Eu, minha mãe, minha tia e meu primo.

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Quando eu tinha 16 anos, meu tio alugou uma casa de temporada no litoral norte de Natal para duas semanas de férias e nos convidou. Meu pai dispensou,ficou em casa, pois para ele era inadmissível ficar uma semana que fosse longe do seu consultório. Isto não foi surpresa para ninguém, há muito todos na família já haviam assimilado aquele comportamento dele.

Porisso na segunda-feira pela manhã meu Tio Chico, Tia Bárbara, e o primo Roberto, nos apanharam em casa para nossa pequena viagem de hora e meia. Tio Chico tinha quarenta e três anos de idade, magro, cabeludo e muito tagarela enquanto que tia Bárbara, também tinha 43 anos de idade era bastante diferente da minha mãe. Cabelos escuros, falsa magra, um sorriso radiante e um traseiro e tanto. Meu primo Roberto puxava, fisicamente, mais a ela com o temperamento do pai.

Susana, minha mãe, tinha 40 anos, delicada, de olhos azuis e cabelos claros, e sorriso contido. Anos de balé tinham lhe dado pernas atléticas e nenhuma celulite. Era muito branca e ela pretendia mudar isso nesses 15 dias.

Nos primeiros dias em nada especial aconteceu. Todos íamos à praia e depois minha mãe e minha tia ficavam fofocando, enquanto meu tio dormia e nós íamos à caça de meninas, sem conseguir nada.

Então veio ” aquela manhã ” no inicio da segunda semana, quando meu tio recebeu um chamado do trabalho. Ele trabalha para a companhia de eletricidade e eles estavam desesperados para o achar, pois uma onde de calor invadiu a cidade, muitos aparelhos de ar condicionado estavam ligados e a situação tomava ares de emergência, fazendo com fosse necessária a presença de todos os gerentes, incluindo ele. Pensei que nossas férias tinham acabado, mas para minha surpresa ele disse que deveríamos ficar e que assim que fosse possível ele voltaria.


Naquela mesma noite, aborrecidos com os sucessivos insucessos junto às meninas da praia e explodindo de tesão, Roberto e eu estávamos em nosso quarto falando sobre música, mulheres, e nossa infindável virgindade. Havíamos decidido que no dia seguinte íamos apelar e pagar duas mulheres num boteco que conhecíamos. Lembro também como fiquei surpreso quando o Roberto me contou que sempre ouvia sua mãe pedir para ele tomar cuidado com essas mulheres e que vivia dizendo para o meu tio “arrumar uma mulher mais velha, experiente para o ” ensinar. Eu também já havia ouvido minha mãe dizer a mesma coisa para o meu pai.


Mal sabíamos nós que minha mãe e minha tia falavam quase que a mesma coisa.

O assunto era sobre seus jovens e preciosos filhos e de como elas se preocupavam com os dias de hoje, tão cheios de doenças sexuais fatais.

Aquilo de arrumar uma ” mulher ” mais velha para me ensinar, era o assunto e ela reclamava que meu pai não tinha ainda mexido uma palha para isso e o mesmo estava acontecendo na casa da minha tia. Ambas então, quase que ao mesmo tempo exclamaram: ” Por que NÓS mesmas não fazemos isso “.

“Mas aonde nós vamos encontrar essa mulher e como vamos saber se ela também não é portadora de uma doença?” disse minha tia.

“Mas eu não estou pensando em contratar ninguém e sim em nós mesmas lhes ensinarmos sobre sexo” disse minha mãe.

Exasperada minha tia falou ” Mas isso é incesto”!

“É sim, mas por uma boa causa.

Minha tia hesitava, mas minha mãe estava decidida:

” Muito bem, eu o farei. ” disse ela. ” Eu irei lá em cima agora mesmo e ensinarei a eles como fazer, não só com o meu filho, mas também com o seu.

Os olhos da tia quase pularam pra fora e as palavras como que jorravam da sua boca:

“Isso não! Se fizemos juntas com o filho da Margarida, vamos continuar fazendo juntas.”

Você quer trocar “? Minha mãe perguntou.

“Trocar”?

“Sim. Você faz com meu filho e eu faço com o seu “.

Minha tia encarou minha mãe e disse “NÃO”! Eu concordo, mas a primeira dele, tem que ser comigo.

Minha mãe acenou com a cabeça. ” Eu tenho pensado agora durante vários meses, e eu tenho tentado ganhar coragem, agora chegou a hora!

Ainda sorrindo para minha tia, a mãe continuou” Eles são gostosos, não são?

Minha tia sorriu e perguntou:

” Mas,será que eles vão querer?

Vamos descobrir – respondeu minha mãe.


Eu e meu primo estávamos no quarto de cima nem desconfiávamos do que iria acontecer,quando ambas entraram em nosso quarto, Estavam usando apenas suas camisetas de dormir que cobriam um pouco além calcinhas. Dizendo estarem muito sozinhas, nos pediram para lhes fazer companhia na sala

e assistir televisão com elas.

Eu e Roberto ficamos um pouco sem graça, até porque ambos nos pegamos olhando para as pernas delas, ele nas coxas brancas e atléticas da minha mãe e eu nas pernas longas, esbeltas e bronzeadas da mãe dele. Todos nós nos instalamos na sala de estar, O Roberto e eu nas cadeiras e nossas mães no sofá, assistindo a tv em silencio. Ocasionalmente tanto eu como meu primo disfarçávamos e olhávamos na direção delas. Não tinha como evitar a tentação de ver aquelas coxas emoldurando a visão das calcinhas. Aquilo elevava ainda mais temperatura ambiente! Era um tal de cada um se ajeitar de lado para não expor nossos paus duros. Ao mesmo tempo que procurávamos um vigiar o outro, ao mesmo tempo não conseguíamos deixar de apreciar o espetáculo que nossas mães propiciavam.

Roberto, você tem namorada “? Perguntou de surpresa, minha mãe.

Ele atônito riu um riso nervoso, e olhando agora sem medo para as pernas da minha mãe disse que não.

Depois que uma pequena pausa minha mãe voltou a perguntar – Duvido que algum de vocês já tenha visto uma mulher nua – fora de uma revista “?”.

Aquilo era demais. Esse papo ia nos deixar loucos e a nossa não resposta imediata foi o suficiente para que minha mãe, apanhando o controle remoto e desligando a TV, virasse para a irmã e proferisse:

” Penso que está na hora destes dois verem uma mulher nua, não ?

Tia Bárbara apertou os olhos como eu nunca havia visto antes e respondeu ” Claro!

Minha Mãe se levantou e lentamente começou a tirar a camiseta. Sorrindo o tempo todo e com os olhos em cima de mim e do meu primo exibiu seus peitos, mamilos rosas com os bicos duros pareciam implorar por uma boca para chupá-los. Mantendo os olhos dela o tempo todo em nós, ela abaixou as calcinhas até o chão, revelando seus pelos loiros. Nos dando então um sorriso, ela se virou para expor sua suculenta bunda enquanto dava um pequeno meneio. Deus, isso que era uma bunda sensual.

Roberto e eu estávamos sem respiração e quando o fazíamos a respiração era pesada. Eu ainda não acreditava que minha mãe estivesse li nua, se expondo também ao meu primo quando ela falou o suficiente para que esses pensamentos saíssem da minha cabeça:

” Agora é você, Bárbara. Minha tia era mais hesitante mas mesmo assim seus olhos faiscavam. Olhando para nós ela se levantou e com um só movimento tirou e jogou sua camiseta no chão e com outro ainda mais rápido fez sua calcinha juntar-se à camiseta. Foi selvagem.

” Tesão”! Roberto balbuciou. Tia Bárbara gostou da reação do filho e riu da maneira como eu estava fixado nos peitos dela. Suas auréolas eram muito maiores dos que os da minha mãe, ainda que já um pouco caídos e pequenos, mas redondos e extremamente iguais. As mãos de minha tia estavam se movendo lentamente ao longo do corpo e seus olhos pareciam dizer:

” Venham”!

Minha mãe próxima à tia encostou sua bunda na bunda da tia e ambas nos olharam por cima dos ombros. Dava para perceber que ambas estavam excitadas com a situação e minha mãe perguntou:

“Aprovadas”?

Meu primo com uma rodela de pré-gozo no seu calção e eu com outra igual estávamos sem fala. Minha mãe e minha tia como se houvessem ensaiado disseram a uma só voz:

” Agora vocês tirem os calções”.

Eu tirei o meu, olhando para minha tia, mas melhor fez o Roberto que tirou o dele lentamente. Os olhos da minha mãe cintilaram e minha tia deu aquele sorrisso diabólico.

Lá nós estávamos de pé, dois adolescentes nervosos com nossos paus duros e melados. O pau do Roberto era um pouco maior e mais grosso que o meu.

Minha mãe ficou de boca aberta e passava a língua entre os lábios enquanto examinava nossas picas duras e jovens, enquanto que minha tia levou suas mãos para entre as pernas. .

” Vocês realmente cresceram, disse minha mãe com um sorriso.

” E como” somou minha tia.

Minha mãe fugiu do olhar fixo do Roberto, olhou para mim e disse:

” Vem cá”.

Minha tia estava olhando fixamente para o pau duro do filho, enquanto sem perceber massageava os peitos com uma mão, enquanto a outra permanecia entre as pernas.

Eu e o Roberto continuávamos em pé, como que paralisados, mas minha mãe deu um passo e ajoelhando-se entre eu e o Roberto segurou meu pau, acariciou-o alguns vezes e abaixando a cabeça levou meu pau para sua boca. Eu não sabia o ...


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