Carência e Bebida, podem mudar sua opinião!

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Carência e Bebida, podem mudar sua opinião!

Descrevo o conto da própria Luana

"Li e reli muitos contos. Realmente são contos muito interessantes e eu tenho que confessar, fiquei bastante excitada. Por isso, resolvi contar um conto meu, um caso meu que aconteceu realmente. Espero que vocês se excitem também, imaginando eu, Luaninha, nessa historinha..." - Luana.

Aconteceu a alguns anos atrás, na época eu estava já a alguns bons meses sem ninguém, só estudo e trabalho sem nenhuma diversão, derrepente o telefone toca, era uma sexta-feira a noite, atendo e uma voz máscula pergunta - Você sabe quem é? - É claro que eu não sabia, mas adorei o mistério. Depois de algumas tentativas eu acertei, era o Paulinho, um antigo amigo do colégio, que eu nem lembrava mais que existia, nem sei como ele conseguiu meu telefone.

Só me lembro de olhar pra ele no colegial e dele passar por mim algumas vezes e termos trocado uns "ois". A voz dele era grave e bonita e me provocava suspiros, mas era tímido e nunca passou disto.

Sua voz ao telefone continuava mexendo comigo como antes, era uma voz que me causava calafrios, me deixava arrepiada. Era como se uma brisa soprasse ao pé do meu ouvido e todos os pelos do meu corpo se levantassem. Senti uma leve excitação a ponto de meus mamilos ficarem durinhos.

Ele me contou de sua vida, seus negócios, sua família (estava casado e tinha duas filhas), eu falei da minha vida de solteira, do meu emprego, comentamos dos nossos amigos em comum, e de repente ele me pegou de surpresa com outra pergunta - Vamos jantar juntos amanhã? - Não sabia o que responder, estava trêmula, carente e curiosa. Ele era casado, logo eu hesitei, mas aceitei o convite, era a chance de reencontrá-lo e ver como estava fisicamente.

Fomos em um restaurante bastante conhecido aqui em São Paulo. E quando o vi, ele não estava só para minha surpresa, ele me apresentou sua esposa Tati uma garota tipo índia, alta, bonita e se vestia muito sexy e atraente e usava um perfume importado delicioso. Estranhamente senti aquela mesma pequena excitação que ao telefone.

Aquele garoto lindo do colégio, havia se transformado em um lindo homem, lindo e gostoso. Com seu jeito social despojado ele me deixou caída e sua esposa também me seduziu de alguma forma, era muito amigável e seu perfume era sedutor.

Conversamos amenidades, bebemos, rimos, relembramos e falamos de coisas picantes. Sua voz era ainda mais sedutora ao vivo e sua esposa sempre que falava, pegava em minhas mãos e deslizava seus dedos suaves sobre ela, quase que um convite, ou tocava em meus braços e ombros e minha imaginação começava a fluir, me imaginando na cama com eles. Seria um momento único, estava muito excitada e confesso um pouco alcoolizada. Minha imaginação sexual era tamanha que eu nem estava mais ouvindo, imaginava aqueles braços me segurando, apalpando, aquela barba curta quase "perfeita", aquele perfume excitante, a maciez da pele de Tati, a leveza de seus toques.

Ele me convidou para irmos para a casa deles. Eu aceitei, naquele momento eu

precisava relaxar, acontecesse o que fosse, meus hormônios estavam aflorados dentro de mim, não estava mais me importando com nada. E quando chegamos na porta da casa, ainda no carro, sem falar uma palavra sequer, ele tocou meu rosto e olhou diretamente para meus lábios, fazendo me sentir desejada. Nos agarramos e começamos a nos beijar intensamente, sua esposa tocava em meu pescoço e beijava minha orelha enquanto apalpava meus mamilos sobre o vestido, fazendo eu me arrepiar completamente.

O beijo estava bom e as carícias eram consequências. Quando fui perceber, ele já estava chupando meus mamilos, enquanto eu tocava uma punheta pra ele. Tudo ali, dentro do carro.

Fomos para dentro da sua casa, logo que entramos, fomos tirando as roupas, ficamos sobre o tapete da sala de estar, a meia luz, sua esposa ligou o aparelho de som em uma música suave, nos serviu uma champanhe e me abraçou pelas costas e eu sentia seus mamilos durinhos tocando meu corpo.

Paulinho me oferecia seu pau para chupar enquanto bolinava meu clitóris, quase gozei naquele momento, nunca tinha ficado tão excitada antes, tudo era novo e as diversas carícias e toques em meu corpo me deixaram confusa e entregue ao prazer. Tati começou a massagear meu corpo, beijar minha nuca e meus seios. Chupei aquele pau grosso e duro, engolia tudo, deixando bem babado, então desejei tocar na xaninha da Tati, estava molhada e entrou dois dedos facilmente, meu polegar deslizava sobre seu clitóris entumecido, que logo chamou a atenção pelo tamanho ....

Parei de chupar o Paulinho e me posicionei de 4 para que ele me penetrasse, ficando com vista para aquela bucetinha rosinha e super molhada. Enfiei o meu dedo e retirei logo em seguida, coloquei em minha boca, pois queria saber como era o gosto da buceta dela e vou te falar, era uma delííícia. Foi quando fiquei ainda mais perto e comecei a chupá-la. Eu nunca tinha chupado uma buceta, e então fui tirando como base, todas as chupadas que recebi em meu grelinho.

Cai de boca naquele clitóris gigante que a Tati tinha, lambia aquela boceta linda, depilada, com os pequenos lábios em forma de uma borboleta bem avantajada, linda com uma textura magnífica e com um grelo de uns 3 cm que ficavam espetados para fora. Comecei a mordiscar os lábios, sugar o grelo, quanto mais eu passava minha língua, mais ela gemia. Paulinho já tinha enfiado e socava forte em minha xana, que piscava inconscientemente. Eu sugava o clitóris de Tati, como fosse um pênis, minha língua deslizava enquanto sugava aquele clitóris, que crescia ainda mais dentro da minha boca, estava maravilhoso, minhas mão queriam mais, apertavam os seios hora da Tati, hora os meus, estava delirando de prazer, sentia meu corpo suar, estava fervendo, meu coração batendo forte, quando o Paulinho enfiou um dedo lubrificado com sua boca e com meu mel em meu cú e começou a enfiar e girar dentro de mim e comendo minha xana com um ritmo alucinado...

Eu estava mordiscando o clitóris de Tati, quando senti a ...


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