Episódio 1: Virei Corno da Putinha

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Episódio 1: VIREI CORNO DA PUTINHA


É estranho como tudo começou. Eu havia conhecido, Lisa, numa festa. Ela logo me chamou a atenção, naquela época pintava os cabelos ondulados de loiro, mas já tinha o tipo de corpo escultural que me agradou, nem magra nem gorda, piercing no umbigo (isso só vim descobrir depois), bunda durinha e peitos grandes que papai e mamãe compraram para a filhinha querida. Eu não a conquistei naquela noite. Embora sozinha, ela tinha namorado e levou um tempo até que brigassem e eu a conquistasse. Tudo era maravilhoso. Estava feliz como há muito tempo não ficava. O namoro progredia e tudo era perfeito, ou quase, Lisa não curtia sexo anal. Não me deixava, na hora eu a colocava de quatro, ela molhadinha, eu metendo na xaninha, ela rebolando e se eu tentasse, ela dizia imediatamente algo do tipo, “Pára, More!!!! Aí não, eu faço tudo, mas o cuzinho é seu, pode beijar, lamber, passar a mão, mas meter não. Nunca!!!”, ela dizia categorica. Ora, eu podia viver sem comer aquela bunda.

O tempo passou e o namoro durava e nada de sexo anal. Eu já havia me conformado com aquela vida, aquela mulher era tudo que eu poderia querer. Era perfeita, gostosa, linda, carinhosa, inteligente. Eu me apaixonava cada dia mais, nos davamos muito bem. Então num dia ela disse que ia viajar para a fazenda da família e que seria a oportunidade de eu conhecer seus pais. Chegamos para um feriadão e no primeiro dia tudo correu normalmente. Fui apresentado aos pais, muito simpáticos, apesar de achar a mãe um pouco autoritária e ligeiramente dominadora sobre Lisa, mais do que sobre a outra filha, que também tinha levado o namorado. Acho que a situação se agravava um pouco, pois Lisa não era independente financeiramente, ainda dependia da ajuda dos pais para poder manter a vida que sempre esteve acostumada a levar. Seu salário era menor do que seu estilo de vida. Na manhã seguinte resolvemos dar uma volta pela cidade, mas a irmã de Lisa e o namorado dela ainda dormiam e Lisa resolveu ficar para arrumar umas coisas que havia deixado na fazenda. Fui com seus pais, mas na estrada lembrei que esqueci meu celular e resolvi voltar a pé, ainda estava perto, marquei de encontrar com eles no centro, iria sozinho no meu carro. Pensei em ver se Lisa ia comigo.

Entrei na fazenda, bem calma, como de costume e quando fui passando próximo a piscina vi Lisa chegando com um mínusculo bíquini. Fio dental, deixando a bunda bem exposta, até a parte

de cima, era pequena para suas tetas. Ele se deitou para pegar um bronzeado, o sol estava a pino, quase sem nuvens e ia chamá-la quando vi se aproximar um empregado da fazenda, Tião, um negro de 1,80, rude, musculoso graças ao trabalho braçal. Ele trabalhava ali há anos, como a maioria. Ele foi se aproximando e ouvi minha namoradinha dizer, “Pode passar bronzeador em mim?”. “Claro, Dona Lisa”, ele respondeu com todo respeito. Não sei dizer bem o porque, mas fiquei olhando sem interferir, aquilo me excitou, outro homem passando a mão na minha gostosa. Ele foi passando e pudia ver aquelas mãos asperas e negras deslizando pelas costas e quando chegou na bunda notei que ele demorou mais. Aquilo me incomodou e eu ia abrir a boca, quando ele deu um tapa na bunda dela e a repreendeu, “Já disse, cadela, que não é para você ficar trazendo seus machinhos aqui!”

“Foram meus pais, foram eles que queriam conhece-lo”, ela respondeu. “Não quero saber. Nada de seus machinhos aqui ou quer que eu faça como da última vez?”. “Não”, ela berrou, “Isso não, por favor”. Ele deu outro tapa na bunda dela e ela se aquietou. Ele riu, “Assim, gosto de putinhas obedientes”. Eu procurei ficar atrás de uns arbustos para não ser visto. Ele foi logo passando mais bronzeador, mas eu via que suas mãos entravam por dentro do bíquini e brincavam com as tetas de Lisa. Eu não acreditava, minha namoradinha deixando aquele sujeito brincar com suas tetas e ele ficava bem a vontade com isso. Ele cochichou algo no ouvido dela e ela se levantou. Ele a beijou e eu fiquei com as pernas trêmulas, como ela podia fazer isso comigo. Ela foi tirando a camisa dele e o corpo musculoso foi ficando a vista, ela o acariciou e o beijou ardentemente. Eu queria berrar, mas sabia que não ia resolver e quis ver até onde ela ia. Além de que meu pau tava ficando bem duro. Ele a pegou pela mão e a foi puxando, logo entraram no celeiro e ele foi colocando ela de quatro. “Tá em casa, vaca”, ele disse. Eu espiava de longe por uma das janelas. Ele tirou o biquini dela e bateu bastante na bunda de minha namorada, ela dava gritinhos. Mas nem fazia qualquer tentativa de ir embora. Ele abriu a calça e tirou um mastro enorme e negro, meio duro que devia ter uns 20 cm, deu na cara dela com ele. Depois fez ela chupá-lo, ela abocanhava e eu queria ver de perto e ...


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