A patricinha metida teve que dar pro porteiro

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A patricinha metida teve que dar pro porteiro

Oi! O meu nome é Nikita, eu tenho 15 anos e moro no Rio de Janeiro, em Ipanema. Minha família é de classe média alta e por isso eu posso viver como uma princesinha, eu pareço com a minha mãe, ela é uma italiana típica, com cabelos negros lidos, pele branquinha e seios E-NOR-MES! Eu já uso sutien 52 com a minha idade! Eu queria ser alta que nem ela, mas eu sou baixinha, tenho 1,55 de altura mas compenso com um corpão esculpido na academia.

Meu daddy também tem ascendência italiana e meu sobrenome é Borquetti… já viu né? Na escola só ouço piadinha com meu nome rimando com boquete. Eu nem me importo, eu sei que sou supergostosa e que todos os garotos do colégio estão a fim de mim, na verdade mesmo a maioria dos professores me dá mole, tipo oferece nota maior e fica fazendo piadinha me falando o quanto eu sou linda.

Eu só saio com os garotos mais velhos, que tem carro e dinheiro pra gastar comigo. Tipo assim, se eu posso escolher pra que ficar com duro né? Eu não sou nenhuma vadia, eu só dei poucas vezes, para os garotos que me tratam melhor, me dão presentes caros e me levam para lugares legais, pagando tudo, é claro, eu pago um boquete… acho que é influência do nome! Mas não tenho fama de vagabunda nem nada, sou bem discreta.

Agora eu estou em uma fase de ir pra rave direto, eu e minhas amigas começamos a tomar ecstasy e fumar baseado. Eu adoro, é muito bom! E depois chupar o cara que deu o E ou o beck pra gente é padrão, eles estão o tempo todo chamando a gente pra sair agora… uma garota tem que saber usar suas armas né?

Uma coisa que me irrita é que ser tão gata faz com que até os empregados e peões de obra fiquem loucos por mim. É um saco ver aqueles caras de classe social baixa com tesão por mim e minhas amigas, fazendo piadinha e dando aquelas cantadas toscas… sem chance! Tem um porteiro no meu prédio que sempre fica olhando para os meus peitos e para as minhas amigas também… ele é grandão e tem uns 50 anos, barrigudo e com cara de velho tarado!

Nesse fim de semana teve uma rave enorme, com vários DJs famosos, alguns até de fora do país. Eu fui com minhas amigas e uns caras que estavam cheios de ecstasy, eu tomei, é claro! E fiquei com um deles. Era um garoto bonitinho chamado Tony, bem saradinho e do meu nível.

Pô, ele foi me deixar em casa… eu tava MUITO bêbada e toda elétrica do E! A gente acabou acendendo um beck no carro quando tava chegando e ele ficou meio chapado. Eu tava cheia de tesão e o cara também, no meu estacionamento ele me pediu para chupar um pouquinho e eu fiquei meio na dúvida. Mas como tava escuro e nunca tem ninguém por perto nessa hora eu resolvi aceitar. Caraça! Lá estava eu, toda doidona, o maior cheiro de maconha no carro e chupando a pica dele! Tipo assim, ele arrumou ecstasy e maconha, pô! O cara merece uma recompensa né?

Eu sempre fico excitada chupando pau, nem sei porque, as minhas amigas acham meio nojento, mas eu adoro. A minha cabeça sobe e desce no colo dele, a pica dura toda na minha boquinha, o batom vermelho já meio borrado na minha cara.

Ai dá a merda toda! Eu to com a rola atolada na boca e o proteiro, aquele velho babão que eu tinha falado, foi chegando perto pra ver porque da demora, por que eu não subi, tipo assim cuidando da segurança dos moradores.

O Tony tava ta doido que não vê nada… ele já quase dorme comigo chupando ele. Depois eu soube que o Agostinho, o porteiro, ficou assistindo pagar o boquete por um tempão!

“Vai Tony!” Eu reclamo tirando o pau da boca e punhetando ele. Levanto a cabecinha com a boca pingando, toda melada de saliva e aquele suquinho de homem antes do gozo. Eu tenho que ir pra casa!”

Ai eu vejo o velho! Ele ta só olhando de longe, tipo apreciando o boquete que a famosa Nikita Borguetti, a maior patty do prédio tá pagando… Eu olhando pra ele enquanto bato a punheta pro Tony e lá está ele, com a mão no pau, apertando enquanto me assiste reclamar melada! Que vergonha!!!

“Se-seu Agostinho?!?” Eu falo parando e sentindo o sangue indo embora do meu rosto, eu quase desmaio de susto! O Tony esta tão chapado que dormiu no carro!

Oi Nikita… hora de subir, não acha não? Ele fala segurando o pau e rindo bem safado pra mim.

“E-eu… eu não… ai meu Deus!” eu largo o pau que está amolecendo e olho muito assustada para o velho, o barrigão não esconde o fato que ele esta de pau duro olhando para mim. É o momento mais humilhante de minha vida! Fui pega com a boca na pica do Tony!

“To te esperando na entrada ta? E não demora não que seu pai já vai sair de casa pra trabalhar… ” O Seu Agostinho sai andando e olhando pra trás me deixando bem confusa.

Eu olho pro meu ficante e começo a chorar, mas logo me controlo. Esse velho babão deve tá querendo dinheiro e eu tenho algum para oferecer pra ele. Logo me arrumo direitinho, passo o batom de novo, ajeito a roupa e respiro fundo. Em pouco tempo estou na entrada do prédio, andando na direção dele.

“Seu Agostinho, a-a agente te-tem que conversar…” mesmo tentando eu não consigo parar de gaguejar, estou tão sem graça que meu rosto normalmente MUITO pálido – eu sou branquinha – está meio vermelho.

“Claro que vamos conversar… sobe e toma um banho Nikita boquete… e volta, claro… tô te esperando assim que os moradores todos forem trabalhar, ok? E sem demoras… ” Ele diz olhando pros meus peitos. Eu fico meio sem reação, me viro para ir embora e quando passo por ele o velho ainda aperta minha bundinha branca, me deixando completamente apavorada.

“Seu Agostinho!” Eu falo assustada, ficando vermelha como um pimentão e virando para encarar o porteiro com raiva e um olhão arregalado.

O que foi Nika boquete? Ele pergunta rindo. “E não esquece, ta? É importante: quero você com aquela blusinha que você usa, a de alcinhas. Nada de sutien! E vê se coloca uma sainha das mais curtas e se você quiser um saltinho. Rapidinho… vamos!” Ele se senta na portaria me esperando ir como se nada tivesse acontecendo.

Eu tremo toda, ele me assusta! Está todo confiante e rindo, eu fui pega no ato! Eu vou embora com passos rápidos, morrendo de vergonha. Ele tá me chantageando! Mas acho que ele não tem como provar que eu tava pagando boquete pro Tony na garagem.

Eu tomo meu banho e ouço meu daddy indo trabalhar, fechando a porta de casa. Me visto e decido colocar meu top preto de alcinha. Fico morrendo de vergonha, minhas tetas são muito grandes para ficarem assim, sem sutien, mas eu ainda não seio o que vou fazer, acho melhor agradar o coroa pro enquanto! Coloco minha menor micro saia e uma sandalinha tipo salto alto, eu me olho no espelho e fico com vergonha. Tô parecendo tão vulgar!

Logo depois eu desço, os velhos do prédio já estão todos saindo para o trabalho, de terno e todos eles olham pra mim com cara de safados, tipo olhando meus peitões e minha bunda MESMO! Eu chego na portaria muito envergonhada, vou ficar mal falada só por causa disso.

Logo bato na porta disposta a enfrentar o coroa, ele vai ver que empregado nenhum me trata daquele jeito! Vou colocar ele no seu lugarzinho! Quando a porta abre meu coração dispara, é agora ou nunca.

Oi Nikita. Entra. Ele abre a porta e eu entro. Senta ai meu bem, e cruza as pernas. Acho suas coxas lindas…

e me conta o que foi que tava acontecendo lá embaixo. Eu achei lindo! O Agostinho se senta de frente pra mim e sempre mexendo na rola dura na calça.

“Olha seu Agostinho, vai parando com isso ta?” Eu falo de nariz empinado, toda poderosa e arrogante. “Me respeita que eu não sou uma das empregadinhas do prédio pra você falar assim…” Eu começo a ganhar confiança. “Olha só, se você falar alguma coisa eu digo que é mentira, entre a minha palavra e a sua as pessoas vão ficar comigo e você vai pra rua entendeu? um velho como você nunca vai conseguir outro emprego que nem esse! Por isso vê se fica no seu lugarzinho e me respeita!”

Calma Nikita… deixa de ser apressada garota. Ele responde todo calmo e com um sorriso matreiro, me desmontando toda. Uma menina com tetas tão lindas… Ele chega mais pra frente e de surpresa aperta um peito de leve!

Para!!! Eu dou um tapa na mão dele e vou mais para trás completamente sem graça. Por que você ta rindo?

Deixa eu te mostrar o seu presente de natal. O velho barrigudo coloca um video no sistema de segurança, eu nem sabia que tinha isso na portaria! É um filme de sacanagem! Ele ri. Na tela estou eu, e batendo punheta pro Tony! O Agostinho volta ainda mais a cena, sempre pegando na rola cada vez mais dura Então meu bem… que você me diz? Acha que da pra colaborar comigo ou vou ter q dizer pro seu paizinho que a filhinha dele anda chupando rola no estacionamento? Ele não vai gostar de saber que você é a vaca que todos dizem…ele fala calmo, olhando as minhas tetas na blusinha apertada.

Eu fico olhando para a fita. Eu tô parada, de olho arregalado e queixo caído. Primeiro minha cabeça fica subindo e descendo no colo do Tony, depois eu levanto, dá pra ver meu rosto direitinho! E aparece minha mão batendo punheta pra ele!

“Co-como?!” Eu pergunto assustada, toda vermelha de vergonha. “O pr-prédio n-não tem câmeras!”

“Instalaram essa semana Nikita.. o seu pai quem pagou e ainda está em fase de teste.Ele fala e desliga o video. Agora você vai colaborar comigo né? Sabe que a tempos ouço seus amiguinhos falarem que seu nome que combina com você… como é mesmo ? Nikita boquete? repete pra mim?” Ele manda com um olhar safado pra mim.

“É-é Nikita Borquetti…” Eu falo envergonhada. “É italiano ta?” Eu sempre fico sem graça com meu nome!

“Eu sei… e você tem carinha de italiana… daquelas atrizes pornô de filme italiano com aquelas tetas lindas” O Agostinho vem pra cima de mim de repente e pega nos meus peitos pelo meio quase tirando da blusinha. “Que beleza! Parece uma vaquinha leiteira, olha só… Ele aperta como se avaliasse os meus seios!

“Para!” Eu falo assustada tirando as mãos dele com as minhas. Elas parecem tão pequenas perto das mãos grandes e peludas do Agostinho!

“Fica quieta garota.. todos sabem que você é uma piranha que adora rola.. já vi você pagar boquete pra esses carinhas por nada. Ele me olha com raiva. Quer que conte pro seu pai é? Ele te deserda… vai ficar com fama de puta!”

Eu olho sem reação, estou passada! Não consigo reagir. Nem falar… nem me mover!

“Isso. Assim que eu gosto, de menina que colabora. Se for boazinha ninguém fica sabendo de nada e te dou a fita, ok?” Ele puxa as alcinhas da blusinha, revelando as minhas tetas enormes. “Nossa!” Ele fala impressionado, batendo elas uma contra a outra. “Que delícia Nikita… tá treinando pra dar leite?” Ele pergunta rindo. O velho dá um sorrisinho, mudando o tom da voz.. “Fala: Nikita boquete… a vaca leiteira e patricinha.”

“Não!” Eu me movo para trás finalmente reagindo, estou toda vermelha e tremendo, sem saber o que fazer. Eu nunca estive em uma situação como essa! Para com isso seu velho barrigudo! Eu ajeito meu top e escondo minha mamas de novo.

“Tudo bem… se você não quer me obedecer… eu ligo pro seu pai.” O porteiro tira o telefone do gancho e eu vejo ele discar os números do celular do meu pai! Ele ainda tira a fita do vídeo e balança ela pra mim. “E melhor, ainda ganho uma grana vendendo isso por ai… vai ficar famosa Nikita. Tudo porque não colaborou. Que decepção pro papai ver a queridinha se tornar isso… drogada e vadia”.

“Não… NÃO!” eu quase grito de desespero. “E-eu falo! E-eu sou a Nikita boquete, a patricinha… uma vaca leiteira! Olha… eu mostro meus peitos… olha!” Eu abaixo as alcinhas e coloco os melões pra fora. “Desliga por favor!”

“Alo… O Velho começa a falar e eu quase desmaio de terror. Minhas mãos tremem tanto que eu nem consigo tentar tomar o telefone dele. Geraldo? Ah, desculpe, foi engano.” Ele desliga o telefone e eu começo a chorar. “Muito bem. Foi ótimo você colaborar.

Eu fico chorando baixinho e só balanço a cabeça concordando, eu me sinto fraca, derrotada, eu nunca estive em uma situação dessas, minhas mamas expostas como mercadoria para um velho pobre e barrigudo… um EMPREGADO!

Realmente são lindos peitos. Eu sempre quis ver essas tetas de patricinha metida! O Agostinho continua falando enquanto eu tento me recompor, enxugando as lágrimas com o braço. Mas agora me diz, o que você tem pra me oferecer? Não gostei de você mal criada desse jeito.

Ma-mal criada?! Eu pergunto muito revoltada, quem ele pensa que é? Mas eu tento não parecer muito esnobe, ele ta com as carta na mão agora!

Isso mesmo Nicole boquete! Eu vou te colocar no seu lugar, sua patricinha esnobe. Anda, diz o que você vai me dar em troca da fita.” Ele ri alto, me humilhando e fazendo pouco de mim. Logo eu, a garota mais desejada da escola… e do prédio, uma verdadeira princesa, e nas mãos desse mostro horroroso!

“E-eu tô mostrando meus peitos… o que você quer mais?!” Eu pergunto assustada.

“Não te mandei vir de saia à toa meu bem. Ele responde dando umas palmadinhas na minha perna. Sobe a saia… mostra a bunda pra mim.” Ele finalmente fala e se encosta da cadeira, esperando eu subir a saia e mostrar a bundinha.

Eu levanto com os joelhos tremendo e viro o meu rabão saradinho de muita aeróbica apontando na direção dele.

Que burrão gostoso hein Nika? Eu olho por cima do ombro toda sem graça e vejo ele abrir as calças, segurar a rola dura na mão e se masturbar sentado. “Acha que você dá conta?” O Agostinho fala rindo e balançando a pica pingando porra pra mim. “Acho que suas amiguinhas vão gostar de ver você fazer isso não acha? Elas são bem gostosinhas também, eu quero mostrar para aquelas metidinhas como você é vadia! Como você é de verdade… aposto que elas também vão guardar segredo… e aproveitar!”

“Não faz isso!” Eu falo sem forças, derrotada. levantando a saia e mostrando a calcinha pequena. Todas as minhas calcinhas são pequenas e meio cravadinhas no meu rabão! “N-não fala pra ninguém… por favor!”

“Ótimo! Ta aprendendo a respeitar os outros.” Ele levanta e anda na minha direção com a pica apontando pro alto. Eu fecho os olhos de vergonha e sinto um tapão nos seus peitos, fazendo eles balançarem.

Aiiii! Eu gemo baixinho enquanto ele passa a mão no meio da minha bundinha, puxando a calcinha pra baixo. O velho tarado me empurra um pouco e me força a andar meio sem jeito, a calcinha no joelho. Ele me leva até a bancada da portaria, logo em frente ao vidro fumê.

“Ta vendo meu bem? Já pensou se todos te vêem aqui pelada? Vão saber que é tão vagabunda que dá pro porteiro! ele fala sussurrando no meu ouvido enquanto apalpa as bochechas da minha bunda com as mãos gulosas, um dedinho brincando com a entradinha do meu cuzinho. Por isso é bom fica quietinha tá? A menos que queira que eles saibam… vendo ou não a fita.”

E-eu entendi…ta… Eu respondo olhando para a aportaria cheia ...


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