Descobriram:4de4:by Amanda/PR”Medos & Mudanças”

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ESSA É A PARTE 4DE4 “MEDOS & MUDANÇAS” LEIA AS OUTRAS ANTES PAPAI CHEGA E ENCONTRA TUDO DIFERENTE
acordo ao sentir Dinda deixar a cama me desprotegendo,abri os olhos agitada e ela passando a mão no meu cabelo”fica ai Amanda…dorme mais a…a Dinda vai fazer o café”devia ser perto das 8Hrs da manha,fiquei sozinha então no quarto,deitada,não consegui mais dormi pelo barulho de meus priminhos pela casa mas principalmente temendo que mamãe aparecesse no quarto,o pessoal tomou o café da manha,eu sozinha no quarto,Dinda veio e perguntou se eu queria comer algo e eu fiquei calada,não conseguia olhar,falar com ela e não comi nada,não tinha fome também,o pessoal foi pra praia,Dinda e mamãe não,tive muita vontade de ir no banheiro mas coagida me segurei e a vontade passou,escutava as duas andando,conversando pela casa,os minutos foram passando,Dinda apareceu,puxou delicadamente minha camisa pra cima e abrindo o frasco de gel me disse”não ta mais doendo tanto né Amanda”eu fiz não com a cabeça e ela esfregou o gel nas minhas costas,marcas,valetas,abaixou um pouco minha calcinha e passou na marca na minha bunda,então com ela me fazendo um pouco de cafuné na cabeça mamãe apareceu no quarto dizendo pra ela”vai…pega as coisas e vão vocês duas lá pra cima que o pai e a mãe já tão pra chegar”meus avos maternos chegariam antes do meio dia,trazidos por meu papai,lembrei disso e fiquei muito tensa daí pra frente,não imaginava qual seria a reação dele ao saber o que eu tinha aprontada,me deu vontade de pedir,implorar pra mamãe não contar pra ele mas não tive coragem nem de olhar pra ela,imagine pedir isso,bem,ainda no quarto Dinda pra mamãe”ta mas calma…já vamos”mamãe não querendo ser calma comigo”agora….vamos…vai Amanda,levanta que aqui é lugar dos teus avos”Dinda me pegando pelas mãos foi me ajudando a levantar e nisso dei uma olhadinha pra minha mãe—PAUSA—ela fez não com a cabeça me mostrando sua decepção e saiu do quarto,bem,Dinda me levou amparada pro andar de cima,pro quarto deles,eram duas beliches que nem o quarto onde eu estava com mamãe antes mas os colchões das camas de cima estavam no chão pra Dinda e padrinho dormirem juntos,Dinda me deitou nesses colchões no chão,me falou umas coisas carinhosas e foi lá pra baixo adiantar o almoço já que mamãe não conseguia fazer nada,imprestável né,o pessoal voltou da praia e padrinho deu de cara comigo no quarto deles,me disse muito carinhosamente”oi Amanda”eu com a cara pro outro lado não disse nada,claro que ele não ficou magoado né,meu priminho tava junto e ficou me perguntando por que eu não tinha ido junto na praia,se detarde eu iria,padrinho pra ele”vem,deixa a prima em paz…ela…ela ta cansada”bem,mais um pouco e então escutei um som familiar,o som do carro de papai freando,parando na frente da casa,eu tensa fui escutando meu pai e meu avos cumprimentarem todos e ouvi meu pai”cadê a Amanda?”ele me queria,queria sua pintadinha,queria matar as saudades,logo todos estavam dentro de casa e eu deitada sozinha trancada no quarto,agora foda de contar mas é a verdade,eu juro que lá,deitada no colchão no chão,sentindo mamãe me odiando,todos decepcionados comigo,carente,eu juro que juntei as mãos e chorando comecei a rezar pedindo que mamãe não contasse pra papai o que tinha acontecido por eu sabia que se ela fizesse isso eu me ferraria muito com ele e não só por causa de uma possível sura mas por que ele me olharia diferente,rezei,não orações e sim pedidos,suplicas,rezava e escuto passos na escada e logo ouço papai pra alguém”por que ta fechada no quarto?”então papai e Dinda entraram no quarto e ele me encontrou deitada,jogada no colchão no chão de calcinha e camisa,calor né,nada de coberta,ele ficou um tempo quieto e depois disse meio estranho”oi filha”eu não consegui dizer nada,ele subiu de tênis no colchão,ajoelhou nele e me pegou pelo braço na altura do cotovelo,me puxou com carinho,eu me pus sentada no colchão sentido uma dor razoável e ele me abraçou colocando as mãos nas minhas costas que doeram muito mas eu não dei um gemidinho se quer,agüentei firme pra papai não sacar nada,ele me abraçando”hein…oi né menina”ele se afastou e com minha mudez disse”que foi filha?…fala com o pai”Dinda me ajudando”ela não ta legal S….deixa ela”meu pai me olhou sério mas não disse nada e eu deitei devolta e escondi a cara dele,ele muito incomodado saiu do colchão e pra Dinda”que que aconteceu?ela e a N.brigaram?”Dinda”é….mais ou menos….depois….depois a N.vai conversar com você e explicar tudo”eu me agüentando pra não chorar,eles saíram do quarto e eu chorei muito então,bem,os minutos foram passando e papai lá debaixo pra mim”Amanda,desce filha…vem almoçar com o pai”isso foi bom naquele instante por que tive certeza que mamãe ainda não tinha o contado nada,porem com eu não tendo respondido nada papai apareceu no quarto e sério”vem Amanda…..levanta….vai ficar ai fazendo birra o dia todo?…..vem almoçar e dizer oi pros teus avos menina”eu fiquei agitada no colchão mas não olhava nem dizia nada pra ele que com isso me disse”vem menina”nisso apareceu Dinda no quarto falando pra ele”para S…..deixa ela…a Amanda não ta bem”nisso papai se calou estranhando muito aquilo,ele saiu do quarto então e Dinda perguntou se eu queria que ela trouxesse comida no quarto pra mim,eu não disse nada e ela se tocou que eu não comia nada desde o meio dia do dia anterior,ela sentou do meu lado e me acariciando”ai!desculpa a Dinda querida….desculpa…já vou fazer um prato pra você ta bom?fica calma….você gosta de limão no peixe né”eu então falei,abri finalmente a boca depois da sura e disse”hã hã”bem,ela trouxe um belo prato pra eu devorar,o dia foi passando,notei todos lá fora e fui correndo,escondida no banheiro e voltei da mesma forma pra toca,escutei o pessoal se preparando pra ir pra praia,devia ser perto das 4Hrs então,eu tava até que tranqüila com o dia passando até que numa boa mas então de pé no quarto mexendo nas tranqueiras de Dinda,batons,perfumes,eu escutei papai do lado de casa dizendo”que foi?”não escutei resposta e nisso fiquei incomodada na hora,dei uns passo até a janela e esticando o pescoço vi ele e mamãe caminhando pra frente da casa,mamãe o levando pra dar a grande novidade,espiei com cuidado pra não ser vista e escutei papai devolta”que foi N.?….você e a Amanda brigaram né”vi mamãe de cabeça baixa sem conseguir olhar pra papai,mais um pouco e papai”fala”mamãe com a mão na testa disse indicando com a mão pra irem até lá na frente,ela”calma….já conto tudo”nisso não consegui mais olhar,fiquei desesperada,muito mesmo,fiquei caminhando de um lado pro outro no quarto,pensei em ir no outro quarto pra tentar ouvir a conversa deles mas muito nervosa só quis me esconder de papai,tive muito medo do que ele faria quando soubesse de tudo,então de calcinha e camisa sai do quarto,desci a escada,sai da casa pela porta lateral e sai correndo pelos fundos passando por meu padrinho,primos e meu outro tio e sua esposa de merda,Dinda não vi ali,sai correndo como se nem estivesse com as costas moidas,sai do portãosinho dos fundo e já entrei na praia,na areia e fui caminhando apresada pro sul,caminho oposto das pedras,das badaladas pedras de Itapoá,fui caminhando apresada e asustada,olhava toda hora pra trás pra vê se não estavam vindo atrás de mim,passava por uns caras,grupinhos,famílias na areia e tentava esconder minha cara de choro,caminhei mais de 1Km na areia até sacar que estava sem bronzeador,protetor solar e resolve me proteger do sol mas nesse treco da praia não tinha muito lugar,tipo,praia deserta com casas cercadas de muro,no entanto avistei uma tenta na praia,daquelas brancas quadradas e vi que debaixo dela estavam duas velhas com aqueles maiôs enormes,eu com mó medo de me queimar no sol,que tava pelando,cheguei de mansinho atrás da tenta das velhas,com eu ainda de pé elas olharam pra trás e me viram ali quase parando,eu desviei o olhar delas,elas olharam pra frente e eu parei atrás da tenta já na sombra dela,bem perto das velhas,eu não sabia o que fazer,elas olharam pra trás,viram a menina esquesita parada ali,ficaram me secando e quando eu as olhei elas me dizeram”oi menina…tudo bem?”eu quis ter respondido,ter sido educada como mamãe ensinou mas eu não podia e apenas dei um sorrisinho sem graça mas foi o suficiente pras duas velhas sacarem que eu precisava de ajuda,de carinho,uma olhou pra outra e as duas bem sorridentes se apoiaram pra trás com as mãos na areia e me disseram”vem aqui com a gente menina…..é,vem aqui debaixo da barraca,o sol ta muito forte hoje”eu fiquei olhando tapada pras velhas,elas sorrindo”vem cá…que menina tímida….senta aqui com a gente”eu então dei um sorriso verdadeiro,dei uns passo e entrei debaixo da tenda,a velha me disse”senta ai”eu agindo robótica sentei na hora encima de uma toalha ali na areia,a velha pra mim”quer tomar um suco querida?…pega lá o suco pra menina Marlene”nome da outra velha,a Marlene levantou na hora do alto de seus mais de 60 anos,me deu suco natural de abacaxi nas mãos falando”aqui ó menina…qual é teu nome?…tenho uma sobrinha muito parecida com você”peguei o copo na mãos,as duas me olhando,ajeitei meu cabelo,busquei forças pra abrir a boca e disse”Amanda”—PAUSA—-eu tava traumatizada por tudo que tinha acontecido,abaixei a cabeça e tomei o suco me segurando pra não chorar na frente das velhas,a Marlene pra outra”Amanda,que nome bonito né Ingrid”as duas velhas,minhas duas anjas guardiãs da areia,Marlene & Ingrid,bem,elas ficaram conversando tentando me colocar na conversa mas eu só sorria sem graça e fechava a cara devolta e então elas se calaram olhando o mar e eu ali sentada atrás delas comecei a pensar em tudo o que tinha acontecido e quando comecei a imaginar mamãe dando a noticia pra papai eu soltei um choramingo alto”áhh!!”as duas olharam pra trás meio asustada,eu abaixei o máximo que pude a cabeça e comecei a chorar,senti as velhas caladas preocupadas comigo e comecei em meio ao choro”desculpa…desculpa ta?…desculpa”ouvi”vem Ingrid”as duas sentaram do meu lado,a Marlene pegou na minha mão e a Ingrid ficou acariciando mina perna e eu tive nojo de mim por ta ali estragando a tarde delas,elas ficaram me perguntando o que eu tinha,eu”nada….sei lá”elas”não chora…uma moça tão bonita assim chorando nem tem graça”elas apenas ficaram dizendo pra eu parar de chorar,queriam apenas me acalmar,fui me acalmando e elas me convidaram roa entrarmos no mar,eu disse como menina educada”não,não to com vontade..obrigada”elas foram então falando umas gracinhas pra me animar,fiquei sozinha na tenda,vou contar,fodasse,olhando o mar,não conseguindo imaginar como seria dali pra frente e não sabendo nadar eu pensei em me tacar no mar e deixar meus pais em paz pra sempre,isso mesmo,pensei que talvez se eu sumisse naquele dia da vida da minha família eles e meus pais ainda se lembrariam de mim com carinho,aquela que chegou pra realegrar a família inteira após *%#$@%*&%!#@%$&%$@*$#@%#*$#@&%$*,pensei em fazer essa cagada final mesmo mas alem de me faltar coragem,atitude meus pais não mereceriam isso,não mesmo,bem,as velhas em poucos minutos voltaram da água e daí me vendo mais calma quiseram saber o que me passava,eu desconversei mas a Marlene”brigou com tua mãe Amanda?”eu calma,me sentindo protegida ali fiz sim com a cabeça então e elas me disseram palavras de que tudo iria ficar bem,que mamãe com certeza tinha brigado comigo pro meu bem,tomei mais suco,comi bolo ali com minhas anjas,elas estavam só as duas ali,do nada,sem maridos,filhos,netos,só elas e uma tenda armada no meu caminho,bem,fiquei mais de uma hora ali até que então olhei em volta e vi Dinda vindo na areia,eu não sabia direito o que queria mas fiquei olhando pra ela pra que me vise,ela me viu e me cumprimentou com a mão de longe e as velhas a notaram e me perguntaram”é a tua mãe Amanda?”não né mas bem que podia,eu respondi tensa”não….não é…é…é minha…Di…Dinda”as velhas falando mansas comigo”oh!que legal..viu?…tua família se preocupa com você menina….vai com ela que tudo vai ficar bem”eu fiquei sentada no meu lugar,Dinda chegou na

tenda e pras velhas”oi….oi”elas”oi….oi,tua afilhada ta nos brindando com a beleza dela”Dinda me olhou meio séria mas disse sorrindo pras velhas”é?…bom,ela linda mesmo”a Marlene lhe disse”linda e carinhosa”as três então conversaram um bom tanto e Dinda percebeu que as velhas estavam preocupadas comigo e ficou me olhando como se desconfiasse que eu tinha contado tudo pra umas desconhecidas,acabou um asunto e Dinda rápida pra mim”vem Amanda….vamo pra casa agora”eu fiquei imóvel mas a Marlene”vai menina…vai pra tua família”Dinda olhou pra ela como se dissesse de mim ;;;ta fazendo birra;e me disse”vem Amanda,por favor”eu então levantei agora notando minhas costas moídas,as velhas não ficaram sabendo disso,me despedi delas com tchauzinhos e Dinda me pegando pelo braço fez eu começar a andar em direção de casa,bem,fomos andando e Dinda não me olhava,eu buscava seu olhar e não encontrava,então no meio do caminho ela olhando pra frente me fala”você também né Amanda”senti ela rude comigo como nunca antes,tive forças e a disse”o que?”e ela me surpreendendo”como o que Amanda?….faz a cagada e daí foge e…e…e chora pra estranhos?”nisso eu parei de caminhar e disse”mas…mas…mas”ela”mas nada…vem…vamo pra casa”eu odiando ela não sai do lugar e falei”não…não vou…eu não vou”ela então meio que me ameaçou”Amanda…para com isso…vem e chegando em casa se tua mãe quiser conversar com você acho bom conversar numa boa com ela por que as coisas não estão fáceis por lá”eu me tocando”a…a mãe…a….a mãe…”Dinda rispida”o que Amanda?…fala menina”eu muito incomodada”ela…contou pro pai as coisas?”Dinda me olhou séria,tipo,querendo que eu enfrentasse os fatos e me disse”contou…contou sim…claro…por que?tua mãe não tinha esse direito?”ela ironizou na minha cara e eu não agüentei e já chorando a ataquei”sua idiota…para…o pai vai me bater porra”nisso ela sossegou o tom comigo e”ai!Amanda…não chora…o teu pai não vai te bater”eu chorando”vai sim..claro que vai e…e você não vai fazer nada também né”ela”não,ele não vai te bater”eu falei sentando na areia não querendo ir pra casa”vai,vai sim…ele vai me bater muito sua burra….eu sei que vai..eu não quero…não quero”ela então me animou me dizendo”não,ele não vai,tua mãe pediu pra ele não te bater”nisso eu fiquei calada parando de chorar também e disse sem olhar pra ela”que?…verdade?”ela”é…é sim mas vem…levanta…vamo pra casa”ela me disse mais coisas e levantei e fomos pra casa,eu tensão como seria vê meu pai depois dele saber o que tinha acontecido mas até que calma por mamãe ter pedido pra ele não me bater,chegamos na casa então,entramos pelos fundos e ninguém no quintal,eu tensa e Dinda”vem….não precisa ter medo”entramos na casa então e lá estavam meu padrinho dando atenção pros meus avos e meus priminhos me substituindo no posto de neta querida,meu tio e sua esposinha não sei,foram jantar fora decerto,Dinda me mandou”diz oi pro teus avos Amanda”falei oi baixinho pros velhos,fui em direção a escada e nisso Dinda não caminhou mais junto,desistiu de mim e subi sozinha a escada e fui pro quarto dos meus padrinhos,tranquei a porta,saquei e conclui que mamãe havia arastado papai pra fora da casa pra Dinda me trazer em segurança,bem,deu uma meia hora com eu deitada no colchão e escutei a voz de meu pai conversando com meu padrinho,papais haviam voltado—————————————————————————————————————A PARTIR DAQUI CONTAREI DE FORMA MAIS CORRIDA ALGUMAS SITUAÇÕES QUE ROLARAM POR QUE O CONTO JÁ TA ENORME DEMAIS—————————————————————————————————————“CHEGA DE MIMAR A FINGIDA”—————————————————————————————————————no mesmo sábado Dinda apareceu no quarto pra eu comer,eu não queria,podia descer e ela foi me trazer comida no quarto mas com ela lá embaixo escutei papai lhe dizer”não….nada disso,nada de comer no quarto”mais um pouco e Dinda reaparece de mãos vazia dizendo pra eu descer e comer com eles,eu”não….deixa,to sem fome”ela”vem Amanda…vem come com a gente”eu”não quero mais”ela ficou tentando me convencer e nisso papai apareceu na porta,entrou um metro pra dentro do quarto,eu fiquei tensa mas me mantive no lugar,de cabeça baixa e ele”Amanda,se quiser comer desce e janta com a gente”eu calada,Dinda pra ele”deixa ela comer aqui”papai pra ela”não e você desce e vai cuidar dos guris…se a Amanda não quer descer vai ficar sem comer então”Dinda tentou me convencer mais um pouco e eu só fazia não lentamente com a cabeça pra papai não me achar reinenta demais,ele então mandou Dinda descer que queria conversar a sós comigo,eu olhei amedrontada pra Dinda pedindo pra ela ficar,ela notou mas com papai mandando ela descer ela me disse”calma Amanda…escuta teu pai”eu quis berrar pra ela ficar mas ela se virou pro meu pai e lhe disse algo baixinho,pediu pra não me bater né,ela desceu e papai ficou onde estava,ficamos os dois calados e depois ele me disse”não vai descer mesmo?”ele tava mais perdido do que eu,eu fiz não com a cabeça e ele veio um pouco mais perto e me disse”ta bom…ó…depois eu e a mãe vamos conversar com você”mais um sim com a cabeça,meu pai então ajoelhou no colchão e ficou calado,eu lhe dei uma olhadinha e ele me olhava no rosto,olhei devolta e ele me disse”a mãe te bateu muito?”eu não gostei dele perguntar isso,fiquei calada e ele meio agressivo”fala Amanda”eu com as mãos agitadas”é…bateu sim”ele então”olha aqui”não olhei,ele”olha aqui Amanda”ergui a cabeça então e fiquei meio olhando pra ele,meio pras paredes,ele num movimento brusco veio bem perto de mim e eu me joguei pra trás e disse com medo”sai”ele”fica quieta”ele me segurou pelo braço,eu me encolhi toda já me segurando pra não chorar imaginando ir apanhar mais mas ele então pôs a mão no meu cabelo e o jogou pra trás,me segurou pelo maxilar e virou minha cabeça e vendo o chupão no meu pescoço disse”não é fácil…a mãe te bateu o suficiente ou você não ta satisfeita ainda?”eu a disposição dele fiquei calada,ele me soltou mas dando um tapinha na minha cara falou”heim?…ta satisfeita ou precisa mais pra deixar de ser idiota?”eu o olhei nos olhos e disse já chorando”para pai”ele”para de chorar….ta satisfeita ou não ta?fala”eu”to…to sim”ele então pôs a mão na minha camisa e disse”vira,deixa o pai vê”me virei de costas pra ele,sentada,e ele levantou minha camisa pra vê as marcas nas minhas costas e encostando nelas falou”isso logo fica bom filha…nem se preocupa que não vai ficar marcada mas acho bom não se esquecer do quanto fez eu e tua mãe sofrermos com tudo isso”ele desceu a camisa,a ajeitou com cuidado e disse já saindo do colchão”agradeça Amanda,tua mãe podia ter te batido bem mais que eu acharia pouco ainda…agora fica quieta ai que eu vou comer”ele foi e eu fiquei deitada no colchão—————————————————————————————————————“UM CANTINHO PRA DECEPÇÃO DA FAMÍLIA POR FAVOR”————————————————————————————————————–no mesmo sábado na hora de ir dormir foi o maio dilema,mamãe apareceu quase me arastando pra eu ir dormir no outro quarto com meus pais e com meu tio e a mulher dele mas eu queria por que queria dormir onde estava,com meus padrinhos mas ali todas as camas estavam ocupadas,no outro quarto tinha um colchão de casal trazido por papai,mamãe”vem menina,para de querer chamar atenção….deixa teu padrinho em paz um pouco”Dinda”deixa ela dormir aqui”eu capotada no colchão não querendo largar dele,meu pai apareceu mandando estúpido eu fazer o que mamãe mandava e nisso Dinda ergueu a voz com ele,os dois discutiram legal,papai dizendo pra ela não ficar me defendendo que a culpa de tudo aquilo era minha,mamãe pedindo pra papai sair dali,eu não queria dormir perto dos meus pais,não me sentiria segura,quem acabou com a discussão foi vovô ao pé da escada dizendo pras filhas”chega de folia vocês duas que ta na hora de dormimos…deixa a menina dormir onde quiser possa vida”todos se calaram e meu priminho dormiu com seus pais e eu dormi do lado deles na cama da beliche—————————————————————————————————————–“PAPAI DÁ REGRAS”—————————————————————————————————————–domingo demanha fiquei só com meus pais em casa,a turma saiu sem eu notar e fiquei no meu cantinho,escutei papais falando sem parar,de mim claro,mamãe deu uma saída pra comprar algo e nisso papai me chamou lá embaixo”Amanda..desce aqui falar com o pai um pouco”eu senti ele calmo e sabendo que mamãe não estava quis vê em que grau estava seu carinho por mim,falei baixo mas ele escutou,eu”já vou pai”desci,ele mandou eu sentar no sofá e me ferrei então,ele disse que as coisas tinham mudado por minha escolha e que a partir de então eu deveria ser mais atenciosa com minha mãe e com ele em casa,ele disse que se eu fizesse mamãe sofrer tanto devolta eu iria me dá mal com ele,se eu fizesse tudo como ele queria eu iria me dá bem,claro,no fim ele mandou eu subir devolta e não contar essa nossa conversa pra mamãe assim como tantas outras que já tivemos,pra ela não ficar incomodada por minha causa né—————————————————————————————————————-“CULPA DO BRUNO MALVADO”—————————————————————————————————————–domingo detarde então fui interrogada pra valer,mamãe,papai e Dinda,a contra gosto de papai,os três se fecharam comigo no quarto e começaram a me questionar sobre o ocorrido,eu sentada meio torta na cama mamãe me diz”senta certa menina”eu olhei pra ela e não querendo ouvi tudo calada disse”não sei se você sabe mas eu to com as costas machucadas”papai me olha feio,começaram com perguntas mansas,presença de Dinda meio colocando limites,mas logo papai veio”com quem foi?…aonde?…por que?….gostou?…foi como sonhava?”foda né,muito foda,Dinda”para com isso S.”eu então pressionada inventei que tinha sido com um pia chamado Bruno que eu tinha conhecido ali na praia,eu”ah!eu…eu gostei dele pai mas….eu…eu não sabia o que ele tava querendo”mamãe”ah!cala a boca Amanda…não sabia?…ingênua você né”ela quis detalhes”da onde esse pia?…que idade?…onde ele ta aqui?”eu”ele é de Blumenau eu acho….uns 16 eu acho….ele já deve te ido embora,é,foi sim,ele ia sábado”mas pra que né,mamãe com essas respostas perdeu a paciência e me atacou legal e nós,ela”Blumenau?maravilha,lá só tem aloprado”eu”não mãe,ele é legal”ela”uns dezesseis?…não acredito que você não sabe a idade do pia”eu”é..é…é”ela”ah!então o senhor Bruno decerto percorre o litoral pegando as meninas burrinhas né”eu não suportando mais falei”é,vai vê que foi só por isso que ele veio atrás de mim”ela veio ao berros mais perto de mim e”cala a boca sua…sua…sua debochada…claro Amanda,teu rostinho,teu….teu corpo devem ter ajudado mas pode ter certeza que tua burrice foi fundamental pra ele colocar no caderninho…”ela ironizou imitando o inexistente Bruno,ela fazendo que escrevia no tal caderninho”Amanda….bonita mas muito bobinha”Dinda pra ela”para com isso N.”até meu pai”é….para já”me interrogaram mais um tanto e mamãe então começou a me acusar de ter armada aquilo nas costas dela,eu neguei e ela”cala a boca…armou sim….fez tudo de caso pensado menina….veio pra cá com essa idéia na cabeça”eu querendo negar pra papai”não…não foi assim não….não foi pai….não foi”Dinda pra mamãe”para N.se acalma possa vida”mas mamãe”você armou Amanda nas minhas costas….armou pra acontecer antes do pai chegar sabendo que comigo você faz e acontece que eu sempre me calo”eu”não mãe….não armei”ela”claro que armou…agora eu to colocando as coisas no lugar….você quis por que quis mudar o cabelo….foi você mesma comprar teus bikinis sendo que nunca gosto e ir sozinha fazer compras….nossa,você tomou banho de sol lá me casa menina….fez tudo pensando,decidida a fazer essa comigo e com o pai”olhei pra papai e senti ele concordando com mamãe e chorei muito então,eles não tavam a fim de acreditar que o tal do Bruno tinha me levada na conversa,acabou quando mamãe ficou me acusando de não dar valor pra eles,pra vida que eu tinha,eu a ataquei também dizendo coisas a respeito deles não gostarem pra valer de mim,de não conseguirem me dar todo o seu amor,peguei pesado mesmo e mamãe muito nervosa disse”cala a boca menina…você não presta Amanda”eu aos prantos”eu te odeio mãe….te odeio”Dinda”chega….chega agora….S.tira a N. daqui”papai abraçou mamãe e tirou ela do quarto lhe dando carinho,Dinda ficou me olhando chorar e ainda me disse”também Amanda….você não é fácil né…toda vida vem com esse papo desagradável…isso é maldade tua menina”eu olhei carente pra ela que apenas me disse”se acalma que daqui a pouco eu venho te passar o gel”ela saiu do quarto e fiquei sozinha—————————————————————————————————————-“DIAS LONGOS”—————————————————————————————————————o dias seguinte na praia foram até calmo mas duros de passar,domingo a noite já jantei na ...


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