DESCOBRINDO A MULHER QUE HAVIA EM MIM

Loading

Em Outubro de 2004, quando já encontrava-me há mais de um ano exercendo uma nova função profissional, fui chamado pelo gerente da empresa na qual trabalhava. Uma de nossas filiais em Santa Catarina estava tendo problemas com um antigo programa que havia sido desenvolvido e implantado por mim quando ainda era um analista, logo eu era a única pessoa na empresa capaz de soluciona-lo. Muito a contragosto, porém não podendo recusar o pedido, arrumei minhas malas e viajei para lá. A tal filial ficava no interior do estado de Santa Catarina, com um dos menores faturamentos do grupo, motivo pelo qual ainda se utilizava de um sistema já ultrapassado. Do aeroporto até lá foram 8 horas de ônibus, a cidade era horrível, sem nenhum atrativo de lazer ou turístico, o único hotel da cidade uma verdadeira espelunca, tanto que podia se perceber que o quarto que me deram havia sido ajeitado às pressas, para a minha chegada. Para piorar minha situação, por economia, haviam comprado um outro sistema de uma empresa terceirizada e este, trabalhando em conjunto com o meu, apresentava algum tipo de incompatibilidade, problema que só poderia ser resolvido se os analistas de cada um trabalhassem em conjunto. Assim, a solução foi chamar o analista da terceirizada para que pudéssemos juntos, resolver a questão. Foram dois dias de espera, o que aumentou ainda minha irritação com o caso, pois além de ter que voltar a fazer algo que não queria mais, teria que trabalhar com um estranho e com ele discutir e trocar informações e conhecimentos. Finalmente Fernando, este era seu nome, chegou. Todas as minhas previsões foram por água abaixo, Fernando tinha 36 anos, moreno, alto, um pouco magro, olhos escuros, absurdamente bronzeado, simpático, sorriso fácil e completamente desinibido. Trabalhar com ele era um prazer, conhecedor profundo daquele sistema operacional, sempre tinha saídas inteligentes para os problemas que se apresentavam. Resumindo, de professor, que pensei que seria, estava sendo um perfeito aluno. O dia passou num piscar de olhos, quando dei por mim estavamos na recepção do hotel pegando nossas chaves. O que me chamou a atenção foi a cara que o gerente fez quando chegamos, meio envergonhado disse que o hotel não estava preparado para o novo hóspede, assim a solução seria dividirmos o meu quarto e que já haviam colocado nele uma segunda cama. Sem outra opção aceitamos e subimos para o quarto. Fernando percebendo minha irritação, disse:

– Como o quarto já era seu, tens direito ao banho primeiro.

Em segundos estava no chuveiro, mil irritações passavam pela minha cabeça, principalmente porque eu sempre fui do tipo exclusivista, adorava estar sempre sozinho, não gostava de dividir nada com ninguém, por vingança aquele banho demorou por mais de meia hora. Quando sai do banheiro, havia um funcionário do hotel instalando uma TV em nosso quarto, olhei com cara de interrogação para o Fernando, que prontamente se explicou:

– Já que eles não têm outro quarto, pelo menos teremos mais comodidade!

Ao mesmo tempo que dizia estas palavras, dirigiu-se para o banho. Deitei-me na cama, aos poucos minha raiva ia passando à medida que me concentrava na TV já ligada, do banheiro podia ouvir Fernando cantando como uma criança feliz, seu bom humor era tão contagiante que, sem perceber já me encontrava totalmente descontraído e sorrindo sozinho com suas músicas. Seu banho conseguiu ser mais demorado que o meu, quando abriu a porta do banheiro uma nuvem de fumaça invadiu o quarto e do meio dela Fernando saiu com a toalha enrolada na cintura e o peito nu ainda todo molhado. Parando em pé, na frente de nossas camas, concentrou-se no jornal da televisão, com a toalha de rosto que trazia nas mãos passou a enxugar os cabelos, jogou-a sobre a cama, retirou a de banho da cintura e passou a enxugar o corpo, sem se desconcentrar da TV. Eu jamais poderia imaginar em minha vida que um dia, estaria no quarto de um hotel, no fim do mundo, com um estranho totalmente pelado na minha frente, minha vontade era sair dali imediatamente, mas não tinha como faze-lo, que desculpa daria para voltar ao banheiro ou sair do quarto, não podia olhar para ele afinal quem gosta de homem pelado é….. mulher. Tentava me fixar na TV, mas algo me incomodava, me forçava a olhar para ele, fingindo me acomodar melhor na cama me posicionei de tal forma que podia vê-lo pelo espelho do guarda roupa. Fernando não tinha um corpo bonito, mas o bronzeado era impressionante, embora magro suas costas eram largas e lisas, seus cabelos negros tinham uma suave maciez, suas mãos eram pequenas porém com dedos longos, o peito totalmente liso, o rosto comum abrigava um nariz pequeno e uma boca muito sensual, toda a tranqüilidade, que tanto havia me impressionado durante o dia, agora se refletia nos movimentos suaves e delicados que fazia ao se enxugar. Fascinado que estava com aquela cena já não controlava mais meus desejos, só havia em mim prazer em admira-lo, até um pouco de ciúmes sentia por ele.

– Só tem desgraça nestes noticiários!

Disse Fernando, ao mesmo tempo que, virando-se de frente para mim, passou a enxugar suas partes íntimas. Uma descarga elétrica percorreu por todo o meu corpo ao olhar, diretamente, em sua direção. Seu pau era impressionantemente lindo, em estado normal, podia-se perceber que era de tamanho médio, mas maior que o meu, de tom escuro contrastava perfeitamente com o resto do corpo, um pouco fino com a cabeça totalmente exposta, acompanhando sua espessura, os pelos cuidadosamente aparados ocupavam uma área

pequena sobre ele, o saco perfeito, depilado, pequeno e liso. Fernando o enxugava como se fosse uma jóia preciosa e percebendo minha admiração por ele, disse:

– Ele já perdeu a conta de quantas mulheres passaram por aqui!

– É…. não se pode dar moleza pra elas….. respondi, tentado disfarçar minha situação!

– E você? Casado consegue dar suas escapadas?

Respirei aliviado, era a minha chance de sair daquela enrascada:

– Com certeza, cavalo preso….

– É isso aí amigo! Não se pode nunca perder a chance de um bom prazer….

Dizendo isto voltou ao banheiro deixando-me novamente sozinho no quarto, totalmente perdido em meus pensamentos. Não podia acreditar que aquilo tinha acontecido comigo, logo comigo, sempre avesso a novas amizades, antisocial como ninguém, sempre me achando o melhor entre todos e aquele homem, que nem sabia seu sobrenome, nem de onde tinha vindo, estava me fazendo sentir admiração pelo seu pau e o que era pior, sentir um estranho, mas delicioso, calor por todo o meu corpo. Um vento frio entrou pela janela do quarto me tirando do estado em que me encontrava, assustado e envergonhado, desliguei a TV, apaguei a luz e me meti por debaixo do lençol fingindo ir dormir. De olhos fechados, imóvel como uma pedra sentia meu coração bater cada vez mais forte, a angustia de a qualquer momento ouvir a porta do banheiro se abrir me dava calafrios, tentava pensar nos problemas da empresa para esquecer aquela situação, mas era impossível, a imagem do Fernando nu estava encravada na minha mente, porém ao me concentrar nela o que ficava nítido era apenas aquele pau, um perfeito instrumento de prazer. A medida que ia forçando a lembrança de cada detalhe dele, imaginava-o crescendo lentamente, ao mesmo tempo que figuras femininas, ora loiras ora morenas, se formavam entre uma névoa fina, chupando cada cm dele como se fosse um saboroso sorvete. Isto deixava minha boca seca e meu corpo arrepiado, o calor agora se concentrava todo em meu pau já completamente duro, um rio de suor escorria pelo meu rosto, mas eu estava gostando de tudo aquilo que estava sentindo, assim a natureza seguindo seu curso aos poucos ia me soltando e comando meus pensamentos. A névoa ia aos poucos desaparecendo, no lugar das mulheres agora havia a silhueta de um homem chupando seu pau e meu desejo era que aquele homem fosse eu, apavorado abri os olhos e ao lado da minha cama, em pé, estava Fernando, ainda pelado, com seu pau completamente duro disse:

– Não sei o que se passa comigo.

– Você não está bem? Esta sentindo alguma coisa? Perguntei tentando disfarçar e olhando fixo em seus olhos

– Não é isso – disse ele prontamente

– O que foi então? perguntei

– Veja o meu estado  falou Fernando ao mesmo tempo que dirigia seu olhar para o seu pau, agora mais duro e pulsante  Não sei o que tenho, é só falar em sexo e ele já se assanha todo! Completou.

– Ah..Ah… todo atrapalhado, respondi  Isto mostra que você é normal

– Graças a deus, mas e agora? O que vou fazer? Neste fim de mundo vou ter que dormir assim!

– É a vida…  respondi, meio sarcástico com ele

– Tens razão….. respondeu ele, demonstrando uma profunda frustração.

Minha vontade era, naquele momento, de lhe dizer:

– Bem, se você quiser eu posso………..

Nem pensar, de imediato afastei tal idéia do meu pensamento, já me preparava para dizer-lhe que passava logo, era deitar, etc…, quando ele, de maneira o mais natural possível, disse:

– Você já fez troca  troca, quando era pequeno?

– O que?

– É.. troca  troca entre meninos

– Eu não, nunca fiz..

– Onde eu morava era impossível pegar as meninas, assim para se virar…

– Na minha infância, a gente se virava batendo punheta

– A gente também, mas tinha uma ora que era preciso algo mais…. concreto!

Não sei se foi a minha ingenuidade ou a natureza, de novo, mas acabei dizendo:

– Ah! Sei… mas…..

– Mas o que? Pode perguntar, somos amigos e esta conversa morre aqui, prometo.

– O bom è com as meninas… Com menino….

– Entendi sua preocupação. Você quer saber se com menino é igual?

– Sim, isto mesmo.

– Olha, honestamente não me lembro, também faz tanto tempo, né? Mas vou te contar um segredo.

– Pode contar

– Promete que isto fica só entre nós? Promete mesmo?

– Prometo, o que eu iria ganhar em sair por aí revelando segredos seus?

– Nada é claro. Bem, como disse não me lembro, mas recentemente tive uma transa com um outro homem…

Aquele papo estava reacendo em mim as sensações de minutos atrás, as imagens estavam voltando e meu pau já começava a dar novamente sinal de vida, tentando disfarçar, me fiz espantado:

– Com outro homem?

– É, eu sabia que você ia me achar um depravado ou sei lá o que.

– Não, desculpe, culpa minha, não foi esta a intenção. Desculpe mesmo, pode falar

– Então, foi isto, com outro homem, mas até aí tudo bem, o interessante é que…

– Sim, pode falar

– É que, é muito bom, mas bom mesmo. Chego a te dizer, muito melhor que mulher!

Suas palavras tinham pureza, sinceridade. Meu pau doía de tanto duro que estava naquele momento, dirigindo meu olhar para seu pau, agora totalmente duro, pude perceber que Fernando o acariciava suavemente.

– É muito bom mesmo, amigo, sabe porque?

– Não, eu nunca tive uma experiência desta

– É porque somente um homem sabe como proporcionar prazer a outro homem, sabe onde e como tocar

Sua mão acelerava cada vez mais os carinhos em seu próprio pau, sua respiração já atrapalhava um pouco sua fala, mas mesmo ...


Please enable / Bitte aktiviere JavaScript!
Veuillez activer / Por favor activa el Javascript![ ? ]