Conflito de Gênero – Menino? Não, Menina! Parte 14 – Final

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Com o fim de meu namoro minha “ex” estava cada dia mais ousada. Cada vez fazia mais questão de mostrar seu corpo somente com lingerie ou até nu. Não perdia a oportunidade de sair de um banho, trocar uma roupa ou colocar um pijama ou um biquíni sem se mostrar para mim. E eu a admirava, pois, seu corpo estava realmente perfeito com toda aquela malhação. Todo delineado, mas sem ter ultrapassado o limite do exagero. Seu corpo permanecia muito feminino. Constantemente fazíamos noites só nossas em sua ou em minha casa. Principalmente quando seus pais, que ainda me adoravam apesar de eu ter largado a filha deles em nosso casamento frustrado, ou minha mãe não estavam em casa. Nossas noites eram regadas a muito macarrão, vinho e sorvete. Frequentemente bebíamos uma garrafa de vinho, mas as vezes até duas e ficávamos alegrinhas até demais. O arrependimento vinha no dia seguinte com a dor de cabeça pelo exagero no vinho.
Como eu já disse antes, nosso amor transcendia ao sexo. Era muito mais do que fazer sexo. Era um verdadeiro amor que tínhamos certeza que jamais acabaria. E tanta proximidade acabou gerando consequências. Um final de semana, quando estávamos em sua casa sozinhas porque seus pais tinham viajado para a praia, após nosso tradicional macarrão fomos assistir um filme tomando nosso vinho. Ela se sentou bem ao meu lado. Já estávamos altinhas e riamos de tudo que falávamos. E no meio de uma dessas risadas ela parou e começou a me olhar olho no olho pensativa. Também parei de rir e olhei para ela. Devagar ela veio chegando e chegando e suavemente encostou seus lábios no meu e me beijou por uns momentos só nos lábios e depois com sua língua. Eu não recusei. Nossas bocas já se conheciam de tantos e tantos beijos quando tínhamos sido casadas, mas nenhum daqueles beijos teve a delicadeza daquele que estava acontecendo entre nós. Foi um beijo sem pressa cada uma querendo se deliciar com a outra pelo maior tempo possível. Nossas mãos se entrelaçaram e nosso beijo foi longo e suave como nunca eu havia beijado. Quando terminamos ela olhou fixa em meus olhos e me disse: -Eu te amo e sempre te amei e você sabe disso. -Também te amo. Você é o amor de minha vida e você também sabe disso. De novo nos beijamos com delicadeza e amor. Ela se levantou e me disse: -Vamos para cama? Não respondi e fui atrás dela.
Não estávamos com roupas sexy ou lingerie provocante. Ela estava de shortinho e camiseta cavada de dormir. Eu não muito diferente, também com o shortinho e uma camisa larga e comprida. Para dormir, eu normalmente tirava o shortinho e ficava só de calcinha e camiseta larga como se fosse uma camisola. Deitamos em sua cama e sem nenhuma pressa nós tocávamos com muito carinho. Em alguns momentos, ela ou eu lembrávamos de nossa vida anterior de casados e dizíamos: -Lembra quando eu te fazia assim. -lembra quando você me fazia isso. Mas era tudo completamente diferente. Jamais havíamos tocado com aquela suavidade. Jamais eu havia sentido sensação como aquelas. Meu corpo estava mudado. Eu não tinha mais um pênis. E o corpo dela estava mais espetacular do que nunca. Muito lentamente fomos tirando uma a roupa da outra. Sob seu short apareceu uma calcinha branca de lycra. Tão simples e normal e tão espetacularmente sexy em seu corpo. Minha calcinha era tipo shortinho, muito confortável para dormir. Verde como seus olhos. Eu sempre gostei dessa combinação. Só de calcinha nos abraçamos uma de frente para a outra para nos beijarmos novamente. E então aconteceu um dos momentos mais sublimes de minha vida. Nossos seios se tocaram e se apertaram. Senti uma sensação diferente que veio dos pés ao ultimo fio de cabelo. Algo inigualável.
Já tínhamos estado antes nessa situação quando casados eu já tinha meus seios desenvolvidos, mas nuca senti a mesma sensação. Naquele período eu estava tentando ser homem e bloqueava as sensações que tinha naquela região. E o hormônio que eu ainda tomava tinha aumentado minha sensibilidade na pele e nos seios. Só sei aquele nosso seio no seio foi o momento em que percebi que a partir

de lá eu adoraria fazer amor com uma mulher, em especial aquela mulher que lá estava me beijando. Nossos movimentos pareciam em câmera lenta, curtindo cada instante sem pressa. Ficamos nuas e primeiro foi ela que se acomodou no meio de minhas pernas. Parecia que ela estava querendo fazer aquilo há muito tempo. Com delicadeza ela me deu um verdadeiro banho de língua. Nessa época eu já conseguia ter uma pequena lubrificação e isso ajudou em minhas sensações. A calma dela fazia tudo ser melhor do que quando meu namorado me chupava ali. E o conhecimento de onde e como fazer. Ela conhecia cada ponto a ser tocado. Ainda que nossas vaginas não fossem exatamente iguais estruturalmente ela sabia o que fazer, afinal ela tinha uma xoxota há muito mais tempo que eu. E com todo esse carinho e habilidade eu não resisti e gozei. E também foi um gozo calmo e sereno, mas profundo. Completamente diferente de todos os gozos anteriores. Só consegui levantar o rosto e dizer: -Muito obrigado meu amor. Hoje você me fez conhecer o sexo como eu jamais havia imaginado que pudesse acontecer.
Ela sorriu satisfeita pelo dever cumprido o dever e se aninhou em meus braços. Ficamos conversando, nos beijando e nos tocando. Eu tocando principalmente em seus seios pedindo-lhe desculpas por nunca os ter valorizado como eu estava fazendo naquele instante durante nosso casamento. Eu disse que eu fora muito burra por não ter dado a eles o valor que eles mereciam. E rimos muito com essa minha declaração. Agora era minha vez de dar prazer a ela. Com o que eu havia aprendido com seus gestos minutos antes fui descendo lentamente por seu corpo beijando aquela barriga linda até chegar em sua vulva. Com toda a delicadeza que eu conseguia ter a abri e comecei chupa-la tentando fazer como ela havia feito comigo. Com seus gemidos eu sabia quando estava acertando um ponto mais sensível e me detinha por mais tempo ali. Diferente de mim ela tinha uma lubrificação abundante que eu adorei. Eu já tinha chupado aquela buceta muitas e muitas vezes, mas nunca com aquela dedicação. Em meu momento homem eu era afobado e queria terminar o quanto antes aquele ato. Não me lembrava de tê-la feito gozar daquela forma. Mas naquele momento só o que eu desejava era lhe dar prazer e que ela gozasse em minha boca. Fiz com muito amor e finalmente ela teve também seu gozo profundo e um pouco mais barulhento que o meu.
Eu voltei a seu lado e nos abraçarmos e lá ficamos curtindo aquele momento. Havíamos ficado lá quase duas horas nos amando. Com certeza meu recorde pessoal. Agora falávamos de todas a sensações que havíamos tido e das descobertas pois nenhuma de nós jamais havia feito sexo lésbico. Ela me confessou que estava premeditando aquilo há tempos pois estava me amando mais do que nunca e havia adorado meu novo corpo. Eu disse a que ela que já tinha percebido o interesse dela em mim e que pensava em aceitar se ela tentasse algo, pois eu também a amava e queria conhecer essa nova forma de amor, mas não pensei que ela seria tão rápida. Rimos novamente do que falei e nos beijamos mais algumas vezes antes de dormirmos juntinhas e abraçadinhas com nossos pijaminhas bem normais. Mas ela estava muito sexy nele.
Não consegui dormir sem antes pensar no que estava acontecendo. Eu não havia planejado nada daquilo e nem jamais imaginado. Eu havia nascido com um órgão genital masculino do qual quis me livrar a vida inteira para ser mulher. E em meus pensamentos a melhor forma de ser mulher era tendo sexo com um homem. E foi sempre isso o que busquei com exceção à decisão atrapalhada de meu casamento. E no momento que eu conseguia ser mulher na plenitude e ser aceita por todos que me importavam, eu estava na cama fazendo sexo com outra mulher. E mais ainda, eu tinha adorado e já pensava que poderia viver daquela forma para sempre com aquela pessoa que eu tanto amava e era o amor de minha vida. Era uma reviravolta inesperada até para mim. Era mais um conflito de gênero em minha ...


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