Acampando com mamãe

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Acampando com mamãe

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amadeus69
Incesto

Era véspera de feriado e minha mãe estava animada com a folga que teria do trabalho. E eu, claro, animado com o recesso da escola que já havia algum tempo que não tinha. Minha mãe estava com 38 anos nessa época e eu com 18, morávamos sozinhos desde que minha irmã mais velha se mudou para fazer faculdade de medicina em outra cidade. Fazia um calor insuportável nessa época, e minha mãe, com toda sua animação, não queria desperdiçar nossa folga passando calor dentro de casa. Sendo assim, resolveu programar um acampamento para passarmos o feriado fazendo algo diferente da rotina e refrescar do calor ao ar livre. Eu sempre fui muito caseiro, logo, eu não me sentia muito animado com esses tipos de programas, mas, de fato, seria algo para quebrar a mesmice do dia a dia. Fomos ao supermercado comprar os mantimentos para nosso acampamento, que duraria uns 3 dias. Compramos também uma barraca que comportaria nós dois. Resolvemos acampar em uma serra próxima de nossa cidade, onde já é costume de pessoas irem com esse mesmo propósito. Chegando lá, já era final de tarde, e notamos a presença de alguns campistas em alguns locais da serra. Achamos um lugar mais plano para nos instalarmos, que ficava a uns vinte metros dos campistas mais próximos. A alegria de mamãe quando chegamos lá em cima da serra era nítida:

– Nossa!! Faz tanto tempo que quero um descanso, filho… Falou entusiasmada.

– Pois é, eu também…não aguentava mais aulas kkk.

– Vamos esquecer de trabalho e escola esse feriado, vamos curtir essa natureza, esse clima…e deu um suspiro de alívio.

– Com certeza, mãe.

– Pena que sua irmã não pode vir, ela ia adorar acampar com esse calor… Você pode ir montando a barraca enquanto pego água na mina?

– Posso, sim.

Então, comecei a montar a barraca seguindo um pequeno manual de instruções, enquanto minha mãe pegava umas garrafas para encher de água em uma mina que não ficava muito distante. Quando ela retornou, eu ainda não havia terminado de montar, então, me ajudou a finalizar. Ao terminarmos, fizemos um certo silêncio olhando para barraca e, quando olhei para cara de mamãe, percebi que, obviamente, estávamos pensando a mesma coisa: como a barraca era pequena. Mas nem comentamos nada, apenas pensamos. Percebi que a noite seria longa, pois sou espaçoso para dormir e, naquela barraca, seria impossível ter uma noite de sono confortável. Mas deixei rolar e comecei a juntar galhos para acender uma fogueira com o intuito de preparar alguns aperitivos, como o clássico marshmallow na fogueira.

Fizemos alguns petiscos na fogueira, conversamos bastante sobre os mais diversos assuntos, falamos bobeiras, jogamos baralho, brigamos com alguns mosquitos. O pessoal dos acampamentos ao lado estavam bebendo, ouvindo músicas sertaneja, funk, algumas mulheres gritavam putarias, dançavam com os homens. Quando vimos, o relógio já marcava 00:00h e os campistas mais próximos já estavam mais calmos, sem fazer muito barulho. Muitos já tinham ido dormir ou transar em suas barracas, ao que aparentava.

– Parece que o pessoal finalmente cansou, hein…disse minha mãe, se levantando e espreguiçando.

– Também…ficaram bebendo a noite toda, devem estar mortos kkk.

– Estou com sono, mas esse calor está demais, vou me molhar na mina e já volto…disse minha mãe já indo para lá.

Realmente, o calor estava de matar, eu estava suando e até com o corpo coçando de tão quente. Passados alguns segundos ela retorna, com o cabelo molhado, e um pouco da regata que vestia molhada também, procurando uma toalha na mochila que estava na barraca e avisando que iria se secar e deitar-se, pois queria levantar cedo para ver o sol nascendo. Eu também fui até a mina me refrescar um pouco e depois retornei para apagar a fogueira e me preparar para dormir. Ao voltar, me sequei, apaguei a fogueira e já fui para barraca me deitar também. Quando entrei, minha mãe estava deitada no meio da barraca e logo se moveu para o lado, deixando espaço para eu deitar:

– A barraca é apertada, mas a gente dá um jeito kkk…disse minha mãe dando risada.

E eu fui deitando ao

lado dela e me acomodando como conseguia. Até que nos confortamos mais ou menos. Após alguns segundos eu comentei:

– Acho que compramos a barraca errada, mãe kkk essa aqui acho que foi feita para uma pessoa…kkk

– Estou achando isso também kkk, mas dá para passarmos esse feriado…talvez, não sem dor nas costas kkk brincou minha mãe.

Já fazia uns vinte minutos que eu tentava dormir, mas não consegui, o tamanho daquela barraca realmente incomodava. O calor também não ajudava em relação a isso, e tanto eu como minha mãe nos mexíamos muito. Em algumas dessas mexidas, acabávamos roçando um no outro, inevitavelmente. Até mesmo sua bunda raspava em minha virilha hora ou outra, mas nada dizíamos, afinal, não era de propósito, estávamos apenas tentando ficar o mais confortável possível para que o sono viesse.

Minha mãe vestia uma regata branca e um shorts jeans curto e eu estava com uma camiseta branca também e uma bermuda mais fina. Em dado momento, nos aquietamos por alguns minutos, então decidi tirar a camisa para aliviar o calor e assim o fiz, jogando-a num canto. Minha mãe, que também não tinha conseguido dormir ainda, viu meu movimento tirando a camisa e comentou:

– Achei que tinha conseguido dormir, filho…

– Tá complicado nessa barraca minúscula kkk

– Pelo menos, você pode tirar a camisa numa boa nesse calor kkk

– Você também pode, mãe, qual o problema? Falei sem maldade alguma…

– Quer saber, ninguém vai ver mesmo…Ela disse, já fazendo um movimento mais ligeiro, meio atrapalhada pelo espaço pequeno para se movimentar, e tirou a regata dela. – Bem melhor!! Talvez agora a gente consiga dormir… Disse suspirando…

Eu, sem pensar duas vezes, retirei também minha bermuda, num movimento semelhante ao dela, para me livrar o máximo possível daquele calor infernal. Já que ela poderia ficar de sutiã, eu poderia ficar apenas de cueca, pensei. Mamãe ficou surpresa com meu movimento repentino:

– Que isso, menino, até me assustou kkk

– Ah, já que a senhora tirou a regata também, não vou ficar com essa bermuda me esquentando aqui…

Mamãe fez silêncio por alguns poucos segundos, olhando para seu shorts, como se estivesse pensando melhor, e também o retirou, concordando com meu argumento anterior.

– Pronto…Disse jogando o shorts em um canto e se ajeitando novamente no seu lado.

Nossa barraca estava montada a céu aberto e era feita de um tecido fino, que permitia a claridade de fora penetrar no seu interior e, como a lua estava cheia nesse dia, era possível enxergar muito bem dentro da barraca, como se houvesse uma luz natural lá dentro. Mamãe estava deitada de barriga para cima com uma perna esticada e a outra mais dobrada. E eu também estava deitado virado para cima, e dava para ver claramente o corpo dela (essa posição que estávamos agora foi a que nos deixou mais bem alocados dentro da barraca, qualquer outra já era desconfortável e inevitável nos encostarmos). Ela estava com um conjunto branco de sutiã e calcinha rendada. E era possível ver que sua pele estava suada nas pernas, na barriga e nos seios, que eram grandes, por sinal. E, sem explicação, essa situação começou a mexer comigo, estranhei um pouco a sensação, pois era minha mãe quem estava ali.

Mas, até este momento, tudo estava normal, exceto pela sensação desconfortável que eu sentia sem entender muito bem. Porém, quando me cansei da posição que eu estava, depois de um tempo nela, precisei mudar e, pelo visto, ela também já estava desconfortável daquela forma. Então eu me virei de lado, ficando de costas para minha mãe e minha mãe acabou virando de frente para mim. Ela ficou de conchinha comigo. Minha bunda acabou ficando em sua virilha. Dava pra sentir sua calcinha encostando em minha bunda por cima da cueca. Mesmo sem encostar, dava pra sentir que seus seios estavam há poucos centímetros de distância das minhas costas. Em determinado momento, ela se mexeu tentando se acomodar, e acabou forçando mais sua virilha em minha bunda e seus seios apertaram minhas costas com uma pressão considerável, o que causou ...


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