Criei uma Puta, minha Esposa!

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Criei uma Puta, minha Esposa!

Olá, vou contar um episódio que aconteceu comigo e minha esposa. Somos casados há 20 anos, e temos duas filhas maravilhosas, Bianca de 19 anos e Bárbara de 15 anos, uns amores. Amo muito minha família, principalmente minha esposa, assim como ela me ama, temos nossas fantasias como qualquer casal, mas somos muito cumplices um do outro. Vamos às apresentações, me chamo Beto tenho 46 anos, sou Diretor sócio proprietário de uma grande empresa de chip de computadores, minha esposa se chama Carol, trabalha na área de finanças da minha empresa, tem 40 anos, loira, 1,70m de altura, cabelos longos até o meio das costas, uma cinturinha invejável até porque ela malha direto, e um bumbum imenso, chamando atenção por onde passa, principalmente dos nossos colegas de trabalho. Carol sempre foi muito tímida quando mais jovem, recatada, tipo aquela mulher séria, para casar e constituir uma família… quando começamos a namorar eu com 25 e ela 19 anos, sofria para roubar um beijo mais quente, passar a mão nos seios então nem pensar. Namoramos um ano praticamente e nos casamos, nossa noite de núpcias foi maravilhosa, até porque acreditem, Carol era virgem, eu fui seu primeiro e único homem até aquele momento maravilhoso. Continuando, Carol nunca gostou de roupas que chamassem muito a atenção, sempre usava vestidos longos, escuros ou florais tipo senhora, a mesma coisa era com as roupas íntimas, calcinhas largas, não muito cavadas. Porém quando completamos 10 anos de casados, eu estava com 36 e Carol com 30, notei uma leve mudança nos seus hábitos, principalmente no seu guarda roupa, pela primeira vez, em todos aqueles anos de casados, ela comprava calças jeans mais coladas, valorizando mais seu corpo, principalmente sua bunda que era um fenômeno, acho que nem ela tinha noção o quanto ficava gostosa com aquelas calças colada, também blusinhas decotadas e calcinhas fio dental, fazendo sempre eu ficar de pau duro quando ia para o trabalho. Eu sempre tirava uma onda com ela, dizia que estava mal intencionada, que iria deixar meus colegas babando, vislumbrando aquele bumbum tentador, ela dava aquele sorrisinho malicioso e dizia é pra você me desejar mais seu bobinho, talvez porque eu já tivesse cobrado ela várias vezes pra deixar de se vestir feito senhora. E ela melhorou 100% no visual, até porque ela tinha e tem um corpo maravilhoso, muito mais de quando era jovem, agora fazia o gênero mulherão madura.

Há um ano atrás, meu colega e sócio Altamiro me convidou se não queria passar um final de semana no seu sítio que fica há uns 45km de Campinas onde residimos, me falou que o lugar era belo, fazia dois anos que tinha comprado e poucas vezes ia lá, até por falta de tempo e compromissos de trabalho. Disse que iria falar com Carol, conforme fosse iríamos sim com maior prazer. Quando falei com Carol ela aceitou no ato, até porque adorava cavalos, e Altamiro já tinha me comentado que tinha um haras, e queria também levar nossas meninas pra sair um pouco daquele transtorno urbano que é morar numa grande cidade, respirar ar puro do campo iria nos fazer muito bem.

Chegou sexta feira e nos preparamos, as meninas estavam ansiosas já tinham ido se trocar e arrumar suas malas, e Carol fez o mesmo. Quando vieram para o carro fiquei alucinado ao ver minha esposa, estava uma legítima Cowgirl, uma calça jeans clara de lycra lisa sem bolso atrás ultra colada, parecendo a vácuo, deixando sua bunda mais gostosa e maior do que já era, umas botas de salto, e uma camisinha curta que deixavam todo seus seios a mostra. No carro falei, se não fosse as meninas aí atrás eu te agarrava aqui mesmo, ela sorriu maliciosa como sempre e me chamou de tolinho e acrescentou no meu ouvido, coloquei essa calça jeans para me deixar com a bunda imensa e arrebitada, do jeito que você gosta meu tesão, logo pensei, será a viajem no campo que está aflorando o libido de Carol, pois geralmente ela era mais tímida nos comentários, em fim, partimos. No meio da viajem Altamiro me liga que tinha tido um problema e talvez não fosse, mas que ficássemos despreocupados, pois já tinha avisado o caseiro e sua esposa pra deixarem tudo pronto para nós. Na viajem rimos muito, cantamos, em fim, estávamos felizes pois iríamos curtir um final de semana no campo que há muito tempo não fazíamos.

Chegando na chácara, Antônio o caseiro veio nos recepcionar junto com sua esposa Maria e seu filho Ricardo que tinha uns 17 anos, por sinal, um rapaz muito bonito, moreno, alto, devia ter seus 1,85m de altura. Quando Carol desceu do carro notei que Ricardo o menino não tirava os olhos da minha esposa, e vi que ela retribuía os olhares, pude perceber um volume na calça dele também principalmente quando Carol virou sua bunda imensa na sua direção pra pegar alguns objetos no carro, não tirava os olhos da bunda de Carol. Confesso que naquele momento me mordi de ciúme, mas não podia nem reclamar, pois realmente, Carol estava muito provocante, até Antônio dava umas olhadinhas, mas se continha em respeito a minha pessoa.

Fomos para os aposentos arrumar as malas e logo iríamos almoçar, pois devia ser meio dia e meio, logo após Antônio iria levar Carol e as meninas para ver e andarem a cavalos. Terminamos de almoçar e Carol perguntou amor não quer ir com a gente ver os cavalos, eu estava muito cansado devido a viajem e disse não amor, vai lá com as meninas que elas vão gostar, preciso dormir um pouco, e mais tarde combinamos algo. Ok meu amor, vou lá com as meninas, descansa bem meu gatinho que a noite quero fazer um amor bem gostosinho, aquilo já me deixou de pau duro, dei um beijo de língua e apalpei aquela bunda maravilhosa, e disse guarda esse bumbum gostoso só pra mim, e respondeu, minha bunda é só sua meu amor, todinha sua, e saiu rebolando olhando pra trás com carinha de safada, e fui deitar pensando como Carol estava safada, muito mais do que o normal pensei eu, como comentei já, talvez pelo ar do campo seu libido estava a flor da pele, não sei, me virei na cama e cochilei. Quando acordei já tinha se passado uma meia hora, e não consegui mais dormir, então resolvi ir lá onde estava Carol e as meninas nos cavalos. Chegando na cozinha pedi pra Maria me mostrar onde ficava o estabulo, seu Beto, se o senhor for pela frente fica mais longe, tem um caminho mais curto por trás do estabulo que o senhor chega mais rápido, obrigado Maria, vou pelo mais curto mesmo. Saí da casa andei mais ou menos uns 200 metros pelo meio do matinho e avistei o estábulo, estava lá Bianca e Barbara, montadas no cavalo e Antônio ensinando elas a montaria, porém não vi Carol, fiquei grilado, nisso escutei a voz dela, vai Bianca, vai Barbara, aprendem a montar pra depois ensinar a mamãe andar de cavalo, ela estava do outro lado e Ricardo o menino estava do seu lado, me mordi um pouco de ciúme, mas deixa pra lá, vou fazer uma surpresa, não vou deixar ela me ver chegando, e fiz a volta sorrateiramente por trás do estábulo sem que me vissem, quando chego perto cai meu queixo, eu tive a visão de Ricardo e Carol, o menino estava com um pau enorme pra fora de sua calça se masturbando ao lado mais de trás de minha esposa, sem que ela percebesse, pois estava de costas pra ele, e ao mesmo tempo sempre quando podia dava umas pinceladas com seu cacete na bunda de Carol por cima de sua calça jeans, lambuzando o jeans da minha esposa já com o líquido pré ejaculação que saia do seu pau. Naquele momento eu não sabia se realmente ela não tinha se dado conta da situação, do assédio sexual do menino, ou ela estava disfarçando toda aquela situação constrangedora, fiquei com muita raiva, vontade de chegar ali e socar o menino, mas depois passado a ira, foi me subindo um tesão como nunca tinha sentindo antes, pois era a primeira vez que via um outro homem sem ser eu bolinando, sovando aquela bunda que Carol jurava ser só minha, dando em mim uma mistura de ciúme e tesão. Naquele momento meu pau parecia que ia explodir, não aguentando mais tirei ele pra fora e comecei uma leve masturbação olhando aquela bunda maravilhosa da minha mulher sendo encoxada, apalpada por outra pica que não a minha. Quando vi, Ricardo de tanto esfregar na bunda da minha mulher, percebi que ela notou seu cacete esfregando na sua bunda, ficando vermelha de vergonha, mas não perdeu a compostura, e continuou imóvel como se nada tivesse acontecendo, logo em seguida dando uma leve mexida na sua bunda, arrebitando em direção ao cacete do menino, iniciando um leve movimento de vai e vem, no momento que ele colocou seu cacete bem no meio da bunda de Carol e forçou um pouco mais, nessa altura não era só nas nádegas que ele

esfregava, mas já encostava seu cacete na buceta de Carol, ela aceitando dava umas mexidas no seu bumbum, e apertava com as coxas o cacete do menino, e rebolava já com mais frequência, de repente ela vira, acho que não aguentando mais de tesão, olha pra ele, e dá um beijo de língua como nunca vi antes, engolindo sua boca, nesse momento os dois desceram pra baixo do estábulo para que as meninas e o Antônio não os vissem na sacanagem, e minha esposa sem cerimonia agarrou o cacete do menino, enchendo suas mãozinhas macia, fazendo uma punheta constante, alucinante, o menino dizia palavras sem nexo, como a senhora é gostosa, nunca vi uma bunda assim tão deliciosa, faz eu gozar dona Carol, e ela retribuía, você é muito gostosinho meu garotinho tarado e bem dotado, sabia que você é o primeiro homem além do meu marido que me interesso, e que me faz explodir de tesão, pode deixar que vou cuidar direitinho de você meu garotinho lindo e tesudo, afinal poderia ser sua mãe, e esse vai ser nosso segredinho, não aguentando mais, tomada pelo fogo do sexo, Carol socou na sua boca aquele cacete bem dotado, quase engasgando-a, rasgando seus lábios vermelho de batom, foi umas 5 chupadas sequencial de Carol pro menino urrar de tesão e gozar na sua boquinha carnuda, maravilhosa e quente, eu via minha esposa, aquela que jurei meu amor no altar, beber todo aquele leite gulosamente, deixando escorrer pelo canto da sua boca, pois era muito o volume de esperma que saia daquele cacete, vendo aquela cena não aguentei e gozei junto com o menino na minha masturbação silenciosa, eu pensava, que cena, nem nos melhores filmes pornôs, tinha visto coisa igual tão excitante, por tudo, por se tratar de minha esposa, e um menino bem mais jovem, ali, a poucos metros de mim. Nisso a Carol ouviu a voz de Bianca nossa filha de 18 anos que veio correndo dar um abraço na mãe, mal dando tempo de Carol se arrumar, limpar sua boca, disfarçou o quanto pode, abraçou Bianca dando um selinho na boca de mãe e filha, elas eram acostumadas a se beijarem na boca, a fazerem isso como forma de carinho, porém, por um momento Carol esqueceu completamente que tinha acabado de chupar um cacete de outro homem o qual gozou na sua boca enchendo-a de esperma, deixando restinhos de esperma nos seus lábios, consequentemente nos lábios de Bianca que não entendeu o que era aquilo a princípio, passando a língua entre seus lábios, chupando os dedos, achando aquele líquido viscoso e de gosto amargo, o que é isso mãe, perguntou Bianca, parece um leite grudento amargo na minha boca, Carol assustada respondeu não é nada minha filha, é um queijo que Ricardo acabou de me dar pra provar, no campo eles fazem direto queijo caseiro, só que ainda não está no ponto de comer, ela riu, tá bem mãe, não precisa dizer mais nada, que queijo estranho, cheiro forte, amargo, deu mais uma risadinha, olhou para Ricardo, e balançou a cabeça, depois a gente conversa mãe, vou andar mais de cavalo, e saiu chupando os dedos com restinho de esperma do menino Ricardo, resumindo, Bianca sacou na hora que sua mãe tinha feito um boquete, afinal ela já tinha 18 anos e não era tão inocente assim. Aquilo explodiu minha ira, não bastasse o menino fuder a boca da minha esposa, por tabela minha filha Bianca, uma menina que eu sempre achei pura, sentiu o gosto de sua porra parecendo apreciar.

Nesse momento Carol olhou para Ricardo, deu o mesmo sorriso malicioso que costuma dar pra mim, e foram pegar as meninas para voltarem pra sede, nesse momento eu descobri que minha esposa era uma puta de carteirinha, mas uma mulher maravilhosa e deliciosa. Corri para a sede para chegar antes que eles, e assim não suspeitarem que eu tivesse lá. Chegando na casa, Carol me vê no sofá e vem correndo sentar no meu colo e me dá um beijo demorado de língua, dizendo que me amava, me abraçando mais do que o normal, talvez por complexo de culpa, pelo que tinha feito há algumas horas atrás, o qual retribui com maior prazer, e me falou baixinho, hoje eu quero fuder bem gostoso com meu macho, lembra que sou só sua, e eu falei, também quero comer toda minha putinha safada, insaciável, nisso ela olhou com uma cara de assustada, pois nunca tinha chamado ela assim, e saiu pra tomar banho rebolando aquele bundão o qual pude observar uma pequena mancha do lado direito da sua bunda na calça jeans, que com certeza era marcas de esperma do menino Ricardo quando a encoxava no estabulo. Bianca e Barbara subiram também junto com a mãe para tomar banho e se trocarem para o jantar. O menino Ricardo mau me olhava nos olhos, acho que com medo e vergonha do que tinha feito, mal sabia ele que eu estava repleto de tesão, como nunca pela minha mulher, tinha descoberto um outro lado seu que me deixaria mais apaixonado e com tesão por ela.

Era umas 20 horas quando Maria nos chamou para jantar, eu estava na sala lendo jornal e apreciando um vinho, nisso desce pela escada Carol, toda maquiada, com um batom vermelho, deixando sua boca bem sexy, salientada pela sua pele branquinha de pêssego e seu cabelo loirinho mel, e novamente se vestiu uma delícia, estava com uma blusinha vermelha bem decotada, e pra variar uma nova calça jeans de lycra mais atolada ainda do que a outra, deixando sua bunda ainda mais empinada do que já era, além de um sapato salto alto 12 cm, muito sensual. Antônio e o menino Ricardo seu filho babavam, quase não conseguiam esconder o desejo pela aquela que se dizia ser minha esposa amada. Carol veio toda insinuante e sentou no meu colo novamente, deu um beijo ardente e logo fitou com os olhos o menino Ricardo, meu pau latejava de tesão, e vi que o menino passava levemente a mão no seu pau, o que pude notar que Carol não tirava os olhos do meio de suas pernas, com sua boca toda molhada, passando a língua entre os lábios. Em seguida desce Bianca e Barbara, pra minha surpresa, Bianca já seguindo os paços da mãe, usando um shortinho jeans bem curto e colado valorizando seu lindo corpinho de 18 anos que acabara de completar, deixando sua bundinha amostra para aqueles dois homens famintos por sexo, Antônio e seu filho Ricardo. Notei que Bianca ficou meio tímida pois percebeu o desejo dos dois homens por ela, como ela já tinha sacado que sua mãe tinha feito um boquete no Ricardo, e que de tabela sentiu o gosto do esperma ao beijar sua mãe na boca, isso tudo de certa forma atiçou seu libido, pois eu sendo pai e conhecendo bem a filha que tenho observei sua postura na sala, sentada no sofá ao meu lado, sempre apertando e mexendo as coxinhas, e seus mamilos pontudo não escondiam o fogo que havia nela, por trás daquele shortinho jeans apertado.

Carol levanta-se do meu colo, amor, vou dar uma mão pra Maria na cozinha, fica aqui comportado meu lindinho, ok meu amor, vai lá que te espero. Quando Carol levanta-se, empinando aquele bundão sarado, eu junto com os dois machos naquela casa quase alucinamos, Ricardo chega a apertar seu pau logo quando Carol passa, ela vira propositalmente sua bunda em direção aos olhos de Ricardo, e finge que vai ajeitar a barra da calça, curvando-se, deixando toda aquela bunda imensa amostra, logo dá uma olhadinha pra trás, olhando diretamente pra ele, vendo se estava observando sua bunda. Com uma cara de safada, fica em pé novamente e vai direto para cozinha. Bianca que estava do meu lado já percebia tudo, via que sua mãe estava com fogo, louca pra ser possuída por qualquer macho que a deseja-se naquele momento, o tesão pairava no ar, porém, notei que Bianca sentia-se incomodada, pois logo que sua mãe saiu da sala, os olhos de Ricardo e Antônio voltavam-se pra ela, e cá entre nós, independente de ser minha filha, estava um tesão, de dar água na boca em qualquer homem viril, pois mesmo novinha, com apenas 18 anos já tinha um bumbum bem avantajado, bem maior que de suas colegas que conhecia, talvez herança da mãe, e o shortinho que estava usando ainda valorizava mais sua bundinha, porém Bianca era muito tímida, igual a Carol quando tinha essa idade, notando aquela situação, e o incômodo de estar na sala com 3 homens, falou pra mim, papai, vou lá na cozinha ajudar a mamãe e a dona Maria, pode ir minha filha, Barbara também está lá com sua mãe, vou ficar aqui conversando com Antônio, nisso ela levantou-se, e puxou o shortinho discretamente que entrava na sua bunda, pois era bem cavado, e pude ver o medo nos seus olhos que minha filha tinha de ser agarrada a força, talvez já estivesse arrependendo-se de estar com aquele shortinho, pois chamava muito a atenção. Ela saiu meio ligeira, para que Ricardo e ...


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