Comida por dois cães

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Olá a todos! Bem, meu nome é Fernanda e tenho 22 anos. Sou baixinha, cabelos castanhos lisos, bumbum nem muito grande e nem muito pequeno, peitinhos médios e adoro me vestir de forma bem provocante mesmo. Mexer com os homens é comigo mesmo.

Moro com meus pais na cidade de Bertim, em Minas Gerais. Sou separada e tenho uma filha do meu casamento. Meu marido era do tipo que só queria farra, sair com os amigos, curtir com outras meninas, beber, etc. Por isso tive que tomar coragem e acabar o casamento.

Bem, minha estória começa quando eu estava desempregada. Já faziam uns três meses que eu tinha saído do meu emprego anterior e eu já estava desesperada, contas atrasadas, coisas assim. Já estava até pensando em colocar um anúncio em algum site e começar a dar a buceta pra levantar um dinheirinho extra.

Certo dia eu estava fazendo compras, quando ví um anuncio de emprego. Uma clínica veterinária estava precisando de ajudante de ambos os sexos. Curiosa e esperançosa, me ofereci à vaga. Acho que eles estavam precisando muito de assistente, pois a veterinária nem me perguntou se eu tinha medo de animais.
Uns três dias depois comecei a trabalhar, toda contente. O pessoal da clínica era muito amigável e havia até um bonitão lá que logo começou a dar e cima de mim. Mas escapei dele. No momento eu só queria mesmo era trabalhar e estudar.
Aos poucos fui me adaptando ao serviço, que era muito corrido. Eu dava banho nos animais e até aprendi a tosar. A tarefa de tosa era uma das minhas preferidas, pois eu já estava gostando muito de cachorros e eu adorava ficar tocando e abraçando eles.

E foi assim que uma coisa estranha começou a acontecer. Sempre que eu estava dando banho ou tosando um cachorro, eu ficava doidinha de vontade de tocar o pênis dele, ver como era, ver o tamanho. Era só eu ficar sozinha na área de banho ou tosa que eu dava um jeito de pegar no pipiu dos cachorros. Como não havia câmeras, eu aproveitava mesmo.

Eu já estava sem namorado há uns seis meses ou mais. Minha buceta babava de vontade de foder. E eu aliviava essa tensão masturbando os cachorros, discretamente, é claro. Já em casa, na hora do meu banho, eu ficava pensando no que eu tinha feito durante o dia e me masturbava deliciosamente, tendo orgasmos de tirar o fôlego.

Um dia a veterinária, que já havia se tornado uma grande amiga minha, me perguntou se eu gostaria de ganhar um extra. Na hora eu disse que sim, pois eu estava precisando muito. Então ela me disse que eu teria que limpar o canil no final de semana, incluindo sábado e domingo, e que por cada dia ela me daria R$ 150,00.
Fiquei muito alegre e topei de imediato. Bom, trabalhei o sábado como de costume, até as 12:00hs, e depois fiquei sozinha na clínica. Era uma clínica grande, com mais ou menos uns 500 metros quadrados, onde ficava o canil, a área de consulta e a área de lazer dos cachorros.

Quando

todos foram embora eu fechei tudo e entrei no canil para iniciar o trabalho. O canil era formado por várias jaulas, grandes e pequenas, de dois níveis. Na parte de cima a gente colocava os cachorros menores e na parte de baixo os maiores.
Peguei uma mangueira e comecei a molhar o chão e as jaulas. Nessa hora percebi que eu não tinha levado nenhum short ou camiseta, ou seja, eu estava prestes a molhar o meu uniforme de trabalho, sem contar que o calor que fazia já estava me deixando toda suada.
Aí tive uma idéia meio louca. Tirei toda a minha roupa, ficando apenas de calcinha, assim eu poderia me molhar à vontade enquanto fazia a limpeza. Como não havia câmeras por lá, fiquei totalmente despreocupada.
Limpei várias jaulas de cima e passei para as de baixo. Nessas haviam dois cachorros enormes, que mais pareciam dois cavalos. Eles eram da raça São Bernardo, a mesma raça do Beethoven. Eles eram de um cliente que os deixou na clínica para fazer uma viagem ao exterior.

Não sei se era o fato de eu estar só de calcinha e o cheiro da minha buceta estar exalando pelo ambiente. O fato é que os dois cachorros começaram a ficar inquietos, me olhando o tempo todo, com seus pipius já enormes, vermelhos e duros, balançando na minha frente, bem assanhados.

Deus do céu! Preferi nem olhar aquilo. Eu já estava há tanto tempo sem transar que de repente passou pela minha cabeça dar minha buceta para aqueles dois cachorros. Fiquei sem fôlego e corri para o banheiro. Fiquei lá um pouquinho, sentada, tentando colocar minhas idéias em ordem.

Voltei novamente para o canil e continuei o trabalho. Na hora que eu estava me preparando para limpar a jaula dos dois cachorrões, meu celular tocou e corri para atender. Era a minha mãe me falando que já estava tarde e perguntando onde eu estava, pois ela estava preocupada.

Falei pra ela que eu estava bem e mandei pelo WhatsApp uma foto do canil, para justificar meu atraso. Ela aceitou e voltei ao trabalho. Quando fui colocar meu celular na mesa eu percebi que eu tinha deixado a jaula dos dois cachorros São Bernardo aberta, e um deles tinha saído do canil.

Nossaaaaa!! Fiquei muito preocupada. Como eu iria prendê-lo se eu nem sabia o seu nome? Corri atrás dele dentro da clínica, só de calcinha, com meus peitinhos balançando. Hoje fico pensando que engraçado seria se alguma câmera tivesse filmado aquilo.

Finalmente alcancei sua coleira e o puxei, tentando levá-lo de volta para o canil e para sua jaula. Nessa hora ele começou a rosnar e a querer me morder. Corri para dentro do canil e ele veio junto, rosnando como louco. Não tive alternativa. Entrei na jaula e fiquei lá dentro com o outro São Bernardo, que era bem mais dócil.

Minha situação era desesperadora. Eu estava fechada em uma jaula apertada, toda espremida com um cachorrão enorme. O espaço era tão pequeno que eu nem conseguia me mexer direito, ou era deitada de costas ou de quatro, com a bunda ...


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