Eu vi minha mãe….

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Eu vi minha mãe…


Lembro-me bem, era começo do mês de julho, papai, mamãe e eu acabávamos de chegar em uma fazenda no interior do Estado para passarmos duas semanas aproveitando minhas férias escolares. Para mim era novidade e a viagem foi cercada de expectativa. Saímos de casa após o almoço e chegamos na fazenda ao anoitecer. Foi uma viagem cansativa, pois havia uma estrada de terra com pouco mais de vinte quilômetros mas bastante castigada pelas chuvas e inúmeras porteiras pelo caminho, o que de início era diversão acabou cansando a todos. Não tivemos dificuldades em achar a propriedade e o local era cercado de muita árvores e água. Nos instalamos e após um banho e um rápido lanche e alguma conversa sobre a fazenda e a vida no campo fomos para a cama. Meu quarto, era pequeno e confortável, mas mesmo vizinho ao dos meus pais, confesso que senti medo naquela primeira noite passada no campo, tendo em vista as estórias de bichos e fantasmas que povoam a nossa infância. Corri para o quarto dos meus pais, abracei as pernas de minha mãe e não demorei a dormir.

Nessa época eu tinha dez anos e meus pais ainda não haviam chegado aos trinta. Ele era um pequeno industrial. Era moreno claro, alto, magro, disse era pois quatro meses após essa viagem ele faleceu vítima de um acidente de avião. Minha mãe é tipo que chama a atenção bela beleza e simpatia Loira natural, cabelos curtos e um corpo muito bem feito, 1, 70 mts de altura, com pernas longas, fortes e roliças e uma bunda arrebitada que realça as suas vestes, corpo igualmente exuberante, hoje, nos seus 34 anos. Eu puxei mais para o lado de minha mãe, com pele e cabelos claros e os olhos esverdeados. Desnecessário dizer que, por ser filho único, eu era tratado com muito carinho, embora sem mimos exagerados.

No dia seguinte, logo cedo, meu pai acompanhado do caseiro foi a cidade comprar mantimentos e outras coisas necessárias para passarmos as duas semanas ali programadas. Apesar da sede pequena, era uma fazenda muito bem cuidada e a paisagem, dominada por colinas, deixava bem claro que o frio daquele começo do mês de julho estava fustigando as plantações. A pastagem apresentava a grama mesclada de verde com a cor ferrugem provocada pela geada.

Assim que meu pai saiu, logo após o café, por volta das oito horas, eu e mamãe saímos para passear e rumamos em direção a uma pequena cachoeira um pouco distante da casa sede, segundo haviam nos indicado. Nessa manhã ela usava um vestido azul claro e uma blusa branca de lã que destacava toda a sua jovialidade, e quando sorria mostrava seus dentes alvos que forma um conjunto harmônico com o seu rosto fino e alongado. Sim, minha mãe é muito bonita.

Mamãe e eu estávamos passeando próximo a um córrego de águas límpidas que cortava uma vegetação rasteira e poucos arbustos. Foi nesse local que vi uma imagem que me marcou profundamente. Minha mãe pediu que ficasse olhando se havia peixinhos no córrego e se afastou caminhando em direção a uma pequena depressão no terreno, a uns vinte passos. No início relutei mas, achando-me desprotegido, acabei indo ao seu encontro. Eis a cena: Ela havia acabado de levantar o vestido segurando-o na altura da cintura, e com a calcinha branca até o joelho estava se agachando e ficando de cócoras, foi quando eu vi a sua cona, cercada de uma pelugem dourada, se abrindo e dali saindo um jato forte e contínuo de mijo. Estava a uns cinco metros e pude escutar aquele som, uma pressão de vinha de sua boceta expulsado aquele líquido claro que batia na grama ainda mollhada pelo orvalho, e deu para ver o pequeno vapor que se formava quando o jato quente do mijo chegava à grama fria e úmida. De onde eu estava pude sentir aquele aroma de mato molhado pelo mijo que entrou pelas minhas narinas, propiciando-me uma sensação diferente, agradável. Aquele boceta rosada despejou um litro de mijo e eu ali observando. Ela permaneceu por segundos com os olhos fechados, talvez mergulhado naquele momento prazeroso e ainda a vi se levantar e subir a sua calcinha. Já recomposta ela me

viu e apenas sorriu. Isso aconteceu há sete anos, e desde então essa imagem nunca saiu de minha mente.

Com a morte de meu pai, ficamos ainda mais unidos face ao trauma sofrido. Juntos vamos a todos os lugares, visitas a parentes e amigos, desfiles de moda, cinema, teatros, restaurantes, inclusive viagens, mas curtimos mesmo é ficar em casa, uma casa aconchegante que nós dois adoramos. Minha mãe após vender a indústria de meu pai, aplicando em imóveis e no mercado financeiro se dedicou quase que totalmente a sua loja instalada em um shopping da cidade, e fez do seu trabalho o motivo de sua vida, uma fuga para esquecer a morte do papai, causando até mesmo um certo ciúme em mim. Claro que eu exagero, pois ao seu filho querido ela sempre dedicou um carinho especial, às vezes até constrangedor frente aos meus amigos, coisa de mãe.

Nos dias de hoje, minha admiração por minha mãe cresceu ainda mais. Após chegar do cursinho e preparar as minhas lições, fico esperando a sua volta do trabalho. Minha mãe chega já à noite eu não escondo o meu contentamento, pois sei que após o banho e o jantar que a empregada deixa preparado, ela gosta de se esparramar no sofá para escutar músicas ou ver televisão, e sempre me chama para ficar pertinho dela. Ali ela pergunta dos meus estudos, dos meus amigos, enfim todo o meu dia-a-dia, eu respondo meio desinteressado, pois eu quero mesmo é deitar entre suas pernas, como sempre faço, procurando colocar meu rosto entre suas coxas, bem próximo à sua virilha; adoro sentir aquelas coxas roliças, durinhas, quentes e ela, ora usando uma fina langerie ou pijaminhas curtos de seda aceita minha busca e fica a acariciar meus cabelos. Nesse instante eu não penso em mais nada, apenas em curtir aquela posição encantadora Aos poucos comecei usar de outro expediente para se beneficiar desse deleite Após algum tempo eu giro meu corpo de modo que meu rosto vá de encontro ao seu sexo, e como se dormindo estivesse fico a sentir aquele perfume gostoso que logo se mistura com aquele odor maravilhoso, exalando o adorável cheiro de boceta úmida, excitada. A partir desse instante eu sinto que minha mãe, ainda acariciando meus cabelos, empurra levemente minha cabeça em direção à sua cona, me levando a uma excitação total, nesse momento delicadamente movimento a minha cabeça para cima e para baixo com o meu nariz os meus lábios tocando aquelas roupas íntimas e sentindo aquele aroma afrodisíaco que vem do seu sexo. Meu pau começa a explodir, nisso minha mãe se levanta e anuncia que vai se deitar. Só me resta acompanhar aquele corpo estonteante se afastando. Nunca tive coragem para uma ação mais explicita e nem ela, talvez por essa minha falta de coragem, aceitava.

Ultimamente comecei a notar que minha mãe abandonou os pijaminhas e passou a se cobrir com langeries insinuantes e a usar calcinhas em tons fortes, extremamente finas, quase sempre rendadas, deixando seu lindo corpo e seu sexo quase à mostra, isso quando desce a sala para vir ao sofá escutar música. Eu cada vez mais excitado, sempre procurando me aninhar em suas coxas, comecei a sentir em meu rosto os seus pelos vaginais que traspassavam sua calcinha, e meus movimentos com a cabeça em seu sexo passaram a ser mais agressivo, então comecei a sentir em meus lábios a umidade daquele líquido maravilhoso que molhava a sua calcinha. Minha mãe, por sua vez, começou timidamente a realizar pequenos movimentos com sua pelve e a segurar meus cabelos mais fortemente, mas, ainda assim, apesar desse momento fascinante, os carinhos não possuía o caráter explícito do meu desejo, ou dos nossos desejos, pelo menos até o último sábado.

Nessa noite, ao voltarmos de uma festa na casa de uma de suas funcionárias, onde foi servido um vinho muito bom, e ainda no carro, já na volta, comecei olhar absorto às suas pernas e ela propositadamente deixou à mostra aquelas coxas longas, gostosas mostrando ainda sua calcinha. Nessa noite ela usava uma calcinha branca, de seda, e a imagem da fazenda de imediato apareceu e eu fiquei excitado. Ela percebeu meu desejo e passou levemente sua mão em meu ...


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