmão legal que você sempre foi e me ajuda nessa. Me abraçou e saiu do quarto.
Então mandei uma mensagem para o Erick e ele, grosseiramente respondeu com uma pergunta: o que você quer? E eu, engolindo o meu orgulho por causa da Kauana disse que ela gostaria de ver ele pessoalmente. Ele então respondeu que ela poderia encontrar ele no shopping e eu então disse que ele deveria vir na minha casa.
No dia seguinte, aniversário da Kauana, ...


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