Comendo a Gabi a filha caçula

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Depois de cinquenta anos bem vividos e de ter casado duas filhas, Mauro ficou viúvo e a filha Gabriela (Gabi), caçula e na época solteira, ficou morando com ele. O tempo foi passando e ele não se interessou por mais ninguém, pois queria dedicar todo o seu tempo para a filha, mesmo porque era preciso para ajudá-la a superar o trauma da perda da mãe. Maior de idade, formada e namorando, ela passava mais tempo em casa, já que não precisava mais ir todas as noites para a faculdade. Seu namorado, Flavio, um rapaz até que simpático e muito trabalhador, a cada dois dias vinha à casa de Mauro para namorar a Gabi. No começo o namoro era na sala, mas logo eles passaram a ir para a varanda da cozinha, que dava fundos com a casa da dona Isaura, uma coroa encrenqueira que gostava de falar mal da vida de todo mundo. Um certo dia Mauro notou que a Gabi estava diferente, trêmula, assustada, e parecia mesmo com medo. Intrigada com aquilo perguntou-lhe: - Filha, tá acontecendo alguma coisa? Você parece assustada, com medo! - Nada não, pai! Pode ficar tranquilo! - ela respondeu e deram o assunto por encerrado. Então ele foi para a sala e ficou vendo TV. Pouco tempo depois a Gabi chegou perto dele, mas não disse nada. Ela parecia querer falar, mas não tinha coragem. Perguntou de novo:
- Filha, tá acontecendo alguma coisa? Me fala! Pode contar, seja lá o que for. Então ela se abriu. De cabeça baixa ela disse: - Pai, eu fiz uma coisa ontem... nem sei como te dizer! O pior é que a dona Isaura viu! Se antecipando ele disse:- Você transou com seu namorado e ela viu, não foi isso? E agora você está com medo que ela me fale! - É... pai, é isso mesmo! Estou com tanta vergonha! – ela lhe disse com uma carinha muito triste. - Filha, você já é maior de idade! Transe com seu namorado quantas vezes você quiser e onde quiser! Ninguém tem nada com isso... isso diz respeito a você e ele! Se a dona Isaura se incomodou é porque ela deve tá morrendo de inveja! Afinal, aquela buceta não deve ver uma pica há muito tempo! – Mauro falou e o rostinho da filha voltou a se alegrar novamente. - Pode transar à vontade, filha! - continuou. - No seu quarto, aqui na sala, na cozinha! Se você gosta e se sente bem, faça o que você tiver vontade! Sexo é muito gostoso e faz bem. Aproveita que você é novinha e cheia de tesão e experimenta de tudo que o prazer é muito gratificante! - Paiiii!! Olha o que você está me falando?!? - ela disse, com o rosto vermelho de vergonha, afinal, era a primeira vez que os dois tínhamos esse tipo de conversa. - É isso mesmo, filha!! - continuou falando, sorrindo como se aquilo fosse natural. - Pode dar a buceta, dar o cu, chupar pica, deixar ele gozar na sua boca, engolir a porra dele, deixar ele chupar sua buceta! Enquanto ela o olhava assustada ele continuou: - Filha, aproveite a vida! Transe com outro homem, com outra mulher, chupa a buceta dela, deixe outra mulher chupar a sua buceta, e você vai ver como o sexo é maravilhoso. É só tomar alguns cuidados.
Olhando no rosto dela Mauro viu que a filha continuava vermelha como um pimentão: - Paiii... tô horrorizada! Nunca pensei que você fosse me falar desse jeito! Nunca imaginei que você tivesse uma cabeça tão aberta e fosse tão liberal... tô

vendo que ainda não conheço meu pai! E eu que achava que iria levar a maior bronca! Você me surpreendeu!!!! Mauro deu uma risada e ainda falei pra ela: - Na minha adolescência havia muitos tabus e não tive a liberdade que os jovens tem hoje... Se comesse uma buceta tinha que casar na marra ou a filha era expulsa de casa pelos pais! Hoje vocês têm a liberdade de transar em casa na presença dos pais, com namorado ou namorada, e tudo é absolutamente normal. - Então, filha! - Continuou. - Hoje, quando você for namorar com o Flavio, fiquem os dois pelados e acendam a luz da varanda e fodam à vontade e deixem aquela velha morrer de inveja... se ela ainda sente algum tesão, ela vai ficar com a buceta melada. Terminou de falar e a filha riu muito. - Pai, tô adorando ver você falar essas coisas, buceta, cu, pica, tesão, chupar buceta, engolir porra! Nunca em minha vida eu tinha ouvido você falar um palavrão sequer! Agora vou me sentir muito mais à vontade com você, sabendo que meu pai é tão cabeça feita assim, até muito mais que eu!!! De menina assustada e com medo, a agora corajosa e segura Gabi deu um abraço e um beijo no rosto do pai e disse que o amava muito e foi para o seu quarto. Passados alguns dias Mauro notou que a Gabi estava mesmo mais à vontade, a ponto de não mais fechar a porta do banheiro quando ia tomar banho. Ela agora se sentava ou deitava no sofá da sala de saia curta sem se importar de mostrar as minúsculas calcinhas que ela gostava de usar. Agora saia do banheiro para o seu quarto só de calcinha, mostrando os seios e já falava com o pai sem constrangimento nenhum das transas com o Flavio, inclusive com detalhes. Isso acabava deixando-o de pau duro, e ele não fazia questão nenhuma de esconder da Gabi o tamanho da excitação e do seu tesão. E ela, percebendo o volume crescendo dentro da bermuda ria e dizia: - Pai, você tá precisando ir ao banheiro!!! Vai lá se aliviar, vai!! - ela falava e riam muito. - É mesmo, filha... quando você me deixa de pau duro o jeito é tocar uma punheta para aliviar! Daqui a pouco vou lá! - ele brincava e logo mudavam de assunto. Passados mais uns dias eles estavam falando outra vez de sexo. Ela contava detalhes do que ela e o Flavio fizeram, e o pau do Mauro cresceu de novo. A Gabi, percebendo, olhou e com o dedo apontou para o pau dele. - Eiiiiii... esse negócio ainda está vivo?? - ela falou, rindo dele. Depois ela olhou nos olhos dele com carinha de putinha e com a voz mais doce pediu: - Pai, deixa eu ver ele! Depois que a gente começou a conversar mais abertamente eu sempre fiquei curiosa para ver como ele é... deixa? - Claro, filha! – Mauro falou, se levantando e pegando sua mão e a puxou em direção ao seu quarto. Chegando no quarto Mauro se deitou em sua cama e disse: - É todo seu, filha! Pode ver, pegar, fazer o que você quiser!! Devagar ela foi puxando a bermuda, juntamente com a cueca, até liberar pica já bem dura. O pau saltou para fora e ela ficou contemplando-o por alguns minutos. Depois ela pegou delicadamente, apertou um pouquinho e passou pelo seu rosto. - Ohhhhhhhhhhhh!!! – Mauro deixou escapar um gemido quando ela cheirou a cabeça da pica, depois pegou o saco ...


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