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Desde a adolescência eu me sentia feminina: meu pênis era minúsculo e eu era ridicularizado pelos colegas de escola quando me viam no banheiro.

Ao terminar o ensino médio, fiz faculdade de enfermagem e fui contratado por um laboratório farmacêutico.

Morava a cerca de 10 minutos do trabalho e caminhava entre os dois locais, mas, obrigatoriamente, tinha que passar por um caminho ocupado à noite por travestis. Numa noite em que saí mais tarde, fui cercado por três deles e levado a um terreno deserto onde me curraram. Arrastei-me até o local de trabalho e me levaram ao hospital.

Recuperado, tomei, a decisão de começar um tratamento hormonal, pois podia adquiri-los os medicamentos, como funcionário, por preço menor. Um dos médicos do hospital receitou-os tornando-se meu ginecologista. Em dois meses os hormônios receitados começaram a transformar meu corpo: os mamilos se tornaram sensíveis e protuberantes, perdi peso e os quadris se arredondaram. Uma nova visita ao ginecologista e recomendou que fosse castrado para maior efetividade dos hormônios. Duas semanas depois perdi os testículos. O cirurgião fez uma plástica possibilitando que escondesse o pênis entre as coxas, voltado para trás. Novo período de recuperação que aproveitei para adquirir roupas e sapatos femininos, fazer um corte de cabelo feminino e me matricular numa academia.

Na volta ao trabalho, usava lingerie sob a calça comprida do uniforme e calçava sapatos salto Anabela. Sentia falta de sexo e frequentei algumas vezes uma sauna masculina admirando belos pênis. Numa ocasião, na sauna seca, um homem atraente e charmoso sentou-se a meu lado. Começamos a conversar e acabei, chorando, revelando meu estupro. Confortou-me e me conduziu a um reservado sem luz e pediu para sugar os bicos dos seios. Carente, permiti e, sentindo sua língua rodeando-os, gemi com tesão. Alguns minutos depois eu já não me aguentava e implorei que me comesse apesar de temer a dor. Gentilmente, lubrificou e laceou minha rosquinha e posicionou a glande em meu cuzinho forçando a entrada. A dor era grande, mas tão logo me adaptei, pedi que me enchesse de esperma. Começou o vai-e-vem e percebi que inchava dentro de mim e gozei enquanto me dava chupões no pescoço e nuca. Gozei como uma vadia. Ordenou que o sugasse e limpei sua vara. Habituei-me e tivemos outros encontros idênticos em que eu era sodomizada.

Na

academia, eu modelava meu corpo com exercícios e minha cintura afinava. Fazia em grande quantidade exercícios para os glúteos deixando a bundinha cada dia mais apetitosa.

Seis meses se passaram e voltei ao consultório do ginecologista. Deitada na maca, coberta apenas por um lençol, examinou-me por completo pedindo vários exames. Apalpou meus seios plenamente desenvolvidos e antes que levantasse, indagou sobre sua sensibilidade, pois os mamilos estavam duros e protuberantes. Comentei que não podia tocá-los e usava uma proteção quando ficava sem soutien pois o roçar do tecido

me excitava. Perguntou acerca do apetite sexual e respondi que trocava a calcinha e me enxugava com frequência, excitada por nada. Comentei que a vida sexual era satisfatória, pois tinha alguns parceiros. Durante a conversa encostou seu mastro em meu ombro, Estava duro. Descaradamente, perguntei se poderia fazer algo para aliviar aquela tensão e passei a língua nos lábios. “Posso satisfazê-lo ?”.

Sem esperar pela resposta, abri o zíper da calça e empunhei a ferramenta, abocanhando-a. Era comprida e grossa e suguei com intensidade. O médico segurava minha cabeça enfiando a vara até o fundo. Chupei por vários minutos até que tentou tirar para ejacular.

“Goze em minha boquinha deixando que saboreie seu leite”, pedi.

Não relutou e sorvi o esperma. A quantidade era tão grande que uma parte molhou minhas tetas. Recolhi com os dedos, engolindo. Estava alucinada de tesão e ofereci a bundinha. Levantou minhas pernas encostando-as nos seios e expondo meu reto. Encostou a glande e pressionou. Minhas pregas se abriram para receber o falo. Moveu-se em mim e me inundou com seu sêmen, enquanto eu gritava meu prazer.

Vestimo-nos e continuamos a consulta. Ao final fez a proposta para trabalhar para ele como recepcionista e enfermeira. O salário era maior que o que ganhava e havia o bônus de servir sexualmente. Eu deveria usar um uniforme curto e abrir os botões da blusa exibindo o bojo dos seios, sem lingerie e com sapatos de salto. Estaria sempre atraente e maquilada. Aceitei e pedi demissão do meu emprego.

Dali em diante, trepava diuturnamente pelo menos 2 vezes ao dia e sugava seu membro após gozar em mim, limpando-o. Muitas vezes não permitia que me limpasse ou a boca após o sexo e o sêmen corria por minhas coxas secando ...


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