Filhinha da namorada

Loading

Tenho mais de 30 anos e me considero um sujeito com sorte. Sempre gostei de garotinhas novinhas, inclusive vejo alguns sites de menininhas novinhas peladas, mas, nunca passou pela minha mente de concretizar um sonho de fazer brincadeiras de sacanagens com uma ninfetinha, na realidade duas. Bem, minha namorada tem uma filhinha pré-adolecente, que é uma gatinha, uma princesinha, uma bundinha arrebitada, coxinhas bem grossas e um rostinho de safadinha, uma loucura, mas, sempre respeitei. Duas semanas atrás, minha namorada me pergunta se me incomodo de sua filhinha Carla, convidar uma amiguinha da escola para passar o domingo conosco, como estava pensando apenas em pegar uma praiazinha, não me opus. Acordo no domingo com a pica dura, cheio de tezão e não encontro ninguém em casa. Alguns minutos mais tarde, eu ainda de cuecas, a porta do apê abre e entram a Carlinha e a Vivi sua amiguinha e me pegam ainda de cueca e com o pau duro, elas olharam fixamente para o meu caralho e saíram correndo dando pequenos rizinhos para a varanda. Meio sem saber o que fazer, pergunto pela mãe e Carlinha diz que ela foi ao supermercado e que as duas não quiseram ir. Fico mais aliviado por minha namorada não me ver de cuecas e pau envergado na frente das meninas. Vou até a porta da varanda e vejo que a Vivi é linda, bem parecida com a amiguinha, só que os peitinhos já começaram a crescer e bem mais sapeca. As duas estão pulando em cima da poltrona e me maravilho com as calcinhas de algodão branco das duas aparecendo debaixo das saias. Minha cabeça estava a mil, disse que iria tomar banho e para elas não irem ao quarto, pois tomaria banho de porta aberta, por estar muito calor. Não deu outra, estava me ensaboando e passando sabão na cabeça da minha rola, quando escuto uns barulhinhos como risos contidos vindo da porta do

banheiro. Olho de rabo de olho e vejo as duas agachadas no chão atrás da porta. Com os olhos semi fechados, fico vendo as duas de olhos arregalados, apreciando minha jeba dura. Tive que me conter para não gozar e assim não chocar as meninas. Achei que aquilo era apenas curiosidade infantil, uma traquinagem, que gostei muito. O domingo foi bem agradável, eu e minha namorada bebemos bastante cerveja e as meninas brincaram muito na praia. Por ter bebido além da conta, minha namorada ligou no início da noite para a mãe da Vivi e pediu para a menina dormir aqui no apê e que na manhã seguinte eu, que sou profissional autônomo, sem problema de horário, iria levar a menina. A mãe da Vivi pediu se caso não fosse incomodo, levá-la para a casa da avó ou eu ficar com ela até o final da tarde porque era separada e tinha que trabalhar na segunda. A Carlinha adorou a idéia de ficar mais tempo com a amiguinha, já que elas estavam de férias e implorou para eu ficar com elas até à tarde da segunda-feira. Minha namorada com a voz enrolada disse: “tucho bem”. A mãe da Vivi também concordou. E eu fiquei nas nuvens. Na manhã seguinte, acordo e minha namorada já havia saído para o escritório, vou até o quarto das meninas e vejo as duas dormindo uma de frente para a outra, quase se beijando, com as pernas entrelaçadas e as calcinhas aparecendo. Amigos, que cena incrível, deu vontade de me jogar no meio delas. Vou tomar banho e aproveitar bater umazinha em homenagem as duas ninfetinhas lindas. No meio do banho escuto uma gritaria danada, me enrolo rapidamente numa toalha e vou ver o que acontecia. No quarto da Carlinha, elas estavam fazendo uma guerra de travesseiros, ambas com babydools bem curtinhos e quando me viram jogaram os travesseiros em mim também. Para não ...


Please enable / Bitte aktiviere JavaScript!
Veuillez activer / Por favor activa el Javascript![ ? ]