Conflito de Gênero – Menino? Não, Menina! Parte 13

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Os 12 meses seguintes foram uma eterna lua de mel. Viajamos sozinhos para vários lugares no Brasil e até no exterior. Nas praias eu fazia o possível para manter minha pele branca com meus protetores FPS 90 mas foi impossível mesmo com a ajuda dele que se prontificar a passar o protetor por todo o meu corpo. Ele adorava fazer isso e uma vez fizemos sexo comigo toda lambuzada e foi complicado e gostoso pois escorregávamos para todo lado. A contragosto meu, uma marquinha de biquíni surgiu e ele se deliciou com ela gozando várias vezes a admirando. E para ficar olhando para ela as posições que mais lhe agradavam era de bruços ou de quatro.
Não fazíamos mais sexo anal, mais por opção minha que dele e mais porque eu sentia que o sexo vaginal me deixava mais mulher do que o sexo anal. Com toda essa vida sexual intensa minha vagina se dilatou um pouco mais e ficou dois centímetros mais profunda. O cirurgião havia me falado que isso poderia acontecer. Mas para a felicidade de meu namorado não dilatou no diâmetro. O pau dele continuava a entrar muito apertado em minha buceta a cada vez que ele me penetrava.
Nesse período evolui no trabalho e já tinha projetos só meus. Eu estava adorando criar lugares para as pessoas viverem, principalmente famílias, pois eu sonhava de um dia ter uma casa daquelas com uma família só minha. E adorei o contato com os clientes sendo uma mulher. Era uma situação bem diferente pois eu me sentia mais poderosa. Apesar se ser um escritório descolado eu me vestia para parecer mulher a adorava. Eu jamais queria vestir roupas novamente que escondessem quem eu era pois eu já tinha feito isso demais. Como sempre nada exagerado, apenas feminino.
Durante esse período em que vivi quase uma lua de mel, a amizade com minha “ex” continuou

firme com ela sendo minha melhor amiga. Mas não podia lhe contar detalhes de minhas aventuras com meu namorado pois ela ficava de mal humor. Ela também arrumou um trabalho exatamente como ela queria. E quando não estava comigo ou no trabalho ela estava na academia malhando. Com os exercícios ela tinha modelado ainda mais seu corpo que estava perfeito e sarado. E ela não perdia a oportunidade de me mostrar. Quando dormíamos juntas em sua casa, ou na minha, ela frequentemente ficava de lingerie parecendo que queria se mostrar. Muitas vezes me pediu para sentir sua barriga ou sua bunda para mostrar que estavam durinhos. E ela realmente estava com um corpo maravilhoso e mais bonito de quando havíamos sido casadas. Até me peguei pensando em sentir aquele corpo novamente, esfregando seios com seios. Deveria ser muito gostoso eu pensava. Mas como estava em lua de mel com meu namorado isso só ficava no pensamento. O que ela tentou por um bom tempo foi me levar para a academia também, mas eu recusava. Tinha acabado de me transformar em mulher e não queria nenhum musculo que pudesse masculinizar meu corpo. Na realidade eu nem precisava, foi mesmo sem fazer muito exercícios sempre fui magra e torneada. A exceção fora a natação no colégio, essa sim, ajudou a tornear ainda mais meu corpo juvenil, principalmente minhas coxas.
Já havia se passado um ano e meio desde a cirurgia no final desse um ano de “lua de mel”. Externamente, fora uma cicatriz muito fina e quase transparente, ninguém conseguiria identificar que aquela vagina não era de nascença. Os lábios vaginais tinham ficado bem fechadinhos e quando eu não estava com a perna mais aberta ela não mostrava o interior. Parecia uma bucetinha de menina. Por mim não precisava ter ficado assim tão fechada, mas era melhor do que muito aberta e exposta que era um ...


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