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DOMINADO

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dianagray444
Hetero

Conheci Livia, uma mulher de posses, na empresa em que trabalhava numa festa de fim de ano. Ela era um ‘avião’: bonita, atraente e com um corpo maravilhoso, vestida sedutoramente. Eu era um homem franzino, funcionário subalterno.

Alguns dias depois, meu chefe me chamou a sua sala e deparei com ela. Seu carro estava na revisão e o chefe ordenou que a levasse em casa num carro da empresa.

Abri a porta de trás para que entrasse e recusou dizendo que iria a meu lado. Sentou-se e a saia que usava subiu deixando à mostra um belo par de coxas bronzeadas. Sua atitude despertou meu desejo, mas não me atrevi a fazer qualquer comentário.

Ao chegarmos, convidou-me a entrar. Morava numa casa grande, espaçosa e luxuosa que me mostrou. Chamou a empregada ordenando que preparasse um lanche. Recusei, mas insistiu dizendo que queria companhia. Pediu licença para tomar um banho e trocar de roupa. Demorou uns 20 minutos e retornou usando um top que revelava seus seios grandes de mamilos protuberantes, uma mini-saia de couro, calçando sapatos de salto. Quando a vi fiquei de boca aberta e meu minúsculo pênis reagiu. Indagou se estava apresentável e balbuciei que sim. Sentou-se a meu lado e instou-me a me servir de suco, sanduiches e bolo. Preparei um copo para ela que agradeceu. Quando lhe entreguei o copo, nossas mãos se tocaram por um instante a mais e ruborizou.

“Você é muito gentil”. Foi a minha vez de corar. “Vou recomendar que seja alçado a um cargo de maior importância na empresa”.

Terminamos o lanche e retornei à empresa devolvendo o veículo e havia um recado de meu chefe para que fosse a sua sala imediatamente.

“Você sabe que dona Livia é a dona da empresa e me telefonou elogiando seu serviço. Recomendou sua promoção e quer que fique

à disposição dela. Portanto, amanhã irá diretamente à sua casa.”

Eu, que esperava ser demitido, agradeci.

No dia seguinte, a empregada abriu a porta e me apresentei no meu novo local de trabalho.

“Dona Livia, quais são minhas tarefas ?”

“Em primeiro lugar, deve eliminar o ‘dona’ e tratar-me por Livia, simplesmente.

“Sim, senhora”

“Elimine o ‘senhora’ também. De agora em diante sou a Livia. Seu trabalho será obedecer minhas ordens, executando tudo que ordenar. Inicialmente, vá vestir seu uniforme. Em seguida, vá buscar meu carro na revisão”.

Procurei a empregada que me conduziu a seu quarto onde estava meu uniforme: terno azul marinho, camisa branca, sapatos e meias pretas e uma gravata discreta. Vesti as peças e sai para pegar o carro. Retornei e me apresentei a Livia. Minha patroa mandou que a conduzisse ao salão de beleza e aguardasse. Recebi outras tarefas que cumpri à risca recebendo elogios.

As semanas se passaram e Livia se tornava cada dia mais exigente, humilhando-me quando não executasse a contento.

Surpreendeu-me quando me intimou a jantar em sua companhia. Ao chegar fui recebido por ela que usava uma blusa transparente, saia com uma fenda até o alto da coxa e sapatos de salto 12, maquiada e perfumada. Conduziu-me ao sofá, oferecendo um drinque. Jantamos. Disse que era um dia especial e eu teria uma surpresa.

Ordenou que esperasse em seu quarto e saiu. Apareceu nua. Seu corpo era maravilhoso: seios grandes, cintura fina, pernas longas e torneadas, bundinha arredondada e apetitosa. Meu pauzinho endureceu o quanto podia.

“Hoje você vai trepar comigo. Estou carente e preciso de um amante.”

Deitou-se abrindo as pernas. “Chupe minha vagina até o gozo”. Não hesitei e enfiei a língua, titilando seu clitóris. Livia se contorcia ...


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