Conflito de Gênero – Menino? Não, Menina! Parte 09

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Com a tranquilidade que minha vida tinha adquirido com todas aquelas definições comecei enfim a pensar em namorar alguém e aceitei a dar oportunidades às cantadas que eu levava. Mas eu tinha decidido que seria honesta e que antes do primeiro beijo eu contaria sobre minha condição. E foram várias tentativas frustradas. Alguns desapareceram após saber a verdade e em outros eu senti que esperavam que eu em algum momento tivesse algum papel ativo sexualmente na relação, como uma crossdresser ou travesti, e isso era impossível.
Somente em um caso a relação avançou e chegamos as vias de fato. Foi após um ano que eu tinha estado na doutora, logo no início do quinto e último ano do curso de Arquitetura. Eu o havia conhecido em um curso de gastronomia o qual eu estava frequentando com minha mãe. Era uma forma de eu conhecer pessoas fora de meu círculo de amizade e deu certo. Após eu contar-lhe sobre minha real condição ele aceitou pois disse que estava verdadeiramente interessado na mulher que eu era no todo. E que como eu havia explicado, aquela situação seria temporária, disse ele. Ele era gentil e muito bonito, loiro de olhos cor de mel. Não muito mais alto que eu. Talvez 1,75 metros ou por aí. Depois de sairmos três ou quatro vezes e sem ser muito apressado ele finalmente convidou-me para ir jantar em seu apartamento onde ele colocaria em pratica o que tinha aprendido no curso de gastronomia. Aceitei de pronto pois era aquela a vida normal que eu sempre procurara. Uma mulher, estudando e trabalhando e com alguém a seu lado.
Me preparei toda especial aquela noite. Um vestido longuete acinturado e sexy, mas não exageradamente, na cor preta. Um conjunto de lingerie em renda preta também, bem a meu estilo, com a lateral larga da calcinha e moderadamente cavada com um sutiã em renda. Tudo muito chique, mas sem parecer sério demais. E finalmente um salto alto agulha com uma sandália prata e bolsa prata. A maquiagem também era discreta, mas com uma ênfase nos olhos para valorizar meus olhos verdes. Não tinha jeito, eu jamais seria ousada demais. Esse não era meu estilo. Eu gostava se der notada como mulher e usar roupas bem femininas, mas discretas e elegantes. E finalizei com um batom vermelho natural, nada muito vivo. No horário marcado ele veio a minha casa me pegar e quando me viu abriu um sorrisão e disse que estava diante da mulher mais linda que ele já tinha visto. Aquele elogio derreteu meu coração e caminhei até ele em cima de meus saltos altos e lhe dei um selinho agradecendo. Disse que não poderia lhe beijar senão estragaria todo o batom. Despedi-me de minha mãe, onde lhe disse discretamente para ela não se preocupar pois talvez não voltasse naquela noite para casa e saímos. Quando chegamos em seu apartamento ele me abraçou e me apalpou tentando me beijar, mas resisti e disse que ele me devia uma janta. Ele fez um jantar maravilhoso regado a vinho, mas eu comi bem pouco pois sabia que em seguida eu faria um exercício gostoso e não queria estragar. Já fazia quase cinco anos que eu não fazia sexo e eu estava ansiosa e muito necessitada. Após o jantar ficamos conversando enquanto bebíamos o restante do vinho. Já estávamos bem altinhos quando o vinho acabou e então ele veio em minha direção no sofá e começou a me beijar e a acariciar todo meu corpo. Eu retribuía tudo com prazer.
Quando ele tentou abrir meu vestido o interrompi com delicadeza e lhe expliquei que em minha situação eu só faria sexo vestida. E que ele não tocasse em meu grelinho. Eu deveria estar pelo menos com a lingerie, mas preferencialmente com o vestido também. E que quando minha condição mudasse como ele sabia que aconteceria eu teria todo o prazer de fazer sexo totalmente nua. Gentil como sempre ele entendeu a

situação e voltou aos beijos e amassos e enfiava mão por baixo de meu vestido para apalpar minha bunda e por dentro de meu decote para acariciar meus seios. Às vezes, estar vestida causava um pouco de transtorno, mas em compensação era muito estimulante para mim e para eles. Até hoje tenho essa tara de transar vestida. Ele não era tão viril nas ações como meu primeiro homem, mas talvez porque fosse ainda a primeira vez. Enquanto ele me apalpava fui tirando sua camisa e abri sua calça pegando em seu membro duro e surpreendentemente grande. Me assustei com o tamanho. Ele era dois ou três centímetros maior e um pouco mais grosso do que meu amante do posto apesar de ele ser mais baixo e bem menos musculoso que ele. Da mesma forma que me assustei, me excitei ainda mais. Comecei a masturba-lo enquanto ele continuava lá me apertando de todas as formas. Já havia até conseguido tirar um seio do decote e sugava os bicos de meus seios de uma forma que eu estava quase gozando. Pensei que os hormônios que estava tomando tinham deixado eles ainda mais sensíveis.
O empurrei para se deitar no sofá e me abaixei para chupa-lo. Eu estava fascinada com aquele pau. Era maravilhoso e eu me deliciei com ele. Chupei, lambi e mordi usando tudo que eu havia aprendido e ele só gemia tentando alcançar meus seios, mas sem conseguir. Ele estava totalmente a minha mercê e eu decidi não parar e faze-lo gozar em minha boca. E foi o que aconteceu sem demora, ele gozou muito em minha boca e eu quis engolir tudo, mas não consegui e o que não consegui escorreu pelo seu pau entre meus lábios umedecendo sua cueca que eu segurava com uma das mãos. Após alguns instantes ele se sentou no sofá e disse que foi a chupada mais gostosa que ele tinha levado na vida. Eu por minha vez, disse que nem imaginava chegar ao final na primeira vez, mas que o vinho tinha me deixado mais ousada. -Não se preocupe com isso. Não vou pensar mal de você por isso, me disse ele e me deu um selinho. Nos levantamos e ele foi se limpar e eu tentei me recompor um pouco, mas também tive que ir ao banheiro me limpar e retocar o batom e maquiagem.
Quando eu retornei e recomeçamos a conversar e ele não deixou mudar o assunto e continuamos a falar sobre sexo enquanto ele me dava alguns beijos e me acariciava por todo o corpo. E me perguntou sobre minhas preferencias. Não falei muito pois não quis parecer muito conhecedora e muito assanhada. Ele já sabia que eu tinha tido alguém antes dele, mas nunca dei muitos detalhes. Eu só disse que com carinho e sem violência eu certamente gostaria de tudo. Porem eu estava um pouco preocupada com o tamanho enorme de seu membro. Ele sorriu e disse para não me preocupar pois ele seria muito gentil e não me machucaria. Se levantou e me puxou pelas mãos para segui-lo até seu quarto onde ele tinha uma cama king imensa. Parecia ser muito confortável. Nos deitamos e ele logo recomeçou as cariciais e a levantar minha saia até expor minha calcinha preta de rendas. E ficou tarado por minha bunda branca e redonda contrastando com aquela peça branca. Nessa hora eu já estava de bruços. Ele começou a me beijar a me apalpar e talvez pela visão de minha bunda foi ansioso demais e nem quis mais preliminares. Abriu uma de minhas pernas e sem saber ele havia me deixado em minha posição preferida. Tirou a calça e a cueca e se ajeitou. Só deu tempo de eu falar se ele não tinha algum lubrificante e para minha sorte ele tinha e foi buscar correndo e logo estava ali de volta passando aquele gel geladinho em meu rabinho. Lambuzou bastante, mas não enfiou muito com ...


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