ARREBENTEI O CU DO DESENHISTA E O VELHO ME FLAGROU

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ARREBENTEI O CU DO DESENHISTA E O VELHO ME PEGOU NO FLAGRA


Olá pessoal, sou o Junior, o engenheiro que mora há 15 anos em Accra, capital do Gana e que gosta de contar histórias compridas. Desculpem mas sou assim mesmo, como tudo se passou num ambiente muito diferente do nosso Brasil, acho que fica melhor assim: tudo nos seus mínimos detalhes.


Este episódio se passou em 1999, mas parece que foi ontem e já já vão entender porque.


Tudo começou assim:


Na época eu estava coordenando um projeto de estradas e tinha recomendado ao Tony, nosso desenhista alguns desenhos de pequenas pontes em concreto. Fui até a sala de desenho que ficava no estaleiro da obra. Para quem não está familiarizado, salas de desenho normalmente são cheias de pranchetas, armários e no nosso caso, tinha uma salinha pequena do lado aonde guardamos os desenhos prontos.


Já fazia tempo que eu estava alugando a cabeça do Tony, um neguinho super simpático e muito bonito de corpo e rosto. O corpo dele é mesmo um tesãozinho, principalmente a bunda que como é comum na raça, é carnuda e bem arrebitada. Os músculos do cara eram salientes mas esguios, tipo cara bom de corpo mas sem os exageros de academia. Tudo natural. O sorriso dele chama muito a atenção, é bem espontâneo e franco. Eu tava gamado nele apesar de já ter o Paul como meu namorado  leiam os meus outros dois contos PARAISO NA AFRICA e o conto QUANDO O NEGÃO AFRICANO DETONOU O MEU CU que logo saberão quem é o Paul e o que ele representa para mim e para o meu cuzinho, desculpa, cuzão  sempre que eu ía na sala de desenho da obra, aproveitava e dava uma passadinha de mão na bunda dele  não é assédio sexual não, é tesão mesmo  e ele sempre dava uma daquelas belas risadas que só ele sabe dar, mas a coisa ficava sempre porisso mesmo pois o estaleiro da obra era movimentado e eu tinha receio de que mais algum engenheiro ou técnico entrasse e desse de cara com o chefe passando a mão e bolinando o desenhista.


Mas o importante é que o Tony não me rejeitava e se ria é porque gostava, ponto final.


Um dia na hora da paragem para almoço aproveitei que estava todo mundo na cantina da obra e fui na sala de desenhos  já havia dito previamente ao Tony que ía precisar dos serviços dele naquela hora  quando cheguei vi que não tinha nenhum empata foda na área, o desenhista estava sozinho e o campo estava livre para uma investida mais ousada.


Pedi para ele me mostrar um desenho que havia mandado ele fazer e ele disse que tinha que ir no depósito-salinha buscar pois o desenho já estava pronto e tinha sido posto na prateleira. A entrada para a salinha se faz por dentro da sala de desenhos e isso me deu uma idéia. Segui ele até a salinha.


Enquanto ele tentava encontrar o desenho na parte de cima da prateleira fiquei excitado com aquela bundinha toda desenhada no jeans pedindo para ser acariciada e fudida por um expert como eu. Fiz que queria ajudá-lo a alcançar o rolo de desenho pois sou mais alto que ele, tenho 1,79 metros e ele uns 1,70. Fiquei atrás dele e encostei o meu garoto de 21 x 7 naquela bundinha gostosa. O sacana percebeu o volume e a rigidez do meu tala larga e soltou uma risadinha. Foi o sinal que eu estava esperando. Agarrei aquela bundinha com força com uma das mãos e com a outra mão segurei o peito dele por cima da camisa, alizando e massageando forte aqueles músculos bem definidos.


Ele começou a soltar mais risadinhas e passou a mão por trás e agarrou o meu pau por cima das calças. Ele ria e eu fungava no cangote dele. Que cheirinho gostoso, o cara era novinho, tinha uns 20 anos e ainda cheirava a leite.


Lembrei que a porta da sala de desenho estava destrancada e a da salinha estava

aberta. Para não dar zebra, deixei a porta principal fechada mas destrancada, pois se algum técnico quisesse entrar não ia achar estranho a porta estar trancada, mas a salinha depósito tranquei, pois ela habitualmente está trancada e isso não despertaria suspeitas.


Passei a minha mão pra dentro da calça do neguinho e vi que o reguinho estava todo humido. Fiquei louco. Nessas horas perco as estribeiras e os hormônios falam mais alto. Com o dedo alcancei o buraquinho que vi logo era virgem e fiquei pressionando mas sem penetrar.


O Tony delirava, já nem ria, dizia coisas na língua dele que eu não entendia nada, mas do jeito que ele se rebolava e jogava as costas contra mim, eu não precisava entender nada da língua dele pra ver que o cara estava no cio.


Ele jogava a cabeça para trás para que eu o beijasse. Lasquei-lhe um enrosca língua naquela boca quente e deliciosa.


Virei ele de frente para mim e com as mãos nos ombros dele, empurrei-o para baixo. O cara se babava todo. Começou a desabotoar o meu jeans  marca Diesel, última moda na época, com aqueles botões de metal  o cara estava com uma pressa danada, me desabotoou, abaixou as minhas calças junto com a minha sunga e a minha pica durérrima saltou e bateu na cara dele. Ele nem usou as mãos para colocar a minha cabeçorra na boca. Abriu bem a boca e engoliu a cabeça fechando aqueles beiços carnudos e esticados ao máximo no pescoço da jibóia.


Ele só grunhia e mexia com a cabeça pros lados como se estivesse dizendo não. Quase gozei na hora, aquilo era demais. O tesão dele era maior que o meu, o nego tava pocesso. Tentava abocanhar mais do meu mastro mas não conseguia. Agarrou a minha bunda por trás e puxou mas só serviu pra machucar a garganta do viadinho. Puxei a cabeça dele para trás e vi aquele fio de saliva unindo os lábios abertos à minha pica. Fantástico. Só de lembrar já estou quase gozando.


Peguei no queixo dele e puxei ele pra cima. Ele ficou doidão, começou tirando a minha pólo super apertada e voltou pra tirar as minhas calças e os mocassins. Fiquei ali peladão na frente dele com a minha pele toda brilhando de suor  tinha feito depilação na época, até eu tinha tesão de mim mesmo quando me olhava no espelho, já sei, vão dizer que é narcisismo, mas isso é porque vocês nunca me viram como eu vim ao mundo, 100% de puro tesão  e com o obelisco na horizontal apontando pra ele. Nem precisei tirar a roupa do nego, ele mesmo se despiu mais que rápido, tirou os tênis, meias, tudo, e ficou ali com aquele corpinho lindo e também brilhando de suor. Antes daquele strip-tease pensei que o cara era de pau pequeno mas me enganei, era uma barra de chocolate de 19 x 5  sei disso porque depois desse dia ainda tranzamos muito, na verdade, tranzamos até hoje – e uma cabeça linda, afunilada  a minha cabeçorra é arredondada. Também tinha um saco bonito, bem redondo e com os ovos bem juntinhos.


Ele ficou me olhando e veio pra mim para eu beijá-lo. Porra, eu tava doido pra faturar o cuzinho dele e o cara só queria saber de beijos. O nego ficou gamado. Mas achei que valia a pena dar umas preliminares, afinal de contas ele estava prestes a me dar o lacre do anelzinho dele. Merecia atenção. Agarrei-o forte contra mim, beijava a boca dele e fazia carícias até aonde as minhas mãos alcançavam. Não é preciso dizer que as minhas mãos alcançavam aquela bundinha deliciosa. Precisa ?


A respiração do Tony começou a acelerar e o cara gemia, parecia puta de filme de putaria que fica fazendo aquele barulho todo achando que está enganando a platéia.


Achei que já era hora de começar a ir pros finalmente porque não tinhamos muito tempo para os entretantos. A folga para o almoço só dura uma hora.


Virei o Tony de costas para mim, ...


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