Agora sim, virei puta.

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Sim, faz tempo que não escrevo, mas o que vou relatar agora não é um conto fictício, ou uma transa real com história fictícia. Tudo o que relato aqui aconteceu mesmo, só troquei os nomes para não comprometer os envolvidos.


Tudo começou há duas semanas atrás. Separei-me de minha mulher no final de 2005, mas desde então não tinha tido nenhuma aventura, exceto uma namoradinha aqui e ali. Mas um dia, não aguentei. Precisava me sentir menina outra vez. Precisava de um macho. Com a cara e a coragem, fui a um shopping em busca de roupas. Não podia eliminar meus pêlos, mas ao menos poderia vestir uma lingerie e me sentir menina. Vestidinho curtinho, calcinha de lacinho e o melhor. Meias 7/8 com cinta-liga. Claro que naquela noite entrei num chat, mas não consegui nada. Tem muita gente enrolada por aí. Até que alguns dias depois encontrei o Marco no chat.


Ambos fomos diretos. Queria conhecer um macho, ele queria um viadinho. A esta altura, nem pensava tanto nas roupinhas, queria apenas sentir um macho me comendo. Quando ele me perguntou se eu não usava calcinhas, fui ao delírio. Disse que prepararia uma surpresa para ele. Marcamos para a mesma noite. Loucura. Marco morava pertinho de casa. Vesti toda minha lingerie por baixo das roupas de homem e levei o vestidinho numa sacola. Cheguei, apresentamo-nos e corri ao banheiro para terminar minha produção. Quando saí, Marco me olhou de cima abaixo e me pediu para rebolar. Claro, obedeci, mas não sabia o que estava por vir. Quando ele ergueu a minha saia e viu a calcinha e a cinta-liga, ficou louco. Marco só olhava, mas sua respiração pesada e sua voz suspirada me mandando rebolar já davam mostras do tesão.


Logo tirei a pica de Marco pra fora e comecei a chupar. O tamanho certo, a grossura certa. Marco enchia a minha boca e ainda sobrava pica. Deliciei-me. Lambi, lambi, e quando chupei a cabeça, ouvi um gemido que me transformou. Aaaaaaaah. Estava dando prazer a um macho. Marco segurou a minha cabeça e socou a pica no fundo de minha garganta. Engasguei-me.


Você não quer pica, putinha? – disse Marco, num tom autoritário

S.. sim.. quero. – respondi, apreensiva

Então deixa de frescura e engole.


Aquilo era demais. Tudo bem,

eu gosto de chupar pica, mas engolir sempre me engasgou. Era muita humilhação. Mas não conseguia dizer não para aquele homem. Abri a boca, relaxei e soquei a pica até a garganta. Era sufocante. Não conseguia respirar. Aguentei uns bons três segundos e tirei.


Fala que você gostou de engolir pica.

Gostei.

Gostou do que?

De engolir sua pica.

Então engole de novo.


Ai, lá ia eu mais uma vez. A pica tocou minha garganta. Sufoquei-me. Outro gemido daqueles. Estava sendo usada. Pela primeira vez realmente usada. Já fui comida com carinho, com firmeza, mas sempre de forma meio consentida. Ali não. Por mais que eu tivesse entrado ali de livre e espontânea vontade, não planejava engolir pica daquele jeito. Gosto do gosto da pica, do cheiro da pica, da sensação de chupar pica, mas sempre me engasguei com facilidade. Foram dois segundos de pica na garganta, e Marco começou a socar. Uma, duas, três, quatro vezes. Que sufoco. Isso era ser mulher. Engasguei-me de novo. Marco se divertiu.


Você aprendeu rápido putinha. Vai. Soca na garganta. Engole, engole.

Adoro engolir sua pica. Eu quero engolir mais.

Então vai, putinha. Engole.


Respirei fundo, engoli a saliva e mais uma vez a pica tocou minha garganta. Estava entregue àquele macho. Tudo o que ele me pedisse eu faria. Ele socava, socava, socava. Só quando eu me engasgava, ele tirava a pica e me dava alguns segundos. Minha boca era uma buceta, que ele fodia como bem entendia. Nenhuma mulher faria aquilo. Não, ninguém seria capaz de suportar aquilo. Mas ele me dominou e me transformou em uma puta de verdade. Abria a boca e sentia sua pica entrar até o fundo. Ele tirava inteira e, sem segurar minha cabeça ou direcionar com a mão, socava lá dentro de novo. Eu não ousava mover o rosto, afastar a cabeça ou tirar a boca do caminho. Muito pelo contrário. Procurava aquele pau. Ver sua virilha indo e vindo, seu quadril se movendo bem na minha cara, seus pentelhos tocando meu nariz. Seu gemido profundo enquanto ele metia e mexia a pica bem fundo na minha garganta, faziam me sentir mulher como nunca me senti antes. Estava dominada.


O próximo passo foi óbvio. Bastou uma ordem  Fique de quatro, putinha  e logo estava com a bunda arrebitada, ...


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