Ana, sodomizada pelo sogro e o amigo dele.

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O cenário é uma missa de sétimo dia. Zélia perdeu sua mãe e Ana, sua nora, a ampara durante toda a missa. Mario, filho de Zelia, está ao lado delas. Jarbas, marido de Zélia, não quis comparecer à missa, justificando que não era bom se emocionar tanto, já que gostava muito da sogra.
Algumas filas atrás estava Bento. Ele fora casada com a irmã de Jarbas e tinham se divorciado. Bento esperava conversar com Jarbas, já que ele era o advogado da irmã, na intenção de resolverem da melhor maneira a questão entre eles.
Ao término da missa, os amigos da família tinham combinado em irem a um restaurante. Bento se aproximou do grupo cumprimentando-os e puxou o sobrinho Mario para uma conversa.

– Mario, preciso falar com teu pai. Tenho aqui minha proposta, mas gostaria de conversar, antes que ele a lesse. Dá pra arranjar esse encontro?

– Tio… não sei se posso… por que você não envia pelo correio?

– Pô, rapaz! Tu não entendeu?! Eu quero falar com ele!
Ana se aproxima dos dois e nota a leve irritação do tio de seu marido.

– Amorzinho, eu estou com dor de cabeça… prefiro ir pra casa do que pra esse jantar. Se incomoda de eu não ir?

– Bem…não… sim, pode ir, querida. Mas… mas, será que você pode levar tio Bento até lá?

– Por que?

– Eu quero entregar esse documento pro Jarbas. Mas, o que eu quero mesmo e falar com ele!
Bento nota que Ana tenta disfarçar o ar de irritamento enquanto trocam algumas palavras a caminho da mansão onde moram ela com o marido e os sogros. Pareceu a Bento que ela ficou mais nervosa quando colocou a carro na garagem e ambos se dirigiram a porta de entrada.
Antes que ela enfiasse a chave na fechadura, a porta se abriu e um sorridente Jarbas, vestindo apenas um robe sem nada por baixo, se engasgou ao notar no segundo olhar a presença do ex-cunhado.

– Escutei você chegando e… Que diabos é isso?! Que porra você tá fazendo aqui? Oh, me desculpe Bento! Me assustei com você aí atrás de minha nora e pensei o pior! Me desculpe, amigo! Entre, entre…
Bento estranhou a afabilidade do ex-cunhado enquanto uma acabrunhada Ana subia as escadas pra suíte. Jarbas, como Ana antes, tentava disfarçar o nervosismo e prometia tudo e dava a entender que o momento não era propício, já que a sogra tinha morrido, etc etc.

Por duas vezes, Bento notou que Jarbas estava inteiramente nu por baixo do robe. Era estranho ele estar assim. E com a nora em casa.
Jarbas chamou um taxi e levou Bento até a porta onde se despediu e fechou a mesma sem trancá-la. Bento percebeu isso.
Ana já estava caminhando para a sala que servia de biblioteca apenas de calcinha e um vestido jogado por cima do ombro assim que o sogro fechou a porta atrás de si. Jarbas olha embasbacado o sensual rebolado dos bojudos glúteos da nora, sentindo a rigidez de seu robusto cacete

doer de tanta tezão.

Jarbas vai apressado e tenta abraçar Ana por trás, mas ela se vira antes e o empurra com a mão em seu tórax.

– Se ajoelha, canalha! E pede perdão por seduzir a inocente esposinha de teu filho! Ajoelha agora, já!
Jarbas tem as narinas dilatadas e seus dentes rangem, inebriado com o clima que Ana lhe está impondo. Ele começa a se ajoelhar, mas a nora o empurra com o pé em seu peito. Desequilibrado, Jarbas cai de costas e seu enorme pênis se mostra parecendo um mastro de navio. Com a sola do pé, Ana acaricia o grosso príapo do pai de seu marido.
Ela ouve os leves rugidos que Jarbas vocaliza enquanto a caricia se realiza. Pequenos espirros de pré-semem se lançam no ar indo parar no ventre dele.

– Ana! Aninha! Vem aqui, vem! Me… me dá… tua xaninha pra

te chupar! Dá! Dá!

– Cala a boca, seu patife! Eu vou fazer tua boca de privada! Vou mijar nela!

– Sim! Sim, mija! Mija!
Ana afasta a calcinha expondo sua rosada e depilada xaninha, então a posiciona gentilmente na boca do sogro. Jarbas, enlouquecido, faz uma ventosa com os lábios e a língua se infiltrando freneticamente na xaninha da esposa de seu filho. Ela sente um tremor que antecede ao orgasmo passar por todo o belo corpo, fazendo todos seus pelinhos se eriçarem. Conforme vai gemendo baixinho começar a esfregar mais rápido sua xaninha no rosto do sogro.

Logo, Ana dá longos gemidos enquanto se balança mais freneticamente em cima do rosto de Jarbas. De repente, ela vai tombando pra frente, sem parar os gemidos de prazer, até sua cabeça encostar no tapete, logo acima da cabeça do pai de seu marido. Sua barriguinha dava esporádicas convulsões em cima da testa dele.
Eles nem chegaram a perceber que Bento, através da porta semi-aberta, tinha filmado todo o ato com o celular. Quando o taxi o apanhou, ele pediu ao motorista que parasse alguns metros a frente e dando de antemão uma substanciosa gorjeta, pediu que esperasse por alguns minutos.

Bento tinha adivinhado que Jarbas e Ana eram amantes. E sabia que a porta da frente não estava trancada.
Ao entrar de mansinho, ouviu os gemidos de ambos vindo da biblioteca. A porta estava semi-aberta facilitando sua visão de todo o recinto. Bento notou que em cima de cadeiras estavam roupas dos dois. Os amantes planejaram que em caso de algo inesperado poderiam rapidamente se vestirem.

Bento ficou paralisado por alguns segundos, admirado com a beleza corporal de Ana. A bunda, e que bunda! Chegava a ser um pouquinho desproporcional. Jarbas deitado de costas tinha a cabeça escondida por uma cadeira e Ana lhe acariciava o grosso cacetão com um dos pés.
Ele ficou e filmou até Ana sentar-se no rosto do sogro e gemer até gozar. Quando notou que parecia que Jarbas ía se levantar, resolveu ir embora, estando com o páu de tão duro que chegava a ser insuportável mantê-lo dentro das calças.
Jarbas gentilmente move o amolecido corpo da nora para o lado ao mesmo tempo que fica ereto ajoelhado. Depois, se ajeitando melhor, pega Ana nos braços e antes de chegarem a dois passos do sofá, Ana sai do seu estupor orgástico e com o braço por cima do ombro do sogro oferece os lábios pra ser beijada.

Eles ficam por volta de um minuto com as línguas se duelando. Sem interromper o apaixonado beijo, Jarbas chega até o sofá e menciona de abaixar o corpo da nora. Mas, Ana desliza agilmente para baixo sentindo o imenso cacete do sogro a roçar-lhe as coxas primeiro e depois a barriguinha e os seios. Quando seus joelhos tocaram no chão, sua boquinha já tinha engolido metade do cacete e Jarbas soltou um longo urro.

– Aninha, nós somos dois loucos!! AAAhh, tô quase… quase gozaaaaando! Voce me faz me sentir vivo, viril, macho! Você é tudo pra mim!!
A esposinha de Mário pára de sugar o torona do sogro e passa a masturba-la, ao mesmo tempo que aspira o odor do saco escrotal e também toda a extensão da mesma. Lembranças de quando era ainda noiva de Mario e tinha se formado em arquitetura, começara a frequentar a mansão dos sogros. A mãe Zélia, ainda no meio de seus quarenta anos, apresentava uma pele de adolescente e um corpo magnifico que o escondia num maiô fora de moda e de roupas austeras. Ela parecia ser feliz e serena.
Mas, ela não pode evitar o tremor que sentiu quando viu pela primeira vez o sogro Jarbas, sacudindo a cabeça depois de ter mergulhado na piscina, e lhe sorriu com dentes um pouco grandes e boca sensual quase feminina, mas o rosto era bem marcado e másculo. Os cabelos estavam ficando grisalhos e ainda restava muito do castanho claro que combina com as grossas sobrancelhas e olhos acinzentados. Tinha o tronco forte e ...


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