Diário de um escravo

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Sou moreno, alto, tipo italiano, tenho 22 anos. Sou escravo em tempo integral, cheguei a esta página quase que por acaso e gostaria de relatar aqui algumas de minhas experiências (com o expresso consentimento de meu mestre). Não prometo fazer um diário, mas tentarei escrever sempre que puder e me for permitido. Acredito que seja uma boa maneira de partilhar o que tenho vivido. Há dois anos, eu era estudante de jornalismo, terceiro ano. Levava uma vida normal, tinha namorada, sempre fui claramente heterossexual, até… o dia em que tudo aconteceu. Meu tipo físico é bastante atraente, meu rosto é muito bonito, e sempre gostei de levar vantagem em cima disso. Cheguei a ter três namoradas ao mesmo tempo, sem que nenhuma delas soubesse. Agia como um canalha e não me importava nem um pouco com isso. Mal eu sabia o que estava para me acontecer… No início do outono, em março de 1999, eu namorava oficialmente uma garota da minha turma. Ela era muito bonita e atraente, mas simplesmente não era uma garota como as outras. Ela era especial, merecia ser tratada de forma diferente, mas eu não enxergava isso. Ou talvez até enxergasse, mas simplesmente não queria dar o braço a torcer e perder minha fama de garanhão para assumir um relacionamento único e sério com alguém. Esse foi meu grande e imperdoável erro. Nunca descobri a maneira como tudo foi armado, mas numa de minhas escapulidas, fui pego por minha

namorada transando com outra garota. Em princípio, foi a mesma coisa de sempre. A mesma choradeira, aquele papo todo de “Eu sempre pensei que fosse a única!”, e tudo o mais. Como sempre, não dei a mínima e ela foi embora, chorando, arrasada. Percebi que ela não compareceu às aulas nos próximos dois dias. Pensava que fosse apenas uma crise emocional, como tantas outras que eu e minha arrogância já tínhamos proporcionado. Mas a notícia não tardou a chegar. Minha ex-namorada havia se suicidado. Fora encontrada enforcada no chuveiro, pelo porteiro do prédio onde morava, três dias após o nosso rompimento. Aquilo tudo mexeu seriamente comigo. Eu simplesmente me desequilibrei. Tinha vontade de gritar, de colocar para fora que eu era um assassino. Mas tinha medo. Medo de enfrentar as pessoas. Medo de continuar vivendo! Não conseguia mais dormir, meus pesadelos eram constantes. Terminei por abandonar a faculdade. Perdi simplesmente todo o norte da minha vida. Tentava parar para avaliar tudo o que tinha feito até ali para ver se encontrava algo de bom que pudesse ao menos diminuir um pouco a minha culpa. Mas não havia. E cheguei à conclusão de que não podia mais continuar vivendo. Estive prestes a cometer suicídio. Foi quando conheci meu atual mestre. Um carro parou ao lado do meu, na beira do penhasco. Como num último lampejo de curiosidade, resolvi esperar para ver o que queria. Era também alto, forte, jeito autoritário. Corpo e rosto ...


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