Conflito de Gênero – Menino? Não, Menina! Parte 12

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Nos dois meses seguintes meu namorado e minha “ex” começaram a ter vários atritos, um com ciúme do outro, pelo que eu podia perceber. Ele porque eu ficava mais tempo com ela e ele sabia que tínhamos algo especial e certamente ela estaria em meu futuro e ele não tinha essa segurança. Ele estava mais ciumento do que nunca pela mulher que eu era naquele momento. E eu comecei a achar que ela tinha ciúme dele pois eu me relacionava sexualmente com ele. Depois daquele dia que fiquei nua para ela comecei a sentir que ela queria algo a mais comigo. Porém eu nuca tive nenhuma informação de que ela não fosse hétero. Convivemos juntas em um casamento e fomos amigas por um bom tempo e ela nunca me disse que também tinha interesse por mulher. Talvez ela estivesse confundindo o amor que sentia por mim por desejo ou tudo aquilo era simplesmente uma impressão erada de minha parte. Diante do atrito comecei a não estar mais com os dois ao mesmo tempo e isso ajudou. O que me deixava tensa era que eu sabia que em um momento próximo eu teria que finalmente fazer sexo vaginal com meu namorado. Para me preparar melhor para seu membro avantajado comprei 4 novos alargadores vaginas um mais grosso que o outro com o mais grosso quase da grossura do membro dele.
Fui com calma aumentando o diâmetro do alargador com bastante cuidado a cada duas ou três semanas. A cada mudança eu me sentia mais preenchida e cheguei inclusive a me masturbar esfregando meu novo clitóris algumas vezes, mas nunca chegando ao gozo total. Eram apenas sensações muito próximas de um gozo, mas eu sentia que estava no caminho certo. Quando me senti confortável com o alargador mais grosso achei que tinha chego o momento certo de minha primeira relação vaginal. Já se passara 6 meses desde a cirurgia. Meu corpo estava feminino como nunca. Minha vagina já havia desinchado quase que totalmente. E apesar de tudo e apesar de meu azar pela má formação genética em meu nascimento eu tinha sim algumas sortes físicas como minha “ex” me tinha dito. E também alguns azares. Para minha sorte eu tinha o pênis rosado e assim o interior te minha vagina ficou bem natural. E por sorte minha cicatrização sempre fora excelente e minhas marcas de cicatrizes sempre sumiam. E foi o que quase já tinha acontecido com as marcas da cirurgia. Depois de 6 meses tive que tirar fotos e enviar para meu cirurgião. Ele me respondeu que estava excelente e que era um dos 3 melhores resultados da carreira dele. Fiquei orgulhosa demais e muito feliz com o resultado também. Outra de minhas sortes era ter poucos pelos mesmo para uma mulher o que ajudou demais em minha feminização geral e a manter uma xoxota totalmente depilada sem que ficasse áspera. Ela estava lisinha. Além do azar de ter nascido assim, o outro azar foi de ter o pênis pequeno. Como o canal vaginal é feito com o tecido do pênis, meu canal não ficou muito fundo e sua profundidade máxima era de 12 centímetros. Eu sempre teria que tomar muito cuidado nas relações e não deixar que meu namorado se empolgasse demais. Ele jamais conseguiria receber dentro de minha bucetinha todo aquele pau enorme.
Quando lhe disse que era chegado o momento ele não se conteve de alegria. Disse que me presentearia com um conjunto de lingerie especial para que eu usasse nesse dia. Eu respondi que ele até poderia ser mais ousado com a lingerie que eu usaria, mas não ousado exageradamente com cores fortes. Ele entendeu o recado e disse: -Deixe comigo. No dia seguinte, durante seu horário de almoço, ele já me entregou uma caixa grande em tom pastel com

um laço enorme me dizendo para que eu usasse naquela noite e que ele viria me buscar para irmos até seu apartamento. Levei a caixa até meu quarto e a abri. Ciente de minha preferencia por cores claras ele havia comprado um conjunto de lingerie perolado. Os tecidos eram cetim e renda. A calcinha bem chique como alguns brilhos, larga na lateral, mas com 3 tiras que deixavam buracos entre as tiras e era bem cavada no bumbum. O sutiã não era somente um sutiã, mas meio corpete que descia uns 15 centímetros abaixo da base dos seios. Também com muitos brilhos. E por fim uma meia longa até as coxas, também pérola. Tudo muito lindo. Ele tinha sido perfeito na escolha. Enquanto me vestia naquela noite, me senti a mulher mais linda do mundo naquela lingerie. Fiquei me admirando no espelho somente de lingerie por um bom tempo pensando em tudo o que tinha passado para chegar aquele momento. E com a emoção de tudo aquilo ainda reconheci a enorme sorte que eu tive de ter nascido em uma ótima família e com uma boa situação financeira que evitaram que em qualquer minuto de minha vida eu tenha pensado em me prostituir como acontecem em muitos casos. Era muita sorte. Por cima daquela linda lingerie coloquei um lindo vestido verde claro de voal leve e solto e cintura alta que eu tinha. Para completar, sandália de salto agulha e bolsa verde bandeira. Uma maquiagem que realçava meus olhos que combinava com o vestido. E batom rosa escuro. Eu estava linda e elegante. Poderia ir a qualquer festa de casamento naquele traje. Mamãe adorou e disse que eu estava maravilhosa e que era a filha mais linda do mundo e como agradecimento recebeu um abraço bem apertado e um agradecimento por me dar todo o apoio sentimental e financeiro para eu estar lá daquele jeito. Quase chorei mais segurei pois estragaria toda a maquiagem.
As oito horas em ponto ele chegou para me buscar e quando me viu deu um fiu-fiu. Me lembro bem de um de seus elogios. Impressionante, ele me disse. Valeu a pena toda essa espera pois vou sair hoje com a mulher mais bonita do mundo. E certamente ele estava também excitado pois sabia o que eu estava usando por baixo daquele vestido esvoaçante. Ele me pegou pela cintura e me girou duas voltas no ar. Ele estava muito feliz de verdade, e me deu um beijinho no rosto. Me pegou pela mão e saímos com ele dizendo atrevidamente para minha mãe que primeiro íamos jantar e que ela não me esperasse naquela noite. Genro e sogra já estavam bem próximos e ele já abusava dessa situação. Jantamos em um excelente restaurante tomando um vinho delicioso e uma sobremesa empolgante. Quando terminamos fomos apara seu apartamento. Altinho pelo vinho ele já me agarrava no elevador, mas eu pedia para parar pois tinha câmera. Ele tentava novamente e eu segurava, mas quando fechou a porta do apartamento atrás de nós não teve jeito. Ele me encostou na parede e pegou de jeito. Me beijava, apertava minha bunda e levantava meu vestido me pegando nas coxas. Ele estava muito tarado e eu também pois retribuía a tudo. Talvez também pelo vinho que tinha me deixado mais relaxada e tarada. Mas ele tinha um único pensamento na cabeça. Queria comer minha buceta. Então me levou para seu quarto e se sentou na cama dizendo: -Por favor, quero vê-la sem esse vestido, mas todo o resto continua por hora, disse ele com um sorriso sacana no rosto. Me afastei e bem devagar abri o zíper lateral, tirei um braço por vezes segurando nos seios para não cair e quando tinha tirado os dois braços deixei o vestido cair totalmente aos meus pés que ...


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