Esposa Safada e o Policial na Rodovia

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Este conto é a continuação do conto, Esposa safada no posto de gasolina, onde eu narrei a primeira experiencia de exibicionismo da minha linda esposa vadia.

Somos do interior de São Paulo, ela 32 anos, morena, 1,75, pele branquinha, peitos durinhos e uma bundinha pequena, mas muito gostosa, de deixar qualquer marmanjo louco para come-la, eu tenho 37, cabelos pretos levemente grisalhos, 1,80, pele clara e olhos castanhos. Nossa cidade é muito quente, faz sol praticamente o ano todo, minha esposa aproveita para deixar o bronzeado em dia e se exibir na piscina do prédio, sempre com os biquínis fio dental que o maridão compra para ela.

Como escrevi no conto anterior, estávamos vindo de um exibicionismo maravilhoso onde minha gata havia se mostrado para pelo menos uns seis caras em um posto na margem da rodovia anhanguera. O tesão era tanto que nem aguentamos chegar em casa, na pista ela me pediu para parar tirou sua roupa e começamos a transar ali mesmo, esquecemos de tudo inclusive onde estávamos, os caminhões passavam dava luz alta e buzinavam quando de repente, encosta uma viatura, tomamos um susto enorme o policial desceu, um homem de meia idade forte e bem bonito, veio em nossa direção, fiquei na frete dela na tentativa de protegê-la, minhas mãos tentando tampar minhas partes mais íntimas, o vestido dela estava sobre o teto do carro próximo a porta do passageiro, ela tentou alcançar e nesta hora o policial que até agora não havia dito uma só palavra, diz com uma voz máscula e imponente.

—Nada disso mocinha, vai ficar assim do jeito que você está!

E ela responde com a voz tremula e assustada

–Sim senhor, eu só queria alcançar o meu vestido! Deixa eu me vestir por favor!

–Fiquem onde estão eu pego suas roupas.

Ficamos aliviados por alguns instantes, foi quando ele caminhou até o vestido pegou levantou e exclamou – Com esse vestido você saiu de casa mal-intencionada, também não estou vendo sua calcinha nem sutiã, parece que não estava usando né! Voltou para trás do carro no caminho pegou minhas roupas e jogou tudo dentro da viatura.

Tentei argumentar pedindo para ele devolver pelo menos a roupa da minha esposa que só estávamos realizando uma fantasia e que isso não iria se repetir, então e elevou a voz e em tom áspero me disse. Cala essa boca se não quiser parar atrás das grades. Vocês sabem que posso deter os dois não sabem?

Ele então retornou e pediu para virarmos e colocar as mãos em cima do carro, obedecemos prontamente sua ordem, nesta hora já havia perdido totalmente o controle da situação, só conseguia pensar na minha esposa que assustada já se derramava em lagrimas, segurei sua mão e disse, calma vai ficar tudo bem!

Ela estava totalmente nua de salto alto, virada de costas para o policial ele coloco a luz

da lanterna que estava em sua mão iluminando a bundinha a da minha esposa e se aproximou dizendo sua mulher tem uma bela bunda e com essa marquinha fica ainda mais gostosa, meus amigos vão adorar ver esse monumento desfilando peladinha na delegacia.

Foi então que ela falou “Não Sr. Policial, não nos leva para a delegacia, não estávamos fazendo mal à ninguém, faço o que o Sr. quiser, mas libera a gente!”

Essas eram as palavras que ele estava esperando ouvir “Faço o que o senhor quiser”, ele então se aproximou encostou nela por trás e falou ao seu ouvido calma gatinha se fizer tudo do jeito que eu falar vai ficar tudo bem! Pegou ela pela cintura e sarrando sua bunda a conduziu para a viatura e me ordenou que eu o seguisse.

Quem conhece o interior de SP, sabe que a Rodovia Anhanguera fica rodeada de canaviais em um determinado momento ele entrou por uma estrada de terra em meio aos canaviais até chegarem em um rancho velho e bem aconchegante, fez ela descer e abrir uma porteira de madeira entrou com o carro e eu o segui, tinha um gramado com bastante arvores com uma casinha simples e toda avarandada com o Rio Pardo passando ao fundo, saímos dos carros ele encostou do meu lado e ficou admirando ela fechar a porteira e vir em nossa direção. Ela estava nua de salto alto caminhando pelo gramado sob a luz do luar que desenhava sua silhueta e destacava os belos seios durinho e empinados e sua bucetinha lisinha e rosada, ele admirado com a beleza da minha esposa sussurrou “essa gata merece uma rola de verdade”!

Ela chegou se apoiou em meu ombro com as duas mãos encostando seus seios no meu braço, empinando a bunda para o Policial e me disse, AMOR, ele não vai machucar a gente, achei estranho, ela estava bem mais calma e relaxada, percebi que algo havia acontecido dentro daquela viatura. Ela se aproximou do meu ouvido e disse “contei que você deseja ser um corninho bem mansinho, essa é a sua oportunidade relaxa e aproveita”, ele completou, “é isso mesmos, não queria ser corno então você vai ver como um homem com H maiúsculo pega uma gostosa como essa”.

Fiquei paralisado, não sabia o que fazer, ter a fantasia de ser corno é uma coisa mas aquela situação era real, a essa altura ele já acariciava o traseiro da safada que não oferecia resistência, ele pegou ela no colo levou para dentro da casa, colocou no sofá e começou a chupa-la eu só olhava era um misto de ciúme, raiva e tesão ela se contorcia toda esticava o corpo e jogava a cabeça para trás, parecia que estava vivendo intensamente aquele momento ela se esticava e com as mãos apertava a cabeça dele contra sua buceta, ele por sua vez chupava sua xaninha com maestria estava se deliciando com minha esposa que estava ali toda abertinha eu via pela primeira vez minha amada se entregar a outro homem de pernas abertas deitada no sofá ...


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