DESABAFO DE UMA MÃE INCONSEQUENTE(VERIDICO)

Loading
DESABAFO DE UMA MÃE INCONSEQUENTE(VERIDICO)

O que vou narrar agora é um relato real que aconteceu comigo e mudou a minha vida drasticamente. Por ser verídico, em algumas partes podem parecer desinteressantes para o leitor que busque, mais imediatamente, relatos do ápice sexual, mas vou procurar ser ao máximo, sensual. Tenho certeza que no final irão gostar.

Primeiramente gostaria de dizer que estou contando este acontecimento da minha vida aqui, porque não tive coragem de desabafar com ninguém até hoje, não que tenha sido ruim o que aconteceu, mas tenho medo das opiniões dos outros a meu respeito. Procurei este site para ver se encontrava alguma mulher com experiência parecida com a minha, mas desconfio que a maior parte dos contos são irreais.

Vou mudar os nomes dos integrantes desse relato para não haver problemas. Chamo-me Cláudia, hoje estou com 31 anos, moro numa cidade no sul do Brasil, a qual prefiro não revelar. Nasci no interior do estado de Minas Gerais. Fui criada muito recatadamente, indo a igreja aos domingos, ajudando minha mãe nos afazeres domésticos e sendo uma boa aluna na escola. Quando tinha 13 anos, conheci um rapaz que foi passar férias em minha cidade. Ele se chamava Henrique e era sete anos mais vellho, tinha 20 anos. Começamos a ficar escondido, meus pais logo descobriram e foram contra, dizendo que eu era muito nova para ele. Mesmo assim, continuamos ficando, sem que meus pais vissem, ficamos umas três vezes só com beijos depois começamos a transar. Como eu era muito inexperiente, transávamos sem nenhum método anticoncepcional, e depois da quarta semana que começamos a fazer sexo eu desconfiei que estava grávida. Contei ao Henrique e ele reagiu com muita ignorância, xingou, disse palavrões e foi embora pouco tempo depois. Não sei muito sobre ele, o que sei é que era de São Paulo. Também, depois da reação que ele teve, não me interessei mais em saber nada sobre ele.

Tive medo de contar a meus pais no início, mas logo eles perceberam as mudanças em meu corpo e eu tive que contá-los. No início, eles reagiram me dando sermões, mas depois me apoiaram muito, eu não tenho o que queixar deles.

Meu filho nasceu quando eu tinha 14 anos, veio ao mundo muito saudável, era um bebê lindo, chamado Daniel. Minha mãe ajudava muito nos cuidados com ele, por isso, continuei estudando, mesmo quando meu filho era bem pequeno.

Quando completei 18 anos, passei no vestibular de Economia pela UFMG, em Belo Horizonte, meu pai ficou muito alegre com a notícia, deu até uma festa para comemorar a conquista. Mudei-me para Belo Horizonte levando meu filho e minha mãe morou comigo por alguns meses numa casa alugada por papai, mas depois, teve que voltar para nossa cidade para não deixar meu pai sozinho. Arrumei uma ótima babá que ajudou muito nos cuidados com meu filho. Ela morou com agente até meu filho completar 10 anos. Sempre que podia, minha mãe passava uma temporada comigo, e meu pai me visitava quando dava ou eu ia a minha cidade de origem visitá-los. Meus pais me bancaram de quando eu comecei a estudar até quase no final do curso, quando arrumei emprego de modelo, aos 22 anos.

Bom, deixa eu me descrever, tenho 1,71m de altura, peso 51 kilos, sou branca, loira natural, mas tinjo os cabelos para que fiquem mais loiros, e eles são lisos e compridos. Tenho seios médios e redondos, já coloquei silicone. Minha cintura é fina e meu quadril é médio, proporcional. Minha bundinha é redonda e arrebitada. Minhas pernas são torneadas naturalmente. O que mais gosto em mim são meus lábios cor de rosa, meus olhos castanhos e meu nariz, todo certinho e empinado. Minha bocetinha é rosa e tem pelos loiros e lisinhos e meu botãozinho também é rosinha.

A grana que eu recebia com a profissão dava para ir me virando. Desfilava, participava de eventos e tirava fotos para as lojas de BH. Apesar da profissão que exercia naquela época, sempre fui muito certinha, religiosa, dedicada ao meu filho e a faculdade. Era considerada por muitos uma karetona. Tive poucos namorados, apenas três, o primeiro namorei 6 meses, o segundo 1 ano, e o ultimo 2 anos. Transei poucas vezes ao longo da minha vida, só com o pai do meu filho, com o segundo e o ultimo namorado, mesmo assim, poucos vezes, menos de 15 em toda minha vida. Talvez por isso não tenha dado certo. Achava-me inclusive, muito reprimida sexualmente, mesmo isso não condizendo com a minha profissão, que exigia de mim muita sensualidade. Sempre recebi muitas cantadas apesar de tudo, e adorava me sentir desejada pelos homens. Acho que a forma como iniciei minha vida sexual me traumatizou um pouco. Porém, em contra partida, adorava usar roupas que mostrassem meu corpo, saias curtinhas, decotes na área dos seios, calças apertadas e bem baixas, tudo que pudesse chamar atenção para mim, sem é claro, que fosse vulgar. Adorava usar lingeries sensuais, usava calcinhas bem pequenas e adorava ficar na frente do espelho me vendo atraente.

Quando tinha 23 anos fui convidada para fazer uma campanha de fotos de lingerie para uma importante marca, fiquei um pouco apreensiva, mas aceitei. Eram várias fotos, todas sensuais, algumas saíram em outdoors, outras em revistas de propaganda que circulavam no entorno da capital mineira.

Por causa da minha vida de modelo, minha casa sempre foi cheia de fotos minhas, no meu quarto inclusive havia algumas muito sensuais. Aliás, dentro de casa, eu era outra mulher, usava cinta-liga e ficava fazendo poses sensuais na frente do espelho, me masturbava muito, muitas vezes já aluguei filmes pornôs para curtir sozinha, tinha vibradores e outros apetrechos.

Andava pela casa só de calcinha, meu filho via tudo, e eu não tenho o menor constrangimento de ficar nua em sua frente, nem ele nunca teve vergonha de mim. Desde pequeno meu menino foi criado assim, e sempre achei isso natural, muitas vezes ele já até deu palpites sobre minhas calcinhas ou sobre fotos que havia tirado, mesmo as mais sensuais. Houve vezes também, quando fazia poses sensuais na frente do espelho, que meu filho me assistia, e me orientava as poses e posições que ficavam mais atraentes e sensuais, em certas ocasiões, tirava fotos minhas a meu pedido. Entre essas fotos, tinha eu só de calcinha, sem sutiã e de quatro em cima da cama, tinha fotos comigo sentada com as pernas abertas sem calcinha e com sorriso sensual, várias, de todo jeito. Todas meu menino tirava, e ele adorava ficar tirando fotografias minhas. Para ele era como brincar de fotografo. Além disso, costumávamos dormir juntos na mesma cama desde quando ele era

bem pequeno. Não era raro dormirmos peladinhos em baixo das cobertas. Essas coisas eram nossos segredinhos, eu o pedia para não contar a ninguém, pois tinha medo que ele contasse a algum coleguinha ou aos meus pais e alguém achasse que eu estava criando meu filho da forma errada, mas para mim, minha intenção era fazê-lo meu melhor amigo, como sempre foi. Tudo isso era meio paradoxal diante do meu comportamento religioso, eu sei, mas estou contando resumidamente como exatamente era minha vida, antes de contar meu grande segredo.

Pouco tempo depois que me formei, apareceu a proposta de eu trabalhar em uma empresa de cosméticos no sul do Brasil, a proposta de salário era tentadora, e mais uma vez nos mudamos de cidade, fomos para o sul do Brasil, numa cidade que prefiro não revelar. Nessa cidade, nossa vida era bem confortável, tínhamos ótimos amigos, meu filho estudava em boas escolas e eu trabalhava muito e tinha muito zelo com Daniel. Muitas vezes esquecia até de mim. Meu tempo era muito curto, não arrumava namorados nem me interessava por me envolver com homens, apesar de sentir muita carência sexual.

Nessa época, meu filho já estava com 12 para 13 anos. Era um rapazinho muito bonito e educado. Já percebia que ele começava a se interessar em mulheres. Como sempre fomos muito amigos, ele me contava tudo que acontecia em sua vida, e eu falava tudo para ele também, era uma relação de muito carinho e amor.

Aos quatorze anos veio a primeira namorada e a primeira relação sexual. Como éramos muito amigos, eu dava muitos conselhos para ele sobre métodos anticoncepcionais e anti DST. O namoro durou uns seis meses, depois vieram mais duas namoradinhas e outras paquerinhas.

Depois de uns três anos que nos mudamos para essa cidade, o Daniel já estava com desesseis anos e eu 30. Era um lindo rapaz com estrutura física forte, olhos castanhos grandes, estatura media, charmoso e sorridente. Percebia meu filho diferente comigo, mas achava que era a idade.

Daniel me abraçava mais, me beijava com mais assiduidade, com selinhos, que sempre tivemos o habito de ter, porém, agora era de uma forma diferente. Olhava bem mais para mim, gostava de me ver trocando de roupa com mais atenção e sempre ficava me cobrando quando ele poderia tirar fotos sensuais minhas, o que acontecia com mais raridade. Procurava suprir as necessidades do meu filho da melhor forma possível, pois na minha cabeça, ele estava procurando minha atenção, já que meu tempo se tornara mais escasso para ele.

Algumas vezes, na verdade, já havia me passado pela cabeça que meu filho estivesse tendo interesse sexual por mim, mas eu deixava de lado esses pensamentos e não tive a menor preocupação em mudar meu jeito dentro de casa. Continuava sensual, com minhas lingeries provocantes e minhas poses eróticas, quando dava tempo. Sinceramente, quando comecei a desconfiar que meu menino tinha tesão por mim eu achei meio estranho, pensei até que fosse um problema psicológico, mas depois fui gostando de ser admirada por ele, levava as coisas na brincadeira e achava que fosse da idade.

Como eu estava ha bastante tempo sem ter relações com um homem, só me contendo com siriricas e vibradores, eu me sentia muito carente, e a atenção que meu filho me dava me fazia bem. Tinha hora que eu até o provocava só para ver onde ia dar, andava com calcinhas fio dental pela casa de maneira sensual, abaixava-me na sua frente para ele reparar em mim, quando ele ia tirar fotos minhas eu caprichava mais nas posições sensuais, quando íamos dormir juntos eu sempre estava nua e ele também. Muitas vezes ele me abraçava à noite e ficava passando o pau em minha bunda ou na minha bucentinha, chupava os meus seios, beijava minha boca bem de leve com medo que eu acordasse, ficava pegando em mim com as mãos tremulas e a respiração forte, e eu via tudo, fingia estar dormindo. Uma vês inclusive, estava bem frio aqui em nossa cidade, estávamos dormindo peladinhos em baixo das cobertas e o Daniel me abraçava com muita força, eu estava de costas para ele e sentia sua respiração forte na minha nuca e seu pau me acoxando entre as pernas, eu estava sentido um tesão enorme pelo meu filho, imagens dele me penetrando não paravam de vir a minha cabeça, mas tinha medo de onde aquilo ia dar, que tipo de mãe eu seria se aquilo se prosseguisse. Daniel começou a se masturbar com o pênis encostado em mim e acabou gozando nas minhas pernas e nos lençóis, depois, apavorado, ele saiu da cama e foi até o banheiro pegar um pedaço de papel para limpar a cama e a mim, enquanto ele saiu, não resisti por causa do tesão que me corroia, e peguei em seu esperma e coloquei-o na boca e o engoli, minha xana estava pegando fogo, mas eu tinha medo da situação que estava vivendo. Quando acontecia essas coisas, depois, minha consciência me reprimia, sentia-me uma aberração por estar fazendo aquilo, ia na igreja tentar me confessar mas não tinha coragem de falar com o padre nem com ninguém. Meu tesão ia aumentando a cada dia pelo meu filho, talvez pelo fato de ser proibido, por ser um segredo. Ao mesmo tempo, eu o notava cada vez mais saliente comigo, se exibia mais, falava mais sobre sexo, me perguntava sobre as vezes que eu tinha transado, como tinha sido, se eu já havia feito boquete, essas coisas. Eu o reprimia dizendo para ele que poderíamos continuar conversando sobre o assunto, mas que ele devia ter mais cuidado com as palavras. Eu reparava mais em seu corpo, via seu pênis ereto mais vezes, e eu adorava aquilo. Via o quanto ele havia crescido e o quanto estava gostoso.

Havia ocasiões que quando agente ia dar um selinho ele tentava por a língua em minha boca como quem não quer nada, me pedia para enciná-lo a beijar, às vezes com insistência. Queria tomar banho comigo e me pedia para me ensaboar, e ficava passando as mãos nas minhas partes íntimas e eu fingindo naturalidade. Quando a coisa começava a ficar muito pesada eu o xingava dizendo que ele já estava passando da conta. Mas na verdade eu não queria parar. Depois que o tesão passava, quando eu já tinha me masturbado pensando em mim e o Daniel tranzando, muitas vezes eu chorei de remorso. Minha consciência não me deixava em paz, aquilo era contra os meus princípios, contra tudo que eu acreditava, mas meu tesão não me dava tréguas.

Nossas vidas mudaram a uns seis meses. Agora vou ...


Please enable / Bitte aktiviere JavaScript!
Veuillez activer / Por favor activa el Javascript![ ? ]