Comi minha sogra, minha cunhada e minha sobrinha-3

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Comi minha sogra, minha cunhada e minha sobrinha-3

Em contos anteriores, relatei que recebi a visita da família de minha esposa, que vieram com uma missão (quase impossível) de fazer com que eu me reconciliasse com minha esposa Regina, pois meu divórcio já estava em andamento. Vieram: minha sogra Soraia, minha cunhada Rita e Juliana, filha de Rita, para apaziguar os ânimos e me demover da idéia de me separar de Regina. A missão foi cumprida a contento, porque conseguiram me unir à minha mulher e desistir, definitivamente, da separação. Para conseguir tal sucesso, a família de minha mulher fez algum sacrifício. Nos contos anteriores, contei como minha sogra e minha cunhada transaram comigo. Hoje vou revelar se consegui comer minha sobrinha Juliana, ninfeta de apenas dezoito aninhos.

O tempo ia passando e eu cobiçando minha sobrinha Juliana, que todos chamavam de Juju. Eu sabia que a visita da família de Regina ia durar, pelo menos, uns vinte dias, pois era janeiro e todos estavam de férias. Mas se eu deixasse passar muito tempo, Juju ia embora e eu ia ficar a ver navios (apesar de já ter comido sua mãe e sua avó…). Mas como podia um tiozinho de mais de 40anos comer uma Lolita de 18? E ainda, sendo TIO da menina? Isso é incesto brabo… Apesar de ser maior de idade, Juju é minha s o b r i n h a, isto é, quase uma filha! E se eu comer essa menina será que não vai bater um baita remorso? Pensei em desistir de idéia de jerico, mas quando Juju passou perto de mim para ir à praia com aquele biquíni abusado, mudei de idéia. Estava distraído lendo jornal no sofá quando ela passou rebolando. Olhei assustado e encarei sua bunda e vi que era quase igual à da mãe Rita. Cobicei aquele rabo, lembrando-me do bundão da mãe da menina, que dias antes comi com tanto prazer. Fui tão atrevido naquele olhar guloso que Juju percebeu e fez a seguinte advertência: – Ei tio, tire o olhão daqui (bateu na bunda)… Isso não é pro seu bico não… Fica na sua, seu coroa tarado. Morri de vergonha, mas logo percebi que a safadinha estava tirando um sarro de mim. – É brincadeira tio… Pode olhar… O que é bonito é pra ser visto. Dizendo isso, saiu rebolando para pegar um sol na praia, olhando para trás para ver se eu já havia tirado os olhos. De longe, ela fez um sinal de NÃO com um dedo da mão, com um sorriso de Lolita sensual. Achei que aquilo era, pelo menos, um começo. Se tudo continuar nesse ritmo, vou conseguir comer aquela menina deliciosa. Mas como? Outra vez achei melhor pensar num plano perfeito. Minha cabeça começou a funcionar: O que pensa uma jovem de 18 anos? Do que gosta? O que é importante para Juju. Para descobrir alguma coisa a respeito de Juju, resolvi conversar com a mãe dela, Rita. À noite, quando todos estavam na sala assistindo TV, fiquei na cozinha tomando um chá

com Rita. Conversa vai, conversa vem, fiz algumas perguntas sobre a filha dela, sem dar bandeira. Descobri, dentre tantas coisas, que Juju queria aprender a dirigir logo, pois seu pai (de quem Rita já estava separada) havia prometido lhe dar um carro, como recompensa por ela ter sido aprovada no vestibular da USP. Pronto. Era essa a dica que eu queria. Vou ensinar Juju a dirigir amanhã mesmo. Voltei para a sala e fiquei com a turma assistindo TV. No intervalo, passou um comercial de carro. Foi a deixa. – Juju, você vai ganhar um carro do seu pai? – perguntei candidamente. – Sim. Mamãe te contou, tio? Expliquei que havia conversado com a mãe dela na cozinha e ela me contou. Falei, também, que Rita me contou que ela não sabia dirigir e que o pai somente lhe daria o carro quando ela já tivesse aprendido a dirigir. Juju confirmou e criticou a atitude do pai. Argumentei que o pai dela estava certo, porque sem a carta de habilitação era impossível dirigir um carro. Além disso, o carro ia ficar nas mãos de amigos e namorados, enquanto ela não soubesse dirigir. Rita concordou comigo e já ia se recolhendo para dormir, quando dei a última cartada: – Juju, se você quiser, eu posso lhe dar umas aulas de direção, desde que seja num lugar bem afastado, para evitar multa e apreensão do carro pela fiscalização do trânsito. Ao ouvir tal convite, a menina ficou eufórica. – Jura tio… Você vai me ensinar mesmo?… Mãe, vó… Escuta essa: tio Paulo vai me dar aulas de direção; vou aprender a dirigir; vou tirar minha carta e vou ganhar o carro do meu pai… Todos vieram ao encontro daquela menina histérica para comemorar, com ela, aquele convite inusitado e oportuno. De manhã, lá pelas oito horas, Juju aparece na porta de meu quarto, cobrando a primeira aula de direção. – Juju – argumentei – não é muito cedo para isso? Que tal às dez horas? – Não tio, promessa é promessa; larga de ser preguiçoso; saia desta cama e vamos à aula. Regina, minha mulher, deu todo o apoio à sobrinha, pedindo para eu me levantar, tomar um banho, tomar café e ir dar aula para a menina. Diante da insistência de minha mulher e diante da belezura daquela ninfeta gostosinha, não tive alternativa a não ser me arrumar e ir. Ao entrar no meu carro, percebi a formosura de Juju. Numa blusa super decotada, os seios da menina quase pulavam pra fora. Um vestidinho curtinho mostrava as pernas grossas daquela menina-moça, que não ficava sossegada no banco do carro. Olhava para os lados, para trás e, em cada movimento, o vestidinho subia e as coxas ficavam à mostra. Pensei em abater logo aquela lebre gostosinha, mas achei melhor aguardar um pouco mais, pois quem tem pressa, come cru… Ou não come nada. Chegamos numa estradinha vicinal e pedi para Juju pegar o volante. Nossa, que euforia! Juju não conseguia se conter de felicidade. Ria à toa, ficou super ...


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