Descabaçando a irmãzinha 1

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Meu nome é Thiago, tenho 21 anos e moro com meus pais e irmãos. Um irmão de 18, uma irmã de 14 e outra irmã de 11. Essa história aconteceu comigo e com a minha irmã de 14, Flávia. Ela é alta (1,70m), pele morena clara, olhos castanhos claros e cabelos longos, levemente encaracolados. Um corpo bem definido pra sua idade, seios grandes e uma bundinha pequena e arrebitada.

Alguns meses atrás percebi que minha irmã estava se comportando um pouco estranha comigo, sendo mais gentil e carinhosa. Com o passar do tempo percebi que ela gostava de me ver nú, pois sempre que tomava banho (nunca fui acostumado a tomar banho de porta trancada) ela entrava no banheiro para me espiar, fingindo que ia pegar uma escova de cabelo ou outra coisa qualquer.

Fiquei um pouco assustado com essa história, pois nunca tinha sentido nenhuma atração física pela minha irmã e ela era muito nova pra estar pensando nessas coisas. Passei a trancar a porta do banheiro mas ela passou a inventar alguma desculpa para entrar no meu quarto sempre que eu estava me trocando.

Dezenas de vezes eu já tinha percebido ela olhando para o meu pau e passei a ficar excitado com aquilo. Voltei a deixar a porta do banheiro aberta e também espiava minha deliciosa irmã tomando banho sempre que podia.

Um dia quando estava tomando banho minha irmã entrou no banheiro. Comecei a acariciar meu pênis como se estivesse me masturbando. Ela não conseguia parar de olhar e meu pau ficou duro na hora.

– Que foi ?! Quer pegar nele ???

Ela deu um sorriso de leve e balançou a cabeça. Eu sai do chuveiro com meu pau ereto, todo molhado e ela começou a passar a mão bem de leve.

– Eu sabia que você queria o meu pau.

– Nossa eu nunca imaginei que ele ficava tão grande quando estava duro.

Eu tranquei a porta e perguntei: – Você já chupou o pau de alguém ?

– Não… você me ensina.

Ela então começou a beijar a cabeça e foi lambendo ele todo até chegar nas bolas.

– Enfie ele na sua boca e passe a língua.

Ela colocou o meu pau em sua boca e começou a chupar. Eu acariciava seu cabelo enquanto ela me chupava com maestria. Estava morrendo de tesão mas pedi pra ela parar. Ela tirou meu pau de sua boca mas um fio de gozo e saliva ficou em seus lábios.

Não conseguia conter meu tesão e comecei a esfregar minhas mãos em seus peitos, mesmo por cima da blusa. Ela tirou minha mão e perguntou:

– Você quer lamber os meus peitinhos.

Eu acenei com a cabeça e ela tirou a blusa. Seus peitos estavam apertados e seus biquinhos saltados roçavam aquele sutiã. Ela sentou na pia do banheiro, de costas pro espelho e disse:

– Então eu quero que você me beije inteira.

Enfiei minha língua em sua boca e passamos a nos beijar calorosamente. Abri seu sutiã e aqueles majestosos peitos saltaram em minhas mãos. Eram duros com um

biquinho pequeno e delicado. Desci minha boca até eles. Lambi, chupei e mordisquei seu biquinho enquanto ela gemia. Fui descendo pelo seus peitos, lambi seu umbigo enquanto ela desabotoava sua calça jeans.

Nunca vou me esquecer daquela cena. Flavinha estava com uma cara de safada, os seios molhados e durinhos, as calças arriadas até o chão e aquela calcinha rosa úmida em sua vagina.

Lambi sua orelha enquanto enfiava minhas mãos naquela bucetinha quase sem pêlos. Esfreguei meus dedos em seus lábios inferiores e em seu clitóris. Ela deu um gemido mais alto.

Eu abaixei sua calcinha até os joelhos, me agachei, abri suas pernas e enfiei minha língua naquela buceta molhada. Ela gemia cada vez mais alto enquanto eu lambia e enfiava minha língua em seu buraquinho.

-Vai enfia seu pau em mim. Tira o meu cabacinho.

Fiquei louco com aquela proposta mas não podia gozar dentro da minha irmã.

– Não posso gozar em você… imagina se você fica grávida!!

– Não faz mal, eu quero sentir o seu pau dentro de mim de qualquer jeito.

– Posso comer o seu cuzinho então.

– Mas eu tenho medo… não quero sentir dor.

– Não se preocupa, eu não vou com muita força, vou lubrificar ele antes.

Não acreditei quando ela concordou. Então virei minha irmãzinha de costas. Fui lambendo sua bucetinha e subindo em direção àquele cuzinho maravilhoso. Primeiro lambi e fui enfiando a língua naquele buraquinho apertado. Depois enfiei meu dedo médio em sua buceta e fui devagarinho com o dedo indicador arrombando aquela buraquinho virgem. Ela começou a gemer muito alto e eu pedi que ela mordesse uma toalha para que ninguém na casa ouvisse. Ela obedeceu prontamente.

Passei um pouco de saliva em meu pênis que ainda estava molhado com a chupada dela e dei um cuspida em seu cuzinho para lubrificar ainda mais. Fui enfiando devagar. No espelho em minha frente podia ver sua cara de dor e tesão. Coloquei meu pau inteiro em seu cuzinho e perguntei se estava doendo.

– Um pouquinho, mas eu quero sentir você gozar dentro de mim.

Comecei a meter nela sem parar cada vez mais forte. Podia ver sua cara de dor no espelho, seus olhos apertados, mordendo com força aquela toalha, mas não conseguia parar. Continuei metendo e arrombando aquele cuzinho até imundalo com todo o meu gozo.

Quando tirei meu pau, gozo e um pouco de sangue escorriam pelo seu buraquinho. Sua buceta estava tão molhada que escorria pelas suas pernas. Ela me agarrou e me deu um beijo.

– Nossa…preciso tomar banho, mas antes de sair quero que você me prometa uma coisa. Semana que vêm vou ficar menstruada. Quero que você tire o cabacinho da minha bucetinha.


Bom, foi assim que eu descabaçei o cuzinho virgem da minha irmã. Se você gostou dessa história e quer saber como eu tirei completamente a virgindade da minha irmã, VOTE NESSE CONTO ou mande um e-mail para


Depois de ter descabaçado o cuzinho da minha irmã (“Descabaçando a irmanzinha I”), nossa relação ficava cada dia melhor. Ela, sempre que podia, ...


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