Conflito de Gênero – Menino? Não, Menina! Parte 02

Loading

Nas primeiras férias na casa de minha tia em que eu deixei de ser a menina de meu amiguinho, algo realmente importante em minha vida aconteceu. O vizinho da casa de minha tia tinha um pequeno posto de gasolina. Tão pequeno que à noite ele mesmo ficava lá até fechar as 22 horas e ele próprio atendia aos poucos clientes que apareciam. A família dele era muito amiga da família de minha tia. E ele morava a umas duas quadras do posto. Como eu não tinha nada a fazer quando anoitecia eu ia ao posto e ficava lá conversando com ele. E ele me deixava ajuda-lo e com isso eu ganhava algumas gorjetas dos clientes. Assim eu sempre queria ir lá para poder ganhar um dinheirinho para comprar meus doces preferidos.
Ele tinha um pouco mais de 30 anos e era loiro e bem bonito. Fiquei sabendo que era descendente de italianos como eu. No posto tinha uma salinha com uma janela onde ele podia ver os clientes quando chegavam. Mas era difícil de enxergar lá dentro devido ao tamanho da janela. Tinha 3 ou 4 cadeiras lado a lado de frente para a janela e eram nessas cadeiras que ficávamos conversando. Não me lembro bem dos assuntos, mas eu gostava de estar lá.
Então um dia a conversa mudou. Era quase a hora do posto fechar quando ele começou a me dizer que estava excitado. Eu não sabia o significado da palavra, mas quando ele mostrou seu membro totalmente duro sob a calça eu entendi o que ele estava falando e percebi suas intenções. Como eu disse, sempre sofri muito assédio e sabia como os garotos começavam. Só que ele era um homem, casado e pai e seu membro pelo que eu podia ver sob a calça era bem grande. Muito maior do que qualquer garoto que eu havia visto ou brincado anteriormente. Devagar ele começou a esfregar o membro duro para cima e para baixo sobre a calça e com malicia pediu para eu olhar como ele estava excitado.
Ficou se esfregando por cima da calça por aproximadamente 5 minutos, sempre pedindo para eu olhar e conversando comigo dizendo que estava precisando se aliviar porque ele estava muito necessitado. Ninguém nos via naquela salinha e nenhum cliente chegou naquela noite. Coisas do destino. Depois de uns 5 minutos ele disse que ia abrir a calça para sentir melhor suas mãos esfregando. Então ele abriu, mas ficou com a cueca. Mesmo assim deu para ver que era enorme. Enorme para meu tamanho que era pequeno. Se bem que nessa época eu já tinha crescido bem daquelas brincadeirinhas com meu amigo das férias e estava com um corpo muito mais delineado e com curvas. Meu cabelo estava levemente longo como era a moda e por trás muitos se enganavam e achavam que eu fosse uma garota na pré-adolescência. Talvez tenha sido por esse motivo que ele tenha mudado o comportamento comigo.
Ele continuou se esfregando e dizendo que não aguentava mais e estava precisando muito se aliviar. Agora eu já não conseguia mais tirar os olhos de seu membro duro e grande. Eu não tinha nenhum tipo de sentimento além do que de admiração por aquele membro quase exposto. E não durou muito até que ele abaixasse a cueca com uma das mãos e começasse a se masturbar com a outra. E

ele continuava falando de sua necessidade e me perguntou se eu já tinha visto um pau do tamanho do dele. Não menti e disse que não. Os poucos que eu tinha visto ou sentido eram bem menores. Vendo meus olhos esbugalhados olhando aquele pau grande e bonito, sim, era bonito, claro e com uma cabeça em forma de cogumelo, ele me perguntou se eu não queria pegar.
Me assustei. Ele era amigo de minha tia e estava lá querendo que eu pegasse em seu pau. E se alguém ficasse sabendo? E se ele contasse para alguém? Hoje sei que se ele contasse teria sido preso. Claro que eu disse não. Eu estava naquela minha luta interna para ser apenas um menino normal e agora que eu não brincava mais com meu amiguinho vinha aquela proposta. E o não que eu disse foi convicto. Mas ele não desistiu. Fico lá se masturbando e pedindo para pelo menos eu olhar. Era difícil não olhar. Ele pediu mais uma vez e mais uma vez eu disse que não pegaria. Mais um tempo ele ficou lá se masturbando e eu olhando, até que ele me falou que se eu pegasse e fizesse como ele estava fazendo ele me daria dez reais. Aquilo me balançou. Claro que não foi pelo dinheiro apesar de gostar de comprar meus doces. Aquela proposta na verdade se tornaria meu álibi para qualquer tipo de desculpa que eu tivesse que dar. “Ele me deu dinheiro”, justificaria a qualquer um eu ter cedido. Pelo menos era o que eu pensava ou queria acreditar, pois eu estava com uma vontade imensa de pegar naquele pau lindo e minha resistência estava no limite.
Então eu disse: Tá bom, eu pego, mas você tem que me dar o dinheiro. Tudo bem ele disse, mas você tem que fazer como eu estou fazendo. Então encostei minha pequena e delicada mão naquele membro enorme. Parecia uma barra de ferro de tão duro, mas era quente, muito quente. Meu coração disparou e eu envolvi aquele pau em minha mão e comecei a esfregar, um tanto descoordenado é verdade. Ele pegou sua mão e colocou em cima da minha e começou a movimentar do modo que ele queria e ficou lá até que eu estivesse fazendo igual a ele. Apesar de estar amando fazer aquilo eu ainda tentava resistir e dizia para ele: -Já está bom, vou parar. Mas ele dizia que não, que eu tinha apenas começado e que se parasse não ia me dar o dinheiro pois não era o que tínhamos combinado. E eu continuava. Tentei parar ainda duas ou três vezes e ele sempre usava o mesmo argumento. Passados uns dez minutos ele foi além. – Você não o chupa para eu gozar? Eu gozo fora de sua boquinha. Você tem uma boquinha muito feminina com esses lábios grossos e eu vou gozar rapidinho. Me assustei com aquela ousadia dele e com medo daquele pau enorme em minha boquinha e fui enfática. Não, não e não. Ele entendeu meu recado e percebeu que não devia insistir mais com aquilo, mas isso não quer dizer que ele desistiu. -Então eu queria gozar nessa sua bundinha linda de menina. Com essa proposta eu me apavorei de verdade. Justificar ter pego no pau dele por dinheiro, em minha cabeça, eu até conseguisse. Agora justificar que ele tivesse enfiado ...


Please enable / Bitte aktiviere JavaScript!
Veuillez activer / Por favor activa el Javascript![ ? ]