Conflito de Gênero – Menino? Não, Menina! Parte 07

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As noites foram passando e nossos encontros acontecendo. Não ficávamos mais de 3 dias sem nos amarmos. Eu estava apaixonada e me deixava tornar-me fisicamente mais feminina. Toda aquela transformação não passou desapercebida para minhas primas que aumentaram a pressão para saber o que estava acontecendo. Resisti algum tempo, mas chegou o momento de contar-lhes. Aproveitei que minha tia estava no trabalho e estávamos somente nós três em casa e comecei a contar que tinha alguém já há algum tempo e que estávamos fazendo sexo. Tentei não contar tudo, principalmente que era com um homem. Mas como elas estavam desconfiadas, depois de muito perguntarem quem era eu não responder, minha prima mais nova foi direta: -Você não quer contar porque é um garoto, não é? Nós já sabemos que você gosta de garotos, mas tudo bem, nós não ligamos e vamos te amar do mesmo modo. Pode confiar que juramos que não contaremos a ninguém. Fiquei paralisada como uma estatua e sem falar por alguns instantes. Então achei que era o momento de falar a verdade para elas. Elas mereciam. Eu tinha medo, mas confiava nelas. Sabia que guardariam meu segredo. Dei um suspiro forte e disse: -Sim, você esta certa, é um garoto. Eu tentei minha vida inteira ser normal, mas eu me sinto mulher desde que nasci. Vocês já me viram quase nua e sabem que meu corpo é de mulher. Já chorei muito por isso, mas não consigo ser um homem.
Começamos as três a chorar pelo meu drama e elas disseram-me que não ficasse triste. Pelo menos elas sempre me aceitariam quem eu quisesse ser. Ficamos nessa conversa mais um tempo, mas depois veio outra pergunta difícil: -Mas quem é, conte para nós. Nós conhecemos? De novo fiquei sem ação. Eu não queria contar que era um homem, bem mais velho e casado e pior, que elas e minha tia conheciam. E novamente foi minha prima mais nova a ser direta e sem querer a me ajudar. -Já sei, deve ser um garoto cliente do posto e por isso você não quer falar. Foi um alívio e respondi que era aquilo mesmo. E disse que se tornasse mais sério eu falaria para elas. Aí veio a curiosidade delas de como e o que tinha acontecido. Contei tudo a elas, das roupas e de nossas transas. E que jamais transaria com um homem sem estar vestida de mulher. Elas ficaram ali apreciando cada momento de minhas aventuras. Só não contei quem era. Contei até do meu nome de menina e confessei que colocava as roupas delas no banheiro e por fim confessei que minha maior tristeza era não poder usar roupas femininas sempre e principalmente lingeries. E foi ótimo essa confissão pois quase ao mesmo tempo as duas me disseram que iriam separar calcinhas e sutiãs que não usavam mais. Só não iam dar vestidos pois eu não teria como esconder de minha tia. E como também confessei que gostaria de usar camisola elas disseram que me dariam uma cada uma delas para eu dormir assim. Como eu dormia no quarto de hospedes

sozinha, eu poderia me trancar e dormir de camisola e sutiã sem que a mãe delas visse, mas eu teria que esconder quando me levantasse. Fiquei na maior felicidade com tudo que elas estavam me dizendo. Eu finalmente poderia ser uma mulher, também durante a noite.
E elas não demoraram para cumprir a promessa. Cada uma foi para seu quarto e me trouxeram várias lingeries. Todas comportadas, mas era exatamente o que eu queria. Ser uma garota comportada. E duas camisolinhas bem juvenis bem curtinhas. Tudo perfeito. Beijei as duas e agradeci. Falei que daquela noite em diante a Bruna dormiria lá na casa delas. Elas aproveitaram a deixa e perguntaram se podiam me chamar de Bruna. Eu disse que claro que sim, mas com cuidado e só quando a mãe delas não estivesse em casa. Se ofereceram para me ajudar nas coisas de menina que eu precisasse, mas não ofereceram me transformar totalmente como frequentemente lemos em contos de transformação. Elas sabiam que eu ainda não estava preparada para me assumir e se algum dia eu estaria. Mas eu fui muito feliz nesse período. Tinha meu homem com quem me transformava, dormia como Bruna e tinha muitas calcinhas e sutiãs para usar escondidinha. Cheguei até a usar sob minha roupa masculina, mas percebi que não era isso que eu queria. Eu queria sempre uma transformação completa.
Nos três anos seguintes vivi toda essa sexualidade. Ficava longe dele e delas durante as aulas, que agora eram no colégio de segundo grau perto de casa e nas férias eu retornava para meu “marido” e tinha o total apoio de minhas primas. Na escola minha feminilidade só causava problemas. Eu sofria muito bullying e assédio, nada pior do que eu já havia enfrentado no colégio interno, mas eu resistia. Eu queria ser uma “esposa” fiel e foi assim que me comportei.
Depois de 2 anos minha tia descobriu a verdade e exigiu que eu contasse o que estava acontecendo. E ela não se surpreendeu nem um pouco com o que contei pois disse que já sabia, por meu comportamento e pelas roupas que eu usava em sua casa. Ela via que não precisava lavar mais minhas cuecas e logo percebeu o que estava acontecendo. Todavia ela queria a confirmação. Mas também para ela não contei com quem eu me relacionava. Ia ser um escândalo se ela descobrisse. Ela disse que me amava como uma filha e que me aceitava de qualquer maneira, mas que infelizmente eu ia ter muito sofrimento por ser assim. Expliquei a ela que não tinha escolha pois eu havia nascido daquele jeito. Finalizei dizendo que eu sabia que ser daquele jeito ainda me trariam muitos problemas, mas eu já tinha me acostumado.
O terceiro grau acabou e eu havia passado no vestibular e estaria na faculdade no próximo ano. Aquelas férias foram especiais, pois a esposa dele viajou com os filhos para a praia e ele me levou vários dias sem sua casa durante a trade onde fizemos amor por várias vezes. Eu tinha um pouco de remorso pela mulher dele, mas ele sempre me ...


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