A viagem – Pedro e Ana

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A viagem
Prefácio:
Vou contar os fatos ocorridos em uma viagem comum, que acabou se transformando em uma experiência inesquecível. Por motivos óbvios usarei nomes e algumas informações fictícias para proteger a identidade de todos.
Sou Pedro, tenho 26 anos, branco, 1,90m e 90kg, não sou rato de academia mas meu biotipo me favorece, sempre chamo atenção das mulheres em qualquer lugar, logo me considero um homem bonito. Sou casado com Ana, 23 anos, 1,70m, 65kg, morena de longos cabelos pretos, seios grandes e firmes, bunda redonda, pernas grossas e cintura fina. Linda.
Sempre tivemos uma vida sexual muito satisfatória, com algumas brincadeiras, fantasias, mas conservadora de certa forma. Após 3 anos de casamento já estava um pouco rotineiro, fazia um tempo que não fazíamos sexo em um local inusitado, sempre em casa, em um motel, etc… Mas uma viagem para uma praia distante estava prestes a dar uma esquentada nas coisas.
Capítulo 1 – O camping
Ao arrumar as malas já estávamos falando em fazer sexo na praia, como fazia tempo que não fazíamos. Prendi as coisas na moto e na segunda bem cedo e pegamos a estrada, no começo da tarde chegamos a esta vila distante da cidade. Logo percebemos que estava bem vazia, fora de temporada e no meio de semana, nos animando pois teríamos privacidade para umas brincadeiras ao ar livre sem interrupções.
Optamos em ficar em um camping bem no meio da vila, em frente à praia, no lugar de uma pousada, justamente para fugir um pouco da rotina. Passamos o dia na praia em frente ao camping e Ana ficou se bronzeando, segundo ela para ficar com uma marquinha gostosa para mim, e é claro que fiquei animado. Dava para notar que chamávamos atenção dos poucos turistas que haviam na cidade, que olhavam Ana pegando sol com um pequeno biquíni e seu lindo bumbum para cima e também meu físico enquanto saía do mar e sentado ao seu lado bebendo uma cerveja. Confesso que por mais de uma vez ficava com meu pau duro e acabava sem querer transparecendo para alguns olhares o volume dentro da sunga. Ana vendo isso me disse: “Vamos lá na barraca dar um jeito nisso aí pois já estou com ciúmes das mulheres olhando para o seu volume aí”. Respondi que era culpa da sua bunda deliciosa bronzeando no sol e que se fosse assim também teria que ficar com ciúmes de todos que passavam babando você. Fomos para a barraca e antes de fechar o zíper Ana já estava tirando meu pau da sunga e colocando na boca. Afastei seu biquíni cortininha para os lados e passei a massagear seus peitos. Coloquei-a deitada, colocando puxando seu biquíni de lado e comecei a chupar seu grelinho. Ana aperava os peitos com uma mão e com dois dedos da outra mão abria a bucetinha depilada para facilitar o trabalho da minha boca. Quando estava quase gozando ela me pediu para enfiar meu pau e lhe atendi prontamente. Coloquei-a de quatro e enquanto bombava ela brincava com deu grelinho com os dedos. Não demorou muito para se contorcer enquanto gozava, logo ela disse rindo: “Goza na minha boca para não sujar a barraca”. Gozei litros na sua boquinha, que engoliu até com dificuldade, lambeu os lábios e disse que agora poderíamos voltar para a praia sem que eu ficasse de pau duro. Curtimos o resto do dia ao sol e algumas cervejas e percebemos os já poucos turistas estavam indo em bora no fim daquela segunda-feira. Na terça de manhã o camping estava vazio e só tinha nossa barraca, porém por volta das 10 horas uma senhora chegou com sua filha, uma branquinha de olhos verdes de uns 25 anos, e começaram a montar sua barraca em um canto com dificuldade, fui ajudar. Ana ainda dormia quando terminei e

a senhora e a moça me agradeceram e quando me despedia Ana saiu da barraca e já notei sua cara de ciúmes quando me viu conversando com as duas mulheres. Notei que a moça olhou Ana (de baby doll) de cima abaixo. “Muito solícito, você” – Disse Ana com ciúmes, logo ri dizendo que se alguém interessou para a moça, não fui eu. Curtimos a praia vazia, almoçamos, passeamos de moto pela região e no fim da tarde voltamos para a praia na frente do camping, encontrando com a senhora e a moça de olhos verdes. Aí nos apresentamos: Dona Marta era mãe de Carla, uma branquinha, magra de olhos verdes, bonitinha, seios pequenos, bundinha pequena e redondinha, barriguinha chapada, feminina, mas dava pra perceber que era lésbica ao conversar. Fora que não tirava os olhos da Ana.
No começo da noite D. Marta jantou e foi dormir sob os protestos da “Carlinha”: “Vou ficar sozinha?” . D. Maria disse que tinha os amigos do Rio pra fazer companhia. Pronto… Não poderíamos fazer nenhuma sacanagem por conta da companhia, mas por educação disse que não teria problemas. Para tentar agradar a Carlinha disse que tinha duas garrafas de vinho pois queria esquentar um pouco pois o vento na frente do mar derrubava a temperatura à noite. Fui ao mercadinho da vila comprar umas cervejas e petiscos e surpreendentemente achei espumantes (Ana adora). Ficamos bebendo, comendo e ouvindo som no refeitório do camping, que ficava bem de frente para o mar. Já por volta das 22 Ana e Carlinha já estavam alegres e rindo bastante, Ana já não demostrava mais aqueles ciúmes de cedo. Carlinha volta e meia elogiava a Beleza de Ana e já sob o efeito do álcool se permitia falar com mais intimidade: “Ana! Seus peitos são de silicone?” Caímos na risada… “Não são não” – Protestou Ana. “Posso pegar pra ter certeza? Tô duvidando!” . Ana quase engasgou com o espumante e me olhou. “Não olha pra mim, até mais cedo você estava com ciúmes achando que a Carlinha estava me dando mole”. Carlinha logo disse que apesar de ser lésbica, tinha me achado muito bonito, mas que Ana era muito mais. Rimos novamente e Carlinha insistiu: “Vai deixar ou não? Ainda duvido que esses peitos são de verdade”. Ana concordou meio sem graça e Carlinha encheu as mãos com os peitos de Ana. Rindo, puxei o biquíni pros lados libertando os peitos de Ana nas mãos da Carlinha. Ana deu um pulo, mas como estava com a taça não mão não conseguiu cobrir os peitos. Eu disse “Aí Carlinha nem precisam do biquíni pra segurá-los, são em pé assim mesmo”. Carlinha ficou hipnotizada com aqueles peitos morenos, com marquinhas, bicos duros e em pé. Lambeu os lábios e Ana ficou brava. “Que é isso amor?”. Carlinha riu e disse “liga não homem adora ver duas mulheres se pegando”, já com segundas intenções. Ana me olhou com olhos arregalados e eu apenas ri. Carlinha então pegou a mão de Ana e colocou sobre seu peito dizendo que não eram grandes e bonitos quanto os seus. Ana que nunca havia tido nada com mulheres se deixou levar pelo clima de sacanagem e levantou o biquíni da Carlinha expondo seus peitos pequenos, branquinhos e pontudos. Carlinha expôs novamente os peitos de Ana que dessa vez não os cobriu, beijando um deles, logo começou a lamber e chupá-los. Ana disse que poderia chegar alguém e eu disse que estava ali, de olho.
Carlinha começou a subir beijando o pescoço de Ana enquanto ainda segurava o seus peitos, logo chegando à boca e a beijando. Ana sem saber o que fazer me olhava e vendo que aquilo estava me excitando se permitiu beijar. Meu pau já estava duro sob a sunga, então me ...


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