A viagem – Capítulo 3 – Pedro e Ana

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Capítulo 3 – A comunidade
Fomos recebidos por Flávia que era uma das líderes da comunidade, uma mulher de uns 40 anos, jeitão hippie, gente boa. Recebeu a Rafa e seus acompanhantes, nos apresentamos e nos deu boas vindas mostrando o lugar e apresentando as pessoas que passavam por nós. Pessoas de várias idades, tipos, mas todos muito alegres. Flávia explicou algumas regras e nos mostrou um lugar para montarmos nossas barracas, Rafa, Thiago e Julinha dividiam a mesma barraca e eu e Ana, na nossa, claro. Montamos uma ao lado da outra. À tardinha fizemos um lanche na “sede” do camping que eras apenas uma grande barraca de bambu com teto de palha, os três, eu e a Ana, a Flávia, seu marido e mais algumas pessoas. Neste lanche a Flávia nos explicava o objetivo da comunidade, que era liberdade, paz, amor livre (neste momento eu e Ana trocamos um olhar desconfiado), etc… Rafinha sorriu, então percebi que a menina sabia exatamente o que se passava ali e nos convidou sem revelar as reais intenções.
Mais tarde “escoramos” a Rafinha e sem precisar insistir muito ela entregou que estava planejando o ingresso na comunidade faz tempo, e que não o fizera antes por conta do namorado, que havia acabado de convencer. Achou que os planos teriam ido por água à baixo quando a prima do Thiago apareceu derrepente querendo acampar com eles. Explicou que a comunidade praticava “amor livre” realmente, onde sexo era considerado uma convenção social comum, sem as regras impostas pela sociedade e blá blá blá, blá blá blá… Disse que já estava em contato com a Flávia, que preparava seu ingresso e ritual de iniciação. Maior discurso natureba que não vi muito sentido, mas eu não tinha nada com isso. Perguntei sobre o tal ritual e ela disse que era um “ritual de libertação de correntes”, onde se livraria de pudores (como se ainda tivesse algum), restrições e iniciaria um caminho de aprendizagem sobre amor livre e puro e o Thiago que já estava no clima, apenas concordava. Me controlei para não acabar rindo daquele papo todo e percebi que Ana e a Julinha ficaram desconfortáveis. Aquelas sacanagens dos dois dias anteriores já eram novidade demais para nós dois e para a menina que teria tido apenas um namoradinho antes disso tudo. Rafinha e Thiago visivelmente animados disseram que o ritual seria no amanhecer do dia seguinte, no encontro do rio com o mar, e que já haviam combinado com a Flávia que haviam convidado a nós e a Julinha como espectadores, que ficariam felizes em nos ter por lá.
Ana já queria ir embora depois de ouvir aquele papo todo mas já era tarde, logo escureceria e não poderíamos pegar a trilha à noite, como o ritual era de manhã cedo, não faria mal assisti-lo e partir logo depois, pois o que poderia ter de tão mal nessa tal iniciação dos ripongas? Decidimos pegar uma praia menor que existia mais à frente, nadei um pouco enquanto Ana se bronzeava na areia, reforçando as marquinhas de biquíni. Ao sair da água Ana pegava sol de bruços com sua linda bunda pra cima em um biquíni mínimo, peguei o celular e tirei uma foto achando que seria repreendido, mas a safada riu e rebolou empinando a bunda. Não se conteve e levantou propondo: “Já que quer tirar foto minha, vamos fazer direito”. Pegou sua saída de praia que era um vestido branco semitransparente e mandou eu registrar suas poses, se colocando de costas pra mim, virada para horizonte no mar, me olhou virando o rosto para trás e ficando na ponta de um dos pés, levantou levemente o vestido deixando parte do bumbum à mostra já avisando que seriam um ensaio impublicável. Estranhei pois Ana nunca gostou de tirar fotos íntimas, com medo de “cair na net”, mas ela perguntou se eu garantiria proteger as fotos e eu disse ter um aplicativo de criptografia que tornariam as fotos inacessíveis sem minha senha. Fiz os primeiros cliques e ela se empolgou tirando a parte de cima do biquíni, deixando os bicos dos peitos duros visíveis por baixo do vestido e após mais uns já se livrou da calcinha, deixando meu pau duro imediatamente. Avisei que na câmera não aparecia toda transparência, então Ana rapidamente foi até a água, mergulhou e saiu devagar, com o cabelo para trás, vestido colado ao corpo completamente transparente e colado ao corpo, dando para ver até as marquinhas de sol, aproveitei cada clique daquele momento, ela estava deliciosa bem bronzeada, com o tecido brando contrastando com cada detalhe de sua pele morena. Ela chegou perto olhando para minha sunga e agarrou meu pau colocando pra fora e me ordenando que eu continuasse tirando as fotos, tirei uma selfie onde aparecia nossos rostos, seus peitos lindos sob o tecido molhado e meu pau duro na sua mão, mostrei para ela que gostou do que viu. Virou de costas esfregando a bunda no meu pau que abaixei um pouco e subi o encaixando entre as suas pernas até encostar no seu grelo, ela pegou meu pau pela frente esfregando com força na sua buceta enquanto rebolava, abri o decote do vestido colocando um dos peitos pra fora e ela tomou o celular da minha mão para tirar mais uma selfie onde aparecia seu rosto, um dos peitos pra fora na minha mão e a cabeça do meu pau entre suas pernas, que ela segurava com uma das mãos. Ana ficou nas pontas dos pés encaixando meu pau na entrada da sua buceta e nem fiz nenhum esforço quando ela própria empurrou a bunda para trás engolindo meu pau com a buceta de uma só vez. Ela havia ficado com a buceta completamente ensopada ao tirar as fotos. Já tinha tirado o outro peito para fora enquanto beijava sua boca e empurrava na sua buceta por trás enquanto ela rebolava, quando olhei e vi um grupo vindo da praia da comunidade, avisei para ela que ainda deu mais umas duas reboladas antes de colocar os peitos para dentro da saída de praia, que não escondia nada de tão transparente por estar ainda molhada, tirei meu pau e coloquei o meu para dentro da sunga em vão pois quase não coube. Disfarçamos em vão, pois o grupo de uns sete jovens nos cumprimentaram e passaram rindo, cochichando, os garotos olhando para o corpo da Ana visivelmente nua por baixo do vestido transparente e as meninas para meu pau quase saltando de dentro da sunga, ele sabiam bem o que estava acontecendo ali e com caras maliciosas decidiram ficar bem perto de nós como se estivessem esperando assistir a continuação do show. Ficaram por

perto e decidimos voltar para a praia da comunidade, frustrando os curiosos safadinhos.
Estendemos uma canga na areia da praia e ficamos bebendo vinho e admirando o céu enquanto rolava uma fogueira com roda de violão na comunidade, e não estávamos com paciência para aquelas músicas, não estávamos na mesma vibe que eles. Certa altura já estávamos desligados de todos, sozinhos na areia e comentei com a Ana que queria dar um mergulho, mas estava sem sunga e ela na lata mandou: “Vai pelado, aqui ninguém se importa com isso mesmo. Fora que tá todo mundo chapado lá e não tem ninguém na praia”. Aceitei o desafio e tirei a roupa e saí correndo pra água, pulando de uma só vez, fiquei uns poucos minutos boiando, voltei para a areia já percebendo que haviam pessoas em pé próximos à Ana. Exitei, mas segui em frente, não sabia quem era e não deixaria Ana sozinha com estranhos, podendo ser alguém de fora da comunidade, com segundas intenções. Quando me aproximei fiquei mais calmo, porém envergonhado, pois estavam conversando e rindo com ela, homens e mulheres. Chamei de longe pedindo minha bermuda e cobrindo meu pau com as duas mãos, ela levantou entre as risadas d todos e me trouxe a bermuda. Vesti e me aproximei identificando a Rafinha, Thiago, Julinha, Flávia e seu marido, um casal mais maduro e umas 3 meninas e uns 2 garotos mais jovens. Pedi desculpas pela minha nudez, mas realmente ninguém estava se importando, Flávia me mandou relaxar pois ali a nudez era admirada e não condenada.
O pessoal se espalhou pela areia uns acendendo baseados outros bebendo algo, outros apenas conversando. Na escuridão notei que Rafinha e Thiago começaram a se agarrar e Julinha sentou de costas e reclamava de ficar na “vela”. Ana então a chamou de longe, ela já chegou reclamando que se não fosse o primo com a namorada, seríamos nós dois a deixar ela segurando vela. Ana disse pra relaxar que eu tinha acabado de tomar um banho gelado no mar e se ninguém me provocasse eu ficaria “calminho”. Lhe ofereceu vinho e a menina aceitou. Perguntamos se Julinha também iria se tornar membro da comunidade e ela disse que não, que era liberdade demais pra ela e que até o primo estava receoso, que era coisa da namorada dele. Disse que eles tiveram que apresentar exames para comprovar a saúde e que não eram portadores de doenças sexualmente transmissíveis para liberação para o ritual. Na hora Ana se engasgou e eu também me assustei. Então o ritual é sexual? – “Isso aí” exclamou a garota. Que doidera! “Já é demais né Pedro?” reclamou Ana, mas eu não tinha o que fazer e também não estava ciente disso. Julinha disse que não tinha o que fazer, não podíamos ir embora no meio da noite e sem opção, poderíamos assistir ou não e que depois iríamos embora, ela pediu pra ir com a gente até a cidade. Julinha olhou para o lado e apontou que Rafinha já estava cavalgando seu primo. “Ao menos Thiago não vai ficar querendo me comer, onde já se viu, querer comer a prima!?” – “Ué? E não comeu ontem?” – Disparou Ana, deixando a menina sem graça. Julinha levantou resmungando e disse que iria dar uma caminhada na praia, eu falei pra tomar cuidado e não ir longe. Rafinha quicava no pau de Thiago e gemia alto, chamando a atenção do resto do pessoal na praia. O grupinho de jovens ria e observava o movimento, quando olhei pro outro lado vi pela silhueta que o cara mais velho comia a Flávia de quatro enquanto o marido dela estava deitado sobre a coroa. Estavam fazendo um swing ali na areia bem à nossa e à vista da garotada. Chamei Ana pra sairmos dali, era gente demais pro nosso gosto. Passamos perto do Thiago e da Rafinha, que ainda quicava loucamente no pau do namorado e jogamos uma piadinha, ela sem olhar mas reconhecendo nossas vozes apenas fez sinal com a mão nos chamando, mas não era nossa intenção participar da festa de ninguém, estávamos mais afim de curtirmos algo sozinhos. Caminhamos até próximo a umas pedras, apenas a luz da lua iluminando a areia e a mata, o céu incrivelmente estrelado e o som do mar nos acompanhando, eu disse que o cenário era perfeito. Ana largou minha mão, deu uns passos à frente e levantou o vestido até a metade da bunda e apoiou as mãos em uma das pedras e empinando a bunda olhou pra trás e perguntou se o cenário era mesmo perfeito. “Mais lindo agora”, falei já a encoxando enquanto ela se desvencilhava já tirando o vestido pela cabeça e jogando sobre mim. Agarrei o vestido e corri atrás da Ana que foi tirando a parte de cima do biquíni e ao girar os exibindo para mim, vi os biquinhos duros entre as marquinhas bronzeadas que já ostentava depois desses dias de sol, fui também tirando a camisa e a bermuda enquanto Ana já tirava a calcinha e colocamos em cima de uma pedra antes de nos jogarmos na água. Nos beijamos com força enquanto com um braço a envolvia a cintura e a outra mão lhe apertava a bunda, ao mesmo tempo que ela forçava seus peitos volumosos contra os meus e me enlaçava com as pernas, rebolando esfregando a buceta contra o meu pau. Ana saiu me puxando pelo meu pau duro para fora d’água e mau chegando à areia parou, empinou a bunda e pediu pra ser comida ali em pé mesmo. Olhei pra baixo e a luz da luma me permitiu ver seus cabelos molhados colados nas suas costas terminando quase tocando no “V” formado pela marquinha do biquíni, lambuzei meu pau com um pouco de saliva e pincelei na sua buceta quando percebi que não precisava de lubrificação extra. Estava totalmente molhada quando enterrei até o fundo e Ana rebolava, empinava e forçava a bunda para trás enquanto se contorcia para beijar a minha boca. Eu apertava seu peito com uma mão enquanto brincava com seu grelinho com a outra, até lhe fazer gozar, perdendo as forças das pernas e quase caindo, a segurei pela cintura estocando mais forte enquanto sentia sua buceta apertar meu pau e escorrer um mel quente pelo meu saco. Parei uns momentos para Ana se recuperar mas ela me mandou sentar na areia, sentando no meu pau começou a reborar loucamente enquanto esfregava os peitos na minha boca, e ao dizer que eu iria gozar Ana saltou e abocanhou meu pau chupando cada gota de leite deixando meu pau limpo. Enquanto acordava do transe vi uma silhueta já ...


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