A viagem – Capítulo 5 – Pedro e Ana

Loading

Capítulo 5 – A hora de partir
Estávamos arrumando nossas coisas para ir embora quando Julinha chegou dizendo que queria ir embora com a gente, mas estava receosa de ficar sozinha na cidade já que o primo e sua namorada ficariam na comunidade, avisamos que teríamos estávamos voltando para o Rio e não poderíamos fazer companhia para ela, que era melhor ficar na comunidade, mas ela retrucou: “Mas o Thiago fica tentando me comer o tempo todo, fora que daqui a pouco é um daqueles velhos que vai me perturbar”. Ana a acalmou dizendo que bastava ela dizer não que ninguém iria forçar nada, dava para perceber pela filosofia do lugar que nada era forçado. Julinha saiu fazendo uma carinha triste dizendo que não fôssemos embora antes de nos despedir dela.
Antes da hora do almoço Thiago e Rafinha voltaram com Julinha correndo e esbaforidos: “Vocês já vão embora? Dá tempo de pegar mais uma praia, almoçar e vocês vão no meio da tarde que pegarão a trilha ainda com tempo de sobra”. Ana disse que realmente iria dar tempo e queria dar a última reforçada no bronzeado, já foi pegando biquíni, separando sua bolsa com suas coisas e as meninas começaram a pular de felicidade em uma atitude mais infantil do que de jovens recém ingressados na vida adulta. Catei minhas últimas bebidas coloquei na bolsa e corri na cozinha da comunidade para arrumar gelo, quando encontrei com Flávia e falei que ainda teríamos algumas horas antes de partir então ela sugeriu que fossemos conhecer a praia pequena, que era há alguns minutos de caminhada em uma trilha curta e ainda mais paradisíaca que a praia da comunidade. Ela se prontificou a nos guiar com o seu marido. Ao chegar na praia pequena Ana já foi se livrando das roupas acompanhadas da Rafinha e Julinha, estenderam as cangas na areia e começaram a passar protetor, uma pedindo ajuda a outra, começaram a se esfregar, rindo e já atiçando a gente que observava. Flávia abriu um lençol em uma vegetação rasteira como grama na sobra de uns coqueiros, onde sentamos e abri uma cerveja, entregando outra para o Thiago, oferecendo para os outros dois que se recusaram por não beber, seu marido então começa a dedilhar o violão. Thiago vidrado no corpo da Ana enquanto sua namorada e sua prima passavam protetor nela, quase babava quando eu disse para ele acordar, o garoto riu e disse que elas eram muito gostosas e estavam nos atiçando de propósito. Pensei: “Elas os cambau! Ele estava babando a gostosa da minha mulher, não as meninas que ele estava acostumado” e é Claro que estavam, mas não precisávamos nos desesperar. Tirei a bermuda e fui dar um mergulho e o Thiago me acompanhou, foi bom pro garoto se acalmar, mas a calma não duraria muito pois quando saímos do mar as três estavam deitadas de bruços pegando sol com a parte de cima desamarrada, com suas lindas bundas em biquínis mínimos viradas para cima e começaram a brincar comigo: “Nooossa! Parece um sereio saindo do mar!” – “Que mané sereio Rafa! É Tritão” – “Meu marido tá mais para Poseidon!” – “Você tá certa! Poseidon, um Deus grego”. Thiago ficou meio enciumado, mas Ana disse pra Rafinha que tinha que valorizar o namorado porque ele era gostosinho e iria se tornar um gostosão como eu. Me aproximei pingando água do meu corpo sobre elas e sacudindo meus cabelos com as mãos respinguei ainda mais, aí Rafinha sempre mais sapeca virou de lado expondo os peitinhos com biquinhos ouriçados e reclamando que tinha ficado arrepiada com a água gelada, quando Ana fez o mesmo e perguntou para Julinha se também não estava, ela mais comportada apenas torceu um pouco o tórax e mostrou apenas um dos biquinhos. Todos rimos e fui pegar mais duas cervejas na bolsa enquanto Flávia e seu marido continuavam na sombra com o violão. Ao voltar com as cervejas eles estavam conversando e Thiago sentado de frente para as três, sentei ao seu lado e tínhamos a visão dos rostos, acima as bundas e vez em quando se levantavam um pouco exibiam seus peitos para nós, percebi que Rafinha não irava os olhos do volume da minha sunga quando Julinha chamou a atenção do Thiago que estava apenas de short e sem cueca e deixava o pau já duro escapar pelo lado. Ana retrucou para a menina parar de reclamar pois o que era bonito era pra se mostrar, dando uma empinada na bunda, se apoiou nos cotovelos liberou os peitos e passou a mão no pau do garoto, olhando para Rafinha que prontamente entendeu o desafio e puxou a parte da frente da minha sunga libertando meu pau, que também já duro bateu na minha barriga. Em um movimento que pareceu até combinado eu e Thiago abrimos mais as pernas e tive meu pau abocanhado pela namorada dele enquanto ele teve o seu abocanhado pela minha mulher. Julinha disse que a gente não tinha jeito, mas ficou de joelhos pegando no meu pau e punhetando enquanto Rafinha mantinha a cabeça dentro de sua boca, chupando com vontade. Ana pegou a mão esquerda da garota e guiou para o pau do seu primo, ela relutou um pouco mas Ana forçou e ele acabou cedendo, o garoto virou a cabeça para trás quando sentiu a mão da priminha e ao voltar a chupá-lo, Ana começou a guiar a mão da menina para que fizesse movimentos de vai e vem. Rafinha virou um pouco de lado e chamou Julia: “Jú! Chupa aqui um pouquinho comigo…” Passando a lember meu saco, deixou meu pau apontando para cima esperando a menina que me olhou e tombou o corpo para a direita encaixando a cabeça do meu pau entre seus lábios. Ficou de ladinho e Ana ainda chupando o garoto, puxou o biquíni na menina de lada expondo sua bucetinha, permitindo que Thiago começasse a brincar de dedilhar seu grelinho e enfiar o dedo da prima. Estava massageando seus peitinhos quando a Ana a puxou dizendo “Agora me ajuda aqui que meu maxilar já está ficando dormente…”. A menina resmungou, relutou mas ao se puxada pela Ana foi virando devagar para o outro lado para fazer exatamente o que fazia comigo, pegou o pau do primo novamente olhou pra ele e reclamou: “Você tá gostando né filho-da-puta?”, fez como se fosse dar um estalinho na cabeça e foi escorregando, abrindo a boca devagar e deixando o restante do pau entrar, aproveitei que agora sua bucetinha estava virada para meu lado e comecei a brincar, quando a Rafinha começou a revezava entre chupadas no meu pau e na buceta da priminha do namorado. Olhei para cima e Flávia com o

Marido nos observavam com um ar de extrema naturalidade, mas ouvi vozes e quando olhei para a trilha vi que chegavam os cinco jovens que já conhecíamos. Fiz menção em me recompor mas Ana colocou a mão na minha perna como um sinal para que eu não me movesse, falou para todos: “Gente, não vamos nos limitar por causa deles! Vamos que está muito bom.” Fiquei surpreso com a liberdade da minha mulher que não era assim normalmente, mas ao mesmo tempo com muito mais tesão, pensando no que poderia acontecer.
Os cinco foram para onde estava a Flávia e em seguida a irmã mais velha veio até a gente, dizendo que a Flávia queria falar conosco, achamos que ela iria reclamar de algo então nos recompomos, as meninas amarraram a parte de cima dos biquínis e esperamos um instante para os paus amolecerem. Flávia sorria quando chegamos perto então não entendemos, mas ela logo começou com aqueles papos novamente sobre a filosofia da comunidade, blá blá blá, que mais cedo no ritual pensou em repreender a garotada que “invadiu nosso espaço”, mas notou uma “harmonia” e tal… Não entendi bem, apenas dissemos que não havíamos nos importado com a “intromissão” da manhã, não falei, mas ficamos incomodados com a interrupção de agora, mas ok… Sentei ao lado da bolsa térmica para pegar mais uma cerveja e Flávia pediu para eu esperar. Porra! Atrapalhou a nossa brincadeira, não deixou pegar minha cerveja, já queria ir embora pra casa. Ela então revelou que após o ritual o Thiago e a Rafinha pediram para armar uma despedida para gente. Pediu para sentarmos e quando o violão começou novamente as 3 meninas vestidas apenas de biquíni e cangas amarradas na cintura que nada escondiam, começaram uma performance na nossa frente, pegaram na mão da Rafinha que começou a imitá-las ainda sem jeito. Em certo momento os dois garotos se juntaram e levaram o Thiago junto, que tentava imitá-los passando as mãos nas meninas que dançavam sensualmente, e quando o garoto mais velho puxou as cortininhas do biquíni da Rafinha para os lados, o garoto mais novo fez o mesmo com a namorada do seu amigo que era a irmã mais velha, Thiago imitou o movimento com a irmã mais nova. Pensei: “Opa! Não poderia ser diferente dos que já estava acontecendo nesses dias”. Como sempre Julinha colou na Ana enquanto assistíamos a performance e começaram a ficar animadas quando a terceira menina começou a lamber o biquinho do peito da irmã mais nova, que rebolava no pau do Thiago e não demorou em perder o short puxado pela menina que quando abaixado, levou seu pau e ao ser libertado, subiu encaixando na bunda da menina que revirou os olhos. Todos movimentos eram meio que combinados e eles repetiam o que os outros faziam, assim os outros dois garotos também já tinham as bermudas tiradas pelas meninas, que continuavam com a parte de cima do biquíni, mas com os peitinhos de fora, sem parar de dançar um segundo. Ana sentada no meu colo e Julinha sentada ao lado rebolavam, entrando no clima da parada, e eu já estava de pau duríssimo quando Ana deu uma rebolada empinando mais a bunda e tocou meu pau com a buceta, se arrepiando toda quando a beijei o pescoço, apertou Julinha pela cintura e subiu até seu peitinho esquerdo, que ao puxar o biquíni, revelou que a menina já estava excitada com o biquinho do peito em riste. As meninas viraram de costas e em um movimento só tiraram a parte de baixo do biquíni pelos pés empinando a bunda, exibindo as bucetinhas na nossa direção e deixando apenas as pequenas cangas amarradas nas cinturas, com exceção da Rafinha que não possuía esse item e ficou nua na parte de baixo. Três delas seguraram nas cinturas dos garotos e subiram dando uma lambida nos seus paus, subindo e encaixando suas nádegas nos garotos. A terceira garoto estava dançando sozinha e apontou para mim me chamando com o dedo. Quando pensei que Ana iria me segurar ela fez o contrário, me empurrou para eu ir participar, levantei e fiquei de pé ao lado do garoto e minha sunga foi retirada pelas meninas para não ficar diferente dos demais. As meninas mudaram de posição e a mais alta delas veio dançar comigo, a mais novinha com o cunhado, a mais velha com o Thiago e a Rafinha com o outro garoto, rebolando elas passavam os bicos dos peitos na gente enquanto nossos paus passavam pelas suas barrigas, viravam de costas e eu e Thiago imitando os outros dois percorriam os corpos das meninas. Ana e Julinha levantaram e começaram a imitar a coreografia, para ficar mais fiel amarraram cangas na cintura deixando quase tudo descoberto e tiraram os peitos para fora sem tirar o biquíni e tiraram a calcinha fazendo o mesmo movimento que as outras meninas fizeram. Quando abaixaram mostrando suas bucetinhas por trás ficamos hipnotizados, antes das meninas perceberem e darem uma esfregada forte para chamarem nossa atenção novamente. Até a Flávia mesmo acostumada com aquelas doideras se empolgou e começou a bater uma punheta para o marido que continuava tocando violão para não interromper a dança. As meninas nos puxaram e nos jogaram sentados na parte gramada que era mais alta que a areia e continuaram sua performance que era praticamente uma “lapdance”, Ana deixou Julinha sentada ao meu lado e a usava como se fosse seu parceiro na performance imitando as meninas. Claro que minha mulher roubava minha atenção e a menina puxava meu rosto toda hora, mas Ana não esperava que a performance evoluía e as meninas começaram a trocar de posição a obrigando a ir dançar para os outros também. A molecada ficava louca quando era sua vez de receber a dança da Ana, era a mais gostosa ali e percebi que também estava gostando de provoca-los, deixando de imitar as meninas e fazendo sua própria coreografia. Em determinado ponto da coreografia a menina mais velha, que conduzia a coreografia, montou no garoto mais novo e ficava rebolando, todas outras seguiram e deu tempo de acompanhar quando Ana montou no garoto mais velho, Rafinha montou no próprio namorado, a terceira menina pulou no colo da Julinha e a mais novinha montou em mim. Foi automático o garoto passar a chupar os peitos grandes e firmes da Ana, que me olhou e riu antes de começar a rebolar e jogar a cabeça para trás, como não usávamos as mãos, o movimento de rebolar que ela fazia era para tentar encaixar no pau do garoto, então também relaxei quando a novinha procurava fazer o mesmo e senti sua bucetinha completamente melada passar na cabeça do meu pau, e ...


Please enable / Bitte aktiviere JavaScript!
Veuillez activer / Por favor activa el Javascript![ ? ]