Conflito de Gênero – Menino? Não, Menina! Parte 06

Loading

Antes de voltar ao colégio interno fiquei ainda uma semana em casa com meus pais. Meu pai estava doente e minha mãe muito preocupada com a saúde dele e por esse motivo não me deram muita atenção. Fiquei muito tempo sozinha e aproveitava para me lembrar daqueles momentos maravilhosos que eu havia passado no final das férias. E com as preocupações caso alguém descobrisse e como eu faria para manter aquilo no futuro, mas não chegava a uma resposta. Essa era uma equação impossível de resolver. Para me alegrar até que eu tentava usar as roupas de minha mãe quando ela não estava, mas não tinham nada a ver comigo. Ela era uma mulher séria e muito conservadora e só tinha aquelas lingeries tipo confort grandes. Eu colocava, mas não me sentia muito bem com elas. Eu era uma jovem e queria roupas de Jones. Não ter uma irmã foi um grande problema pois não tinha onde ir buscar as roupas e lingeries que eu gostava, diferente de muito relatos que já li onde muitas meninas tinham irmãs e se esbaldavam em seus armários.
A semana terminou rápido e fui levada ao colégio interno. Eu estava ainda mais feminizada. Agora era impossível não sofre assédios e gozações. Eu me esforçava para não demonstrar trejeitos femininos, mas nem sempre conseguia. Tomar banho era o momento mais terrível do dia. O local de banho era coletivo e eu tinha certeza que se tomasse banho nua do lado de outros garotos eu seria estuprada e eu não queria isso. Não tinha nenhum desejo de sexo violento. Não tinha nenhum desejo de sexo coletivo. Meu desejo se resumia a ter sexo como mulher com uma única pessoa que eu escolhesse. Nesse ponto eu era bem conservadora. No dormitório havia uns 200 jovens com idades de 11 a 17 anos. Primeiro e segundo grau juntos. Isso era terrível pois a diferença de idade era muito grande e os mais velhos judiavam dos mais novos dando todo tipo de tarefas. No meu caso era ainda pior por meu corpo feminino. E com garotos 3 a 4 anos mais velhos do que eu era difícil minha vida lá. Para fugir do banho coletivo no horário determinado pelo colégio eu ia a noite quando todos já estavam obrigatoriamente recolhidos em seus quartos. Era um risco que me encontrassem sem mais ninguém ali, mas eu tinha que correr. Felizmente nunca aconteceu nada no banho.
Não posso dizer o mesmo dos quartos, em quatro era difícil estar no quarto sem mais ninguém. E eu sempre fui a mais nova. Sempre havia um garoto que aproveitava o momento que estávamos somente em dois para vir para minha cama, tentando me enconchar, tirando o membro para fora e me pedindo para pegar e até chupar. Chegavam até a querer comer meu rabinho. Eu sempre recusei enfaticamente mesmo antes de minhas ultimas aventuras nas férias. Primeiro por medo de que alguém descobrisse no colégio interno o que seria terrível e também porque eu não queria sexo daquela forma. Eu queria sexo sendo mulher, principalmente agora que eu era a Bruna. Eu nunca mais teria prazer no sexo sem estar vestida e montada como a Bruna. O problema é que por minha maior feminilidade os assédios aumentaram muito neste ultimo semestre. Até cheguei a cortar o cabelo curto para mudar isso, mas não adiantou. O problema estava no corpo cheio de curvas e em minha aparência feminina. Por vezes até forçando a barra com violência tentaram me violentar, mas eu ameaçava gritar no dormitório e paravam e por duas vezes pedi para mudar de quarto ao Diretor. Eu sempre justificava que era judiado pelos mais velhos. Nunca contei a verdade. Se é que ele não soubesse. Se eu já não tivesse planejado deixar o colégio interno anteriormente aqueles acontecimentos me teriam feito mudar de ideia. Foram 4 meses terríveis, mas eu sobrevivi me lembrando que minhas roupas e meu homem me esperavam lá no posto.
Eu estava ansiosa pois as férias estavam chegando, mas triste porque meu pai não estava bem de saúde, que só agravou naqueles 4 meses. Todavia eu não tinha como ajudar e ele e minha mãe não queriam de forma alguma que eu parasse os estudos. Às vezes ele ia para o hospital, depois voltava e até voltava a trabalhar. Era essa a rotina. Como ele trabalhava em um negócio próprio que meu avo tinha deixado de herança, ele tinha essa facilidade. E por ser dono do negócio, tínhamos uma vida confortável. Não éramos ricos, mas vivíamos bem. Até porque minha mãe tinha também uma loja e ajudava bem na renda da família. Voltei para casa após o final das aulas e antes de ir passar as férias nas casas de minha tia tive que ajudar um pouco em casa.

Já estava ficando adulta e tinha que colaborar, principalmente pelas condições de saúde de papai. Minha ansiedade explodia de vontade de ir para minha tia. Felizmente papai melhorou e depois de 15 dias eles puderam me levar para a casa de minha tia. Meu reencontro com minhas primas e mia tia foi muito bom e contamos todas as novidades. Minha prima mais velha me contou em segredo que ia ido mais longe com seu namorado. Disse que já o havia chupado e sido chupada por ele e que também tinha dado o rabinho, mas ainda não queria perder a virgindade. Mostrei alegria por ela, mas esse assunto somente despertou mais pelo verdadeiro reencontro que eu estava querendo ter.
Não esperei anoitecer e fui ao posto no final da tarde e quando cheguei ele não estava lá fora como de costume e fiquei triste pois achei que ele não estava. Perguntei por ele ao ajudante que me disse que ele estava no escritório. Fui correndo para dentro. Ele estava sentado em sua escrivaninha mais bonito do que nunca. Tinha feito um corte de cabelo mais moderno e estava mais sarado. Quando me viu ele deu um sorriso enorme e se levantou e veio em minha direção me dando um abraço forte. Fiquei até excitada sendo apertada por aqueles braços ainda mais fortes. Ele me soltou e dando um sorriso bem sacana me disse que estava feliz por eu estar de volta e poder ter minha “ajuda” no posto. Ficamos lá conversando sobre amenidades por um bom tempo e nesse tempo eu já tinha reparado que o colchão ainda estava lá em pé encostado na parede. Ele se levantou foi até a sala da frente para se certificar que ninguém chegaria de surpresa e então foi ao assunto que eu estava ansiosa. Primeiro me disse que como eu não tinha vindo logo que as férias haviam começado ele não tinha certeza que eu voltaria e, portanto, não havia alterado o turno dos funcionários para ele ficar sozinho à noite. Dessa forma ele ainda levaria uma semana para conseguir alterar isso. Fiquei bem tristinha e ele percebeu e para me confortar me disse que teríamos longas férias pela frente. E para completar ele me disse que havia conseguido comprar aquele presente que a Bruna havia pedido. E então eu abri um sorriso imenso.
Naquele peíodo passei o tempo me divertindo com minhas primas e amigas, mas principalmente no banheiro usando as roupas de minhas primas. Algumas calcinhas de minha prima mais velha eram novas e estavam um pouco mais ousadas. Gostei de me ver naquelas lingeries, mas não eram minhas preferidas. Se eu tivesse que comprar eu compraria as lingeries de uma adolescente. Comportadas, mas provocativas, tipo Lolita. Eu não sabia o que era Lolita naquela idade, mas mesmo sem saber era uma perfeita Lolita. Nesses dias passei duas ou três vezes no posto. Não tinha interesse lá que não fosse aquele, mas eu queria saber quando eu poderia voltar lá à noite. Então em uma dessas passadas ele me disse que a partir da próxima segunda-feira ele estaria no posto durante a noite e seu quisesse ir lá para ajuda-lo que estaria me esperando. Foi assim direto, mas percebi sua insinuação nas palavras. Certamente porque falou na frente dos outros funcionários e não queria se comprometer. Mas com minha aparência ainda mais feminina era difícil algum não ter alguma desconfiança daquela situação. Depois daquele corte mais curto que fiz no colégio interno e não adiantou, resolvi deixar o cabelo crescer e não cortar. Naquele dia o cabelo estava quase nos ombros e eu havia aproveitado as férias para deixar com um jeito mais feminino. Eu era uma garota em roupas de um garoto.
Comecei a me cuidar mais nos dias seguintes, passando os cremes de minha tia em um corpo para deixar a pele ainda mais feminina e macia. Os pelos eu felizmente nem precisava depilar. Eram muito ralos e os poucos que tinha eram fininhos e bem loirinhos. Tão loiros que desapareciam. E o melhor de tudo para uma garota era que no bumbum e em meu rabinho não havia pelos. Eram lisinhos e rosadinho. Tantos cuidados despertaram a curiosidade de minhas primas e elas faziam um verdadeiro interrogatório para saber se eu tinha alguma namorada. Elas perguntavam sobre namorada, mas eu sentia que elas já estavam desconfiadas de minha preferência. Era impossível esconder das pessoas que mais me conheciam uma situação como aquela. Mesmo sabendo elas não entravam direto no assunto. Perguntavam sobre namorada para ver seu eu respondia namorado. Mas não me julgavam pois me amavam e eu as amava. Eram as irmãs que eu não tinha.
E finalmente a segunda-feira a noite chegou e eu fui ao posto. Tão cedo que o funcionário que saia as seis ainda ...


Please enable / Bitte aktiviere JavaScript!
Veuillez activer / Por favor activa el Javascript![ ? ]