Conflito de Gênero – Menino? Não, Menina! Parte 05

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Aquela manhã foi diferente. Eu acordei radiante e a única coisa que me chateava era não poder dormir de calcinha e camisola. Eu já tinha experimentado algumas de minhas primas e eu adorava sentir aquele tecido macio sobre minha pele, principalmente as mais curtinhas, mas eu tinha esperança que um dia conseguiria.
Passei o dia ansiosa, mas aproveitei para estar com minhas primas. Elas já começavam seus namoricos e me contavam tudo e eu ficava lá querendo estar no lugar delas e poder namorar um garoto também. Na verdade, eu não queria mais namorar um garoto e sim um homem bonito como o meu. Aliás, minhas primas não tinham nem chego perto de tudo que eu havia feito com meu “namorado”. Elas ficavam só nos beijinhos e uma passada de mão aqui ou ali. Nisso eu não queria ser como elas e pelo menos nisso me sentia superior. Era o último dia com elas naquelas férias e eu aproveitei cada momento pois eu adorava minhas primas. Não a ponto de contar o que estava acontecendo comigo. Para mim, continuava a ser aterrador se alguém descobrisse.
Então a noite chegou e eu fui a seu encontro. Antes que eu me transformasse em Bruna aconteceu exatamente como na noite anterior. O que mudou foi que naquela noite ele fechou o posto meia hora antes pois disse que era minha ultima noite ali e seria especial. Fiquei empolgada e quis ir me trocar dizendo a ele que iria experimentar todas as roupas que ele havia me comprado. Ele não deixou pois disse que queria que eu enquanto estivesse no colégio interno ficasse pensando naquelas roupas e ansiosa para voltar lá e que esse era seu meio de garantir que eu voltaria. Fiquei um pouco decepcionada pois eu queria muito experimentar todas aquelas lingeries. Ele viu minha decepção e me disse que para compensar compraria mais roupas para a Bruna e que ela deveria dizer qualquer roupa que ela desejasse. Aquilo me animou e respondi que a Bruna tinha uma roupa especial e que lhe diria quando ela chegasse ali.
Então fui escolher a roupa que eu iria usar naquela noite especial enquanto ele me esperava na sala da frente. Escolhi a roupa e fui ao banheiro me aprontar. Quando sai ele já estava me esperando no escritório e mais uma vez ficou maravilhado e me encheu de elogios dizendo que eu era uma linda mulher e de novo repetiu que se não fosse casado se casaria comigo. Eu tinha escolhido mini saia preta com a blusa branca, o sutiã com fundo branco e a calcinha preta. Como a noite era especial quis algo um pouco mais adulto. Claro que novamente com a sandália de salto. A rasteirinha ficaria para outra oportunidade. Completei com o cabelo e o batom rosa que tentei deixar

um pouco mais intenso. Parece que funcionou. Antes de qualquer coisa ele me disse que adoraria passar um fim de semana em um chalé comigo e eu o tempo todo de menina, mas que era quase impossível pois sua mulher não ia entender. Disse a ele que seria um sonho, mas que também seria muito difícil que meus pais permitissem, mas quem sabe um dia.
Ele começou a tirar a roupa e ficou novamente só de cueca e então me chamou para se deitar no colchão com ele. Disse que aquela noite seria toda na cama. Começou me dando uns amassos e me beijando muito. Enfiou a mão por baixo da blusa e do sutiã e acariciava meus seios enquanto me beijava. Ele sabia que eu gostava dessa caricia pois já tinha lhe dito. Peguei em seu pau por baixo da cueca e fiquei esfregando. Ficamos lá por um bom tempo e então ele me pediu para deitar de bruços no colchão e abrir uma das pernas. Eu estava lá toda vulnerável e então ele me levantou a saia preta e viu pela primeira vez a calcinha preta bem enterradinha em minha bunda e adorou. Disse que eu estava muito sexy e que poderia tirar fotos para qualquer revista feminina. Ele sabia como elogiar e me ganhar. Hoje, mesmo me recordando com muito prazer daqueles momentos com ele eu o considero um predador sexual e assediador. Não foi correto o que ele fez comigo pela enorme diferença de idade. Claro que gostei e agi como uma putinha, mas eu estava apenas saindo da pré-adolescência e ele me manipulou como ele quis. Foi um crime, mas pelos momentos que tive com ele onde ele me fez virar uma mulher eu certamente o perdoaria e se pudesse faria tudo novamente. Não sei se a sociedade o perdoaria.
Deitada de bruços, ele se abaixou e começou a beijar minha bundinha e aperta-la e ficou acariciando por um tempo até que afastou a calcinha de lado e começou a lamber meu rabinho. Eu estava toda eriçada e gemia baixinho a cada lambida, parecia até que ia chegar ao gozo novamente mas quando ele percebeu que eu já estava nesse ponto parou e pegou o creme que havia deixado ao lado do colchão e me labuzou como das outras vezes e me disse: -Hoje vamos fazer em novas posições que só na cama são gostosas e foi pensando nisso que eu trouxe o colchão. Tirou a cueca e eu já estava com o rosto virado para ele o encarando. Ele sorriu e foi se ajeitando colocando aquele seu pau enorme na entrada de meu rabinho e começou a forçar. Desta vez não senti nenhum desconforto e quando ficou mais difícil eu forcei para fora facilitando a penetração. Mesmo tendo sido mais ...


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