Casada Trabalhando Fora

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Sempre leio contos no site e tomei coragem para compartilhar minha história, sobre como minha vida sexual melhorou a partir de 2017. Meu nome é Luiza, tenho 36 anos e sou casada com o Ricardo há 18 anos. Sou branca, cabelo castanho longo, malho todos os dias e, não posso negar, sempre reparei os olhares os homens para minha bunda na academia. Apesar das cantadas, nunca havia traído meu marido. Tive poucos namorados e me casei muito cedo com o Ricardo. Tínhamos uma vida sexual regular mas também nada picante.
No início de 2017, os negócios de meu marido começaram a cair e começamos a cortar as despesas, até que no meio do ano, acabei tendo de cortar também a academia. A partir de então, vi que precisava trabalhar e comecei a procurar um emprego. Só não encontrava um emprego que pagasse bem.
Um dia, procurei a Camila, uma amiga mais nova da academia, e perguntei se não havia vaga na empresa dela, afinal, sempre via Camila bem de vida, com bolsas novas, bem arrumada, etc. Ela dizia que não havia vagas, mas após muita insistência minha, ela se abriu comigo. Contou que trabalhava em uma casa de massagens de luxo no centro do Rio e que se eu quisesse, ela poderia sim, arrumar uma vaga para mim. Fiquei chocada quando ela contou, mas à medida em que ela me explicava o trabalho, comecei a achar natural a idéia. Ela contou que atendia homens de negócio e que fazia somente serviço de massagem. Mais tarde fui descobrir que ela não estava contando toda a verdade. Eu não tinha muitas opções. Sabia que seria apenas por um tempo curto, poucos dias ou semanas, então aceitei a proposta da Camila.
No dia seguinte vesti uma roupa normal, calça jeans, uma camisa levinha, sapatilha e rumei para o endereço que a Camila havia me dado. Era um edifício comercial, muito discreto. Fui recebida por uma mulher loira muito bonita que me tratou super bem e me mostrou todo o local, os quartos, me explicou como funcionava e me apresentou às meninas, todas muito jovens e bonitas. Eu era a mais velha da turma, embora não parecesse, já que meu rosto aparenta bem menos. Na sequência ela me levou ao vestiário e me deu o ‘uniforme’ que deveria usar. A partir daí é que a ficha começou a cair.
O ‘uniforme’ era um vestido branco, colante e muito curto. Pedi a ela um número maior, mas ela não deu bola e disse que era tamanho único. Tirei minha roupa no vestiário e coloquei o vestido branco, muito justo, que marcava muito minha calcinha e sutiã. Foi quando uma colega que estava ao lado riu e me deu a dica para tirar calcinha e sutiã, que eu não iria

precisar mesmo. Eu ingênua, não entendi o comentário, pois continuava achando que só faria massagem. Meio sem graça puxei a calcinha por baixo do vestido e também o sutiã, ficando apenas naquele vestido curto, que mostrava todas minhas formas. O vestido não tampava nada e quando me sentava qualquer um podia ver os pelinhos aparados da minha buceta. Fui para a sala de espera com as meninas e vi que todas usavam o vestido assim, sem calcinha e se exibindo sem muito pudor. Lá encontrei Camila, que veio me cumprimentar muito alegre e elogiando meu corpo. Camila tinha 23 anos, um cabelo loiro longo e um corpão que ficava muito provocante no vestido. Estranhei a alegria dela quando veio me abraçando e me dando muitos beijos.
Em alguns minutos a recepcionista me chamou para atender um cliente. Fiquei surpresa quando me deparei com um garoto, cara de estudante, que dizia ter 18 anos mas não devia passar de 17. Seu nome era Lucas. Acertamos o tempo de uma hora e fomos para a suíte juntos. No caminho o garoto abusado já passou a mão na minha bunda, na frente da recepcionista, que riu da situação. Entramos na suíte e vi que o garoto estava cheio de segundas intenções. Ele tirou toda a roupa e se deitou de bruços na maca. Passei o óleo sobre suas costas e comecei a massagem. Enquanto isso, ele começou a acariciar minhas pernas, subindo pelo joelho devagar até subir à minha bunda por baixo do vestido. Eu continuava a massagem como se nada tivesse acontecido pois sabia que nessas casas era comum os clientes apalparem as massagistas. Achava que não devia dizer nada. Quando ele virou de frente, já estava com o membro duro, muito grande, muito maior que o do meu marido. Passei mais óleo em seu corpo e continuei a massagem, enquanto ele deslizava sua mão agora para minha buceta. Soltei um suspiro e sem pensar comecei a acariciar seu membro, batendo uma punheta pra ele. Logo ele se levantou da maca, me agarrou com força e começou a me beijar, levantando meu vestido e enfiando a mão na minha bunda. Nunca pensei que uma senhora casada como eu, no alto de seus 36 anos serviria de objeto sexual para um adolescente no pico de seus hormônios. Eu não sabia bem como agir, enquanto o garoto, que já devia ter visto muitos filmes pornô, sabia muito bem o que fazer.
Arrancou meu vestido, me deitou na maca e colocou seu rosto entre minhas pernas enfiando toda sua língua em minha buceta. Eu não conseguia segurar o tesão e fiquei muito molhada, com meu líquido escorrendo pelas coxas. Não pensava que um garoto podia ter um membro daquele tamanho. Se aproximou de mim quase batendo seu pau no ...


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