A juiza e seus dois boys

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Convido meus leitores a visitar meu blog http://eternahelga.blogspot.com.br/ onde encontrarão esses contos devidamente ilustrados. Obrigada

Um mês depois, Ruth já participava de orgias e certa vez num exclusivo clube de swing ela e a juíza Amanda se encontraram. Estavam ambas com mascaras venezianas, mas se reconheceram.

Ao ser duplamente-penetrada pela primeira vez ela chegou a desmaiar de tanto gozar e se lembrou de que viado nenhum acomodaria mais rola dentro de si do que ela.
Chegou-lhe aos ouvidos que certo travesti foi duplamente penetrado no anus enquanto chupava um terceiro. Ruth apenas riu. Mas a idéia de uma dupla penetração anal começou a fazer parte de suas elucubrações.
E então ela recebeu a noticia que Otávio não iria ficar paraplégico. Com as continuações da fisioterapia em poucos meses poderia voltar a andar.

Diogo, o filho, chegou a se emocionar e participava de todas as sessões de fisioterapia com ele. Ruth pensava seriamente em se divorciar.
Téo passou a ser presença constante na casa, oficialmente pra levar quase sempre Otávio na fisioterapia. Isto tinha sido arranjado com a juíza Amanda para que Ruth não faltasse ao trabalho.
Na verdade, Amanda adorava escutar os relatos eróticos de Téo e Ruth.

Era comum, Otávio, Diogo e Téo encontrarem Ruth em casa e ela convidar Téo pra jantar. Diogo engolia o lanche e ía direto ver a namorada.

– Bom, seu Otávio e dona Ruth, o lanche estava uma delicia e agradeço muito. Agora é hora de ir pra casa.

– Não quer assistir o jornal conosco?

– Não comigo, Otávio. Vou lavar a louça e tomar um banho. Estou cansadíssima.
Ruth e Téo fingiam que iam até a porta. Lá o barulho de chaves abrindo e fechando a porta era feito bem audível. Em seguida, os dois íam pro banheiro social ou quarto do filho deles.

– Eu já tomei banho e… estou bem limpinha…
Com um dos pés apoiado na tampa da privada e já tirando a saia pela cabeça, Téo se excitava com o aroma feminino dela pra logo saborear tudo que a xaninha lhe oferecia. E sempre havia a demorada linguada no rosado cuzinho da esposa de Otávio.

– Hoje nem pensar em usar minha xaninha, seu safado! Estou muito fértil esses dias!

– Huuum… então tem que ser lá, né!?

– Se voce não se importar…
Era assim desse jeito coquete que Ruth era sodomizada, ora no quarto do filho ora no banheiro social, enquanto o marido assistia televisão calmamente, imóvel na cadeira de rodas.
Nessas idas e vindas da clinica de fisioterapia, Diogo acabou se tornando amigo de Téo. Téo correspondia gentil, mas distante. Diogo parecia um pré-adolescente mimado.
Aos dezoito anos, Diogo era pura máquina de fazer sexo. O problema é que ele não tinha controle de sua ejaculação.

Embora fosse capaz de gozar mais de duas vezes em menos de dez minutos, isso deixava sua namoradinha em eterno nunca conseguir orgasmo.

Aos poucos ela foi se afastando dele e por fim acabou o namoro.
Ele contou a Téo o que tinha acontecido. Ruth notou que o filho estava emagrecendo e parecia que ia cair em depressão.

– Ô mané, bota uma roupa mais legal que vamos pra balada!

– Não obrigado… quero ficar só.

– Ô rapaz, vai por mim! Não é uma balada qualquer. É uma suruba! Vai medizer que tu virou viado só porque ela te deixou?! Teu pai e tua já estão preocupados

– Tá bem, tá bem. Aonde vamos

– Só temos que pegar a juíza Amanda e deixa-la em casa. Ela vai deixar o carro comigo e depois vamos pra gandaia!
Diogo observa de dentro do carro seu amigo Téo vir com uma maleta na mão acompanhado de uma mulher belíssima vestida refinadamente.

Ainda bem que não tenho que sair do carro quando chegarmos a casa dela!”
– Este é o Diogo, filho da dona Ruth. Nós vamos a festa juntos.
Já sentada no assento detrás como de costume, Amanda nada sabia que Téo estava levando um amigo. Ela franze as sobrancelhas ao escutar o que Téo lhe diz.
Diogo vira a cabeça pra trás e estende a mão. Amanda o encara friamente e pergunta.

– O que voce está tramando, seu moleque? Voce não vai a festa nenhuma! Voce vai se livrar desse outro moleque e ficar lá em casa até o Horácio voltar! Entendido!??

– Mas é lá que será a festa, meu amor!
Diogo levou alguns segundos até perceber a insolência do amigo. Amanda aliviou a tensão facial, apertando os olhos com um leve sinal de sorriso nos lábios. Ela encarou Téo desse jeito por alguns segundos e virou o belo rosto olhando para fora. O sorriso aumentou um pouco mais. Nada falou.
Diogo tremia um pouco e bastante assustado olhava pra Diogo e não tinha coragem de encarar a juíza. Olhando pra baixo ele logo desviava o olhar por perceber que fitava fixamente as coxas dela.

– Se acalma, rapaz!
Ele escuta Téo lhe dizendo isso

enquanto lhe dá uma piscadela e dá partida no Mercedes.

– Diogo, se contares pra alguém o que vai acontecer nesses dois dias lá em casa, faço te darem um flagrante de posse de droga e… voce sabe o que um garotinho novo passa a ser no meio dos presos, né!?
Ao chegarem a mansão, Téo dirigiu direto pra garagem. Pediu a Diogo que fosse abrir a porta e ajudar a juíza Amanda a descer.

Amanda deu a maleta pra ele segurar e esperou que Téo viesse abraça-la. Logo estavam se beijando apaixonadamente enquanto Diogo olhava atônito e já excitado.
Logo estavam na ampla sala da mansão. Amanda abraça Téo novamente e olhando por cima do ombro ordena pro Diogo.

– Filhinho, abre o zíper aí atrás do vestido da mãezinha!

Com mãos tremulas Diogo consegue descer o zíper até o final e a parte superior das nádegas de Amanda se mostram coberta por uma pequena calcinha fio dental.
Téo por sua vez, pega as alças do vestido e vai deslizando pra baixo. Ao chegar na altura dos quadris tem que forçar um pouco e então o vestido cai no chão.

Amanda chuta o vestido pro lado com um gracioso ponta pé e passa os braços pelos ombros de Téo, voltando os dois a se beijarem.
As mãos de Diogo param a poucos centímetros acima das nádegas faltando coragem para agarrá-las.

– O que está esperando, querido? Me abraça!
Timidamente ele se encosta nas nádegas dela sem saber onde abraça-la. Mas então, os hormônios explodem e Diogo consegue introduzir as mãos por entre os corpos dela e de Téo, alcançando os fartos seios.
Amanda solta uma sensual gargalhada com a cabeça ligeiramente inclinada pra trás sentindo o hálito morno de ambos jovens no pescoço. Diogo lhe beija a nuca e Téo entre o pescoço e a curva do ombro.
Em dado momento Amanda encara Téo com um olhar cômico. Ela sente que Diogo está gozando e logo a humidade da ejaculação passa através do tecido da calça dele pra pele das nádegas dela.

Diogo, arfando, ainda dá alguns trancos na bunda juíza e quando pára fica sem saber como agir e um pouco tremulo fazendo menção em tirar os braços em volta dela.
Amanda desce os braços dos ombros de Téo e com as mãos segura as mãos de Diogo reconfortando-o e não deixando ele descolar-se dela.

– Téo, meu amorzinho, que tal preparar a hidro-master? Eu preciso ir no toalete. Ah! Que tal abrir meu vinho favorito e me esperar lá? E voce Diogo, vem comigo.
Amanda está só de calcinha e sentada na tampa do vaso com Diogo a sua frente. Ela desabotoa a calça e a areia até a altura dos joelhos dele.

– Agora como um bom garoto, mostre pra mãezinha porque voce se molhou todo!
Um pouco com mais controle de si mesmo, Diogo baixa a cueca molhada com a recente ejaculação e seu páu salto ereto pra admiração da madura mulher.

– Deixa a mamãe limpar toda essa gosma e lavar essa cueca!
Dizendo isso, Amanda leva uma das mãos até a nádega dele puxando-o para si e com a outra baixa mais ainda a cueca e passa a lamber o restante de esperma na altura da virilha no lado esquerdo.
Nos próximos minutos Diogo olha extasiado o vai e vem da boca da bela juíza na extensão de seu cacete.

Algumas vezes ela pára por alguns segundos com o caralho inteirinho dentro boca. O queixo dela espreme as bolas dele enquanto o narizinho se achata na pélvis do jovem filho da Ruth.

Numa dessas vezes Diogo jorra toda sua ejaculação enquanto serenamente Amanda vai engolindo tudo sem deixar nada escapar da sua boquinha.

Uma das mãos dela está dentro da calcinha acariciando o maduro clitóris e a outra mão está cheio com um dos seios beliscando o mamilo rosado.
Amanda deixa a rola de Diogo escorregar pra fora de sua boca. Ela está super excitada e com a respiração pesada. Diogo se ampara na pia pensando no tremendo gozo que ele jamais teve.

– Meu… meu querido, vá se juntar ao Téo. Eu vou ficar aqui por mais alguns minutos.
Amanda tomou um banho sem molhar os cabelos, vestiu um robe e foi se juntar aos rapazes na sauna.

Diogo ainda tinha vestígios de maionese ao lado do sanduiche que ele e Téo haviam preparado e comido.

Numa mesinha estava uma garrafa de vinho branco e um prato com queijos sortidos.
Amanda, piscando pra Téo, apontou pra garrafa de vinho querendo dizer que queria uma taça. Se aproximou de Diogo que a olhava timidamente mas já sentindo o páu crescer. Ela lambe toda a maionese e depois o beija demoradamente lhe acariciando o cacete.

Téo lhe entrega a taça assim que ela pára de beijar Diogo. Em seguida, Ela deixa o roupão cair e sem largar a taça, volta a beijar o filho de Ruth.
Téo se agacha por trá de Amanda e passa a acariciar-lhe as nádegas dando longas chupada e mordidinhas.

A bela juíza dá um longo suspiro e ...


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