Conflito de Gênero – Menino? Não, Menina! Parte 03

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No dia seguinte acordei animada e todos me perguntaram o que estava acontecendo. E eu dizia que nada, que só estava contente de estar lá na casa de minha tia com minhas primas. Mal sabiam elas que eu estava contente era por ter encontrado lá do ladinho um verdadeiro homem. O dia passou devagar e eu estava toda ansiosa. Será que eu deveria ir lá? Eu precisava resistir. Mas se ele levasse as roupas de menina? Eu não ia resistir e não resisti quando chegou a noite fui ao posto e lá fui recebida por um sorrisinho maroto daquele homem bonito. -Oi, tudo bem? Tudo disse eu e desconversei. Ele também não insistiu na conversa. Alguns clientes chegavam e ele os atendia e eu o ajudava. Mas eu estava ansiosa para saber se ele ia querer brincar novamente comigo e se tinha trazido as roupinhas. O tempo foi passando e perto da hora de fechar o posto os clientes pararam de chegar. Lá fomos nós nos sentarmos nas mesmas cadeiras onde tudo havia começado no dia anterior. Ele ficou alguns minutos falando sobre outros assuntos, possivelmente somente para sentir minha ansiedade. Até que me perguntou se eu tinha gostado do que tinha acontecido no dia anterior. Eu toda envergonhada disse que sim, mas não sabia se queria fazer de novo pois não era certo. Eu era “menino” e ele amigo de minha tia. E não poderíamos fazer novamente. É claro que não era o que eu pensava, mas precisava ser “convencida” como toda mulher precisa ser.
Ele, muito sabiamente e com a esperteza de um verdadeiro predador sexual me disse: -Então, você é homem e logo vai fazer isso com uma mulher por esse motivo precisa aprender como se faz. E é melhor aprender com um amigo da família, assim isso fica em segredo, pois só os amigos são confiáveis. Sou casado e minha mulher não pode saber, então esse será um segredo só nosso. É, ele sabia como convencer e me convenceu. Fiz um sinal afirmativo com a cabeça mostrando que concordava com ele e que aceitava suas ponderações e me mostrei submissa àquele macho verdadeiramente alfa. Desta vez ele nem me perguntou. Abriu a calça e abaixou a cueca pegando minha mão e colocando naquele pau duríssimo e quente. E eu já sabia o que ele queria. Comecei a masturbá-lo e ele ficou lá gemendo e fazendo elogio a toda minha feminilidade e beleza. Em certo momento ele me disse que eu deveria me tornar uma menina em definitivo e quem não me conhecesse nem ia saber que eu não era uma menina de verdade. Fiquei muito lisonjeada e ainda mais excitada. Mas ainda ansiosa para saber das roupinhas até finalmente não aguentar e perguntar: -Você trouxe as roupinhas que pedi, senão vou parar e vou embora. Ele então riu e disse: -Eu sabia que você não ia aguentar esperar. Vai no escritório e pegue a surpresa que esta em cima de minha mesa. Então vá se vestir no banheiro que eu te espero lá atrás. Enquanto isso eu fecho o posto.
Meu coração quase saiu pela boca. Fui lá correndo e tinha uma sacola. Quando abri tinha lá uma saia curta azul, uma camisetinha feminina branca, um sutiã de bojo pequeno cor de rosa e uma calcinha tipo tanga não muito cavada de lycra rosa também. E algo que eu não esperava. Uma sandália de salto alto tipo annabela. Por fim no fundo da sacola tinha um batom também cor de rosa. Eram roupas de uma menina moça. Eu fui rapidamente ao banheiro me trocar. Já tinha pratica de tanto que havia experimentado e usado as roupas de minhas primas. Baton eu tinha tentado umas três ou quatro vezes passando o de minhas primas até que na última vez até que tinha ficado bom. Por isso não foi difícil me preparar.
Tirei toda minha roupa e pendurei no cabide. Primeiro coloquei a calcinha rosa. Não enfiei muito no bumbum. Não queria parecer uma menina assanhada. Em seguida o sutiã. E meus seios que já eram grandes demais para um menino de minha idade, mas perfeito para uma menina moça encheu o bojo ficando a marca do colo. Aí coloquei a saia que ficou um pouco justa, mas serviu. Ela era meio armada e ficava parecendo de

uma boneca. Isso valorizou minhas pernas torneadas. Em seguida foi a vez da camisetinha branca bem agarradinha que se ajustava as curvas de meu corpo e mostravam o sutiã por baixo pois era bem transparente. E por último coloquei a sandália de salto alto, mas não consegui fechar pois era um número menor que o meu. Mesmo assim me senti divina com aquela roupa em cima daqueles saltos. Agora era só passar o batom eu estaria pronta. Com muito cuidado passei bem devagar em meus lábios grossos e eles ficaram lindos com aquele batom rosa que me deixava com uma cara de menina sapeca. Para deixar o visual ainda melhor peguei meus cabelos um pouco longos e penteei com as mãos como se fosse de uma menina. Bem casual. Eu estava pronta. Então abri a porta para saber se meu homem já estava lá me esperando. Estava e quase caiu da cadeira quando me viu. Ele me disse que eu estava uma perfeita menina. E acrescentou dizendo que era mais que uma menina. Era uma linda mulher. E eu dei um sorriso enorme para ele.
Foi então que ele foi chegando perto de mim ele ia dizendo que aquelas eram as roupas de sua filha que era um ano mais nova do que eu e que por esse motivo podiam estar um pouco apertadas. Também me disse que queria ter comprado roupas novas para me dar de presente, mas não tinha tido tempo e que quando pudesse iria me presentear. Quando ele chegou perto de mim e me fez olhar para cima para seus olhos eu perguntei: -Mas não tem problema para você eu estar usando as roupas de sua filha? Ele sorriu e me disse: -Claro que não, muito pelo contrário. Só fui entender o sentido dessa resposta muitos anos mais tarde. Ele era realmente muito safado.
Me olhando olho nos olhos e me segurando no queixo para levantar os olhos para ele, falou: Fiz o que você queria para te deixar feliz. Então hoje você vai ser minha namoradinha e me deixar feliz também, está bom? Eu somente balancei a cabeça aceitando. -Primeiro vamos nos beijar e depois deixar acontecer. Hoje eu vim preparado, me disse ele. Fiquei encucada com aquilo, mas em seguida ele foi se aproximando de minha boca e me beijou. Primeiro alguns selinhos e depois com a língua. Eu já tinha tentado com minha priminha beijo de boca, mas novos como éramos não foi nenhum pouco parecido com o que estava acontecendo. Pela diferença de altura, além do salto eu ainda tinha que esticar minhas pernas. Com aquele beijo delicioso que ele estava me dando minhas pernas amoleceram e eu ia cair, mas ele me segurou pela cintura e continuou me beijando. Não com aquela fúria dos beijos vorazes, mas com a delicadeza e carinho de quem sabe o que quer sem assustar quem está tendo aquilo pela primeira vez. Eu ficaria lá para sempre beijando aquele lindo homem.
O nosso tesão não deixou esse beijo se prolongar mais. Eu não tinha reação. Era ele quem ia me guiando. Primeiro ele tirou a calça e a camisa e pediu que eu segurasse em seu pau. Enquanto isso ele me apertava toda, me segurava pela cintura e me apertava a bunda. Quando ele ameaçou tirar minha camiseta eu fiz um importante pedido a ele: -Por favor, meu desejo é ser mulher. Quero ser sua mulher. Mas para mim, ser mulher é vestir roupa de mulher. Lingeries. Podemos fazer tudo o que você quiser, mas não tire nenhuma dessas roupas. Você pode levantar, afastar, mas não tire por favor. Ele me disse que faria exatamente como eu estava pedindo e que seria muito bom me ter como a mulher que eu queria ser. Então ele me puxou para perto da cadeira onde se sentou e me falou para que o chupasse com carinho. Me ajoelhei em sua frente e comecei a chupá-lo desajeitadamente. Ele me pediu calma e com paciência foi me explicando como fazer e após um tempo eu estava lá saboreando aquele pau enorme em minha boca. Eu lambia, chupava, sugava e parecia que eu tinha nascido para fazer aquilo. Me lembrei do gosto de minha porrinha e estava querendo experimentar a porra de meu homem, mas ele me fez parar dizendo que iria ...


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