Entre pais e filhos - Que isso Filhão

Loading

Conto 06
Daniel cresceu visitando o pai e o padrasto apenas no fim de semana e feriado, quando ele, a irmã e o irmão mais velho dormiam no apartamento dos dois. Com um padrasto rico, o leque de diversão era bem amplo, pouco importava para os três se o pai era gay, mas na adolescência, interessado em musculação, Daniel acabou se aproximando mais do seu pai, que era competidor de Cross fit, Personal training e tinha uma academia, e assim, começou a passar mais tempo com os dois pais do que na casa da mãe e seu outro padrasto. Claro, o fato de ter certeza da sua bissexualidade influenciou nessa decisão
Daniel, preferia os homens mais velhos, e claro os que se mantinham em boa forma, porem apesar de tanto o pai, quanto o padrasto se encaixarem nesse perfil, nunca pensou nos dois dessa forma, talvez no padrasto, mas não no pai, até que aquele dia....
Júlio, seu padrasto, trabalhava na bolsa de valores, e saiu mais cedo para encontrar Daniel na faculdade, e depois se encontrarem com Marcelo, seu pai na academia, lá treinaram separado, pois ambos faziam treinamento diferentes com a supervisão de Marcelo. Enquanto Daniel seguia seu treino funcional, Júlio seguia com treino de perna, com apoio do marido. Foi no momento em que descansava que Daniel o viu fazendo agachamentos, vestia um short verde curto, e parecia que suas coxas rasgariam o short a cada agachamento. ficou surpreso por uns momentos, pensou:
“CARALHO, como as coxas dele estão grossas”
“QUE SORTE MEU PAI TEM, OLHA AQUELE RABÃO, NÃO TINHA REPARADO QUE A BUNDA DELE É GOSTOSA ASSIM”
“DELICIA”
Só então percebeu duas coisas, 1 quem estava fazendo agachamento não era se padrasto Júlio, e sim seu Pai Marcelo, e 2 estava de pau duro. Marcelo, no momento que terminou a série, se virou na direção do filho e sorriu, as coxas roliças, ainda inchadas, naquele shortinho verde, eram mais grossas que as de qualquer um na academia. Daniel sempre soube que o pai era gostoso, mas nunca o achou gostoso até aquele momento, o pai, atleta, competidor, bodybuilder, abdome de tanquinho, bíceps poderoso, peitoral estufado, 8% de gordura corporal sempre foi o objeto de desejo de 10 em cada 10 gays que Daniel conhecia, mas não o seu, isso mudou naquele dia.
Sem sequer notar questões morais, Daniel passou a anoite se masturbando e pensando em Marcelo, lembrava de cada detalhe do corpo do pai, as coxas flexionando e alargando o short, a barriga, a bunda redonda chegando perto do chão, empinado quando começava a levantar, a boca carnuda, os mamilos enrijecidos, repassava os agachamentos em slow emotion, lembrava aquele rabão delicioso quase ralando no chão, se imaginou deitando enquanto seu pai se agachava e roçava o rabão ainda no short verde em seu pau, duro, duro feito rocha, estava assim só de lembrar, depois pensou no short verde rasgando, ou em rasgá-lo, e levantar o quadril e encaixar certinho de um só estocada enquanto Marcelo se abaixava, quase conseguiu ouvir o pai gemendo, com 22 cm encaixado no rabo, então já o imaginou pedindo mais, rebolando para encaixar melhor, pedindo a Daniel para foder, para foder com força. Gozou, ficou pensando se isso um dia aconteceria, e se o pai reparava nele assim, sonhou que o pai o acordava com uma chupada deliciosa.
* * * * * *
Do ponto de vista de Marcelo, ele nunca pensaria no filho assim, até quo filho resolveu fazê-lo pensar. Começou de forma discreta, em um sábado, Júlio teve que trabalhar por conta de turbulências no mercado financeiro, se despediu com um beijo, e Marcelo rapidamente voltou a dormir o sono dos justos, acordou sentindo um abraço quente, forte, duro e macio, sem se lembra que Júlio saiu, se encaixou melhor no corpo forte que pressionava suas costas, estava uma delícia, sentiu que o esposo estava mais forte, seu treinamento talvez desse mais resultado que o previsto, o pau estava duro, feito uma tora, chegava a latejar.
“Que gostoso” pensou, passou a mão e só então notou, era bem maior e mais grosso que o de Júlio, se virou e viu o filho o abraçando, ficou um pouco desconcertado, quando Daniel acordou, fingindo um susto.
- Te acordei paizão?
- Nem vi a hora que você deitou aqui Dan, pode dormir, desculpa não queria te acordar.
O Filho voltou a dormir, sem parecer notar que seu pau se encaixava deliciosamente entre as coxas de Marcelo, sem perceber que os poros de Marcelo, estavam todos arrepiados da nuca até o calcanhar, que seu pau latejava e encostava em sua bunda. Marcelo olhou para o filho, e só nessa hora notou como ele era gostoso. Já sabia, o filho passava o rodo, e pegava todos os caras e meninas mais gostosos e gostosas onde passava, trazia sempre alguém para foder em casa, e frequentemente Marcelo e Júlio iam dormir ouvindo urros ou gemidos, e encontravam alguém de fora no café, geralmente atletas de elite que Marcelo apresentava ao filho, era assim desde que ele completou 16 anos, nessa idade já eram um homem atraente, aos 18, ficou irresistível.
Tentou afastar esse pensamento da cabeça, mas para seu desespero, Daniel não deixou. Já naquela noite, passou a noite ouvindo o filho meter em um gogoboy que conheceu em uma boate. Júlio, exausto dormiu como uma pedra, da varanda do quarto, Marcelo ouviu pela janela aberta do quarto do filho quando ele disse ao gogoboy:
- Fica rebolando até eu ficar com vontade de te arregaçar.
As palavras saíram da boca do filho derramando tesão, o gogoboy concordou, mas poucos minutos depois, Marcelo ouviu um baque suave na parede e o gogo disse:
- Não era para eu dançar até você querer me arregaçar.
- Eu vou fazer isso agora mesmo.
Marcelo entrou no banheiro, abriu a janela e aguardou para ver se ouvia bem dali. ...


Please enable / Bitte aktiviere JavaScript!
Veuillez activer / Por favor activa el Javascript![ ? ]