A viagem – Capítulo 4 – Pedro e Ana

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Capítulo 4 – O ritual
Thiago e Rafinha empolgados, nos acordaram antes do dia amanhecer pois aconteceria um café da manhã e o ritual aconteceria ao nascer do sol. Saí da barraca e vi que vestiam túnicas brancas como romanos e logo notei os peitinhos salientes da Rafinha embaixo do tecido fino e Ana saiu abaixada da barraca olhando para o pau do Thiago que também transparecia, mas de forma incomum foi menos discreta que eu comentando falando para garoto que apontasse “aquilo” para outro lado. Thiago riu e nos apressou para o café onde nos servimos de apenas frutas, sucos, tapioca, etc… Logo foram chegando outros integrantes da comunidade, mas só Rafinha, Thiago e mais uma menina estavam com as túnicas pois eram os iniciantes, todos foram se acomodando em cangas e lençóis em volta de uma espécie de altar de bambu montado na areia da praia e cercado de tochas, que estava mais para um palco. Tinha um cara tocando violão acompanhado de uma menina com um tambor e tocavam uma musiquinha relax. Quando o horizonte começou a clarear indicando que o sol iria nascer em breve, Flávia bateu palmas chamando a atenção de todos e começou um discurso sobre a finalidade da comunidade, a filosofia e outras balelas que não dei muita atenção. Chamou os iniciantes e apresentou aos demais membros, apresentou a mim, Ana e Julinha como convidados do Thiago e da Rafinha e um casal de gringos como convidados da outra menina. Deixou claro que não era para participarmos daquele ritual, mas pela primeira vez abria uma exceção pois foi convencida pelos meninos que estávamos alinhados com a filosofia e poderíamos ser futuros membros (claro que não!). Flávia se dirigiu aos três iniciantes e lhes explicou sobre suas responsabilidades e deveres na comunidade e discursou por uns minutos e perto do sol aparecer conduziu os três até a água, chamando todos para acompanha-los. Como uma espécie de batismo mergulhou um após o outro na água do mar no exato momento que o sol aparecia no horizonte. Achei um tanto patético, mas ao mesmo tempo foi interessante ver os jovens saindo da água com as túnicas molhadas coladas aos corpos e sem nada por baixo. Ana cochichou no meu ouvido que aquilo tudo era motivo pra sacanagem, senão não exigiriam exames para os iniciantes, disfarcei o riso e concordei balançando a cabeça. Todos foram convidados a voltar para o palco e lá no lugar de subir, Flávia posicionou os três na frente da estrutura e anunciou a segunda parte da iniciação, convidados TODOS integrantes para participar, logo levantaram vários casais, alguns casados levantaram e deixaram seus pares e alguns solteiros também. Ao som das palmas dos demais os que levantaram começaram a tirar as túnicas molhadas dos três, só assim reparamos a terceira mulher que era mais velha que o Thiago e a Rafinha, Cláudia aparentava ter mais ou menos uns trinta anos, banca de cabelos castanhos, até bonita, mas nada demais.
Arregalamos os olhos surpresos com a cena, pois já desconfiávamos que seria alguma sacanagem, mas eram umas três ou quatro pessoas em cima de cada um dos três os pegando, os beijando, apalpando, esfregando, lambendo. Julia que estava sentada em uma canga ao lado pulou para a nossa ao lado da Ana e cochichou no ouvido dela: “Nooossa! É muita informação pra minha cabeça!”, “Para nossa também, menina” – Eu respondi. Flávia antes de avançar sobre o Thiago com outras 3 mulheres, distribuiu entre eles umas cascas de coco com óleo que começaram a ser espalhados pelos corpos do três, logo Flávia começou a punhetar o pau, duas meninas tiraram a parte de cima do biquíni e passaram a esfregar seus peitos nele, enquanto uma mulher mais velha se ajoelhava e começava a passar a língua na cabeça do seu pau. Um dos garotos botou o pau pra fora e roçava na bunda da Rafinha, outro apertava seus peitos e revezava os chupando enquanto um coroa esfregava a bucetinha e guiava a mão dela para o seu pau. Talvez por ser mais velha foram com mais fome sobre a Cláudia a colocando sentada no palco e uma menina já a chupava a buceta, dois caras sobre o palco colocavam seus paus na cara dela que revezava entre punhetas e chupadas, uma outra mulher abraçava um dos caras do palco por trás, empurrando o pau na boca da Cláudia enquanto tocava uma siririca. Olhei para o lado e vi Ana e Julinha de olhos arregalados e atentos para cada movimento, sem perceber que os jovens da noite anterior estavam juntos em um lençol grande ao nosso lado, os dois punheteiros e as três meninas já se bolinavam ainda de roupa. Reparei que em volta, algumas pessoas só observavam e outros começavam a participar indiretamente no ritual, cutuquei Ana para que se atentasse, me olhou e perguntou o que eu iria fazer, respondi que não éramos obrigados a fazer nada e se ela quisesse sair dali, era só falar. Ela se tranquilizou e disse para ficarmos mais um pouco pois estava interessante, mas se fosse longe demais, iríamos. Um dos garotos sentou no palanque e puxou Rafinha para que chupasse eu pau, a deixando de bunda empinada, abrindo passagem para o outro que pincelava na sua buceta, o coroa se adiantou e pegou sua mão e a fez pegar seu pau. Thiago já sentado no chão com uma das meninas quicando no seu pau, com a outra em pé de pernas abertas colocando a buceta na sua cara para ser chupada e era beijada pela Flávia, a outra coroa dava um jeito de se encaixar em baixo para lhe lamber o saco. Cláudia era conduzida a sentar no pau do coroa enquanto continuava chupando os paus dos mais jovens, agora dividindo a mamada com a outra mulher. Mais um casal se levantou e se dirigiu até o centro e a mulher se colocou ao lado da Rafinha pedindo para ela dividir o pau que chupava, empinando a bunda se

ajeitou para ser penetrada, mas o grandão que era seu par deu um toque no ombro do garoto que comia Rafinha por trás oferecendo a troca. O garoto aceitou e passou a comer a mulher do cara enquanto ele assumiu a missão de foder a recém iniciada, abaixou um pouco, cuspiu na cabeça do pau e foi enterrando devagar na buceta da Rafinha que ficou na pontas dos pés ao ser penetrada pelo cara que tinha um pau bem maior que do garoto. O Thiago olhou para o lado e viu o cara com o pau muito maior que o dele empurrando na sua namorada e vimos que ele fez uma cara de ciúmes, mas deixou pra lá rapidamente quando a menina que ele comia saltou da sua pica e começou a chupá-lo enquanto a coroa ainda estava lambendo seu saco. Fui pegar um copo de suco e vi que a menina do tambor estava cavalgando um carinha e chupando o cara do violão, que continuava tocando. Voltei rindo e Ana pegou no meu pau falando para eu sossegar, eu respondi que éramos apenas convidados e mesmo se quiséssemos não poderíamos participar, então ela deu uma acalmada mas não largou meu pau, então sugeri que já estava com a mão na massa… Ela travou e disse: “Tá louco? No meio de todo mundo?” – “Ué? Ontem não estava preocupada com olhares!?” – “Mas ontem estava tudo escuro e nos outros dias eram apenas os meninos! Está amanhecendo, já está claro!”. Não me contive a puxei a deitando no meu colo de barriga pra cima, Julinha que estava abraçada com ela quase veio junto mas se equilibrou, no mesmo movimenta já havia colocado o pau pra fora da bermuda e colocado perto do rosto da Ana, que segurou com a mão e virou o corpo de lado como se quisesse escondê-lo, em vão, é claro. Senti que Julinha ficou tensa ao me ver com o pau pra fora, mas parecia estar com mais medo dos cinco que estavam nos lençóis ao lado direito então se aproximou passando pro trás de mim e sentando do meu lado esquerdo, ficando novamente colada a nós. Puxei Umas almofadas e coloquei atrás de mim, inclinando o corpo para trás e Ana que havia ficado deitada de costas para o palco, quis virar de frente para não perder a visão da suruba, ops! Do ritual. Me deu um beijo demorado e deitou na minha barriga puxando minha bermuda pra cima, mas abri o zíper e meu pau pulou pra fora novamente batendo no rosto dela e reclamou: “Guarda isso! Tá na minha cara!”, Não dei ouvidos pegando a mão da Ana e a fazendo pegar que reclamando, mas com os olhos fixos na bagunça que acontecia na frente começou a subir e descer devagar. Julinha ao lado se distraiu por um segundo da putaria geral e olhou pra gente e resmungou: “Ihhh, se empolgaram”, a puxando pela cintura como braço esquerdo a colando na gente. Ana já em transe começou a dar beijinhos no meu pau que já estava na direção da sua boca, olhei para o lado e a garotada da direita já estava fodendo sem mais pudores, uns deles já notando que os convidados também estavam mesmo que indiretamente participando da festa. Apenas levantei um pouco a pelve e Ana abriu a boca, permitindo que a cabeça do meu pau entrasse, começando a chupar devagar enquanto eu fazia os movimentos. Aproveitei e desci a mão para sua bunda, que estava coberto pelo seu curto vestido, levantando sua perna direita que abriu sem nenhuma resistência, que chamou a atenção de alguns à esquerda, que fixaram os olhares na sua calcinha. Afastei para o lado sua calcinha já melada e passei dois dedos no seu grelinho e abris seus pequenos e grandes lábios quando ela resmungou tirando meu pau da boca: “Os meninos estão vendo minha buceta!” – “As meninas também” respondi brincando, quando ela abocanhou meu pau novamente revirando os olhos pelos movimentos dos meus dedos. Enquanto com a mão direita masturbava a Ana, com a esquerda desci até a bunda da Julinha que desviou o olhar da suruba e olhou para Ana e vendo que Ana me chupava, empivou a bunda permitindo que eu tocasse sua buceta por cima do shortinho largo. Apertei sua bunda, puxando e ela deixou o corpo cair em direção a Ana, a dando um beijo no rosto, que logo virou um beijo das duas, Ana segurou o queixo da Julinha com a mão esquerda e guiou para o meu pau que segurava com a mão direita. Afastei o shortinho largo e Julinha se empinou mais ainda para facilitar e comecei a brincar com o grelinho da menina com a mão esquerda. Masturbava as duas enquanto elas chupavam meu pau, se beijavam e levei os dedos melados para suas bocas para que me dessem mais saliva para lubrificá-las ainda mais, e nessa brincadeira, troquei as mãos e falei para elas sentirem o gosto uma da outra. Nessa altura uma das meninas e dois garotos do grupinho dos cindo já nos olhavam fixamente, enquanto a outra era comida pelos demais. Saí da posição e com Ana ainda deitada de lado, tirei sua calcinha para a alegria da meninada que puderam ver agora sem empecilhos a buceta dela, já com os primeiros raios de sol diretos iluminando toda a cena. Me encaixei por trás dela e mandei Julinha virar e chupar sua buceta, e quando a menina se deitou teve os quadris puxados por Ana que arrancou seu shortinho, colocou sua calcinha de lado e começou a chupar sua bucetinha como se fosse uma boca, enquanto escorreguei meu pau pelo grelo da Ana e empurrei na boca da Julinha. Ana cheia de tesão desceu uma das mãos até meu pau o tirando da boca da Julinha e apontando para sua buceta, que fui enfiando devagar, mas entrou escorregando fácil de tão molhada que estava. De espectadores viramos espetáculo, pois a garotada se ...


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