Flagrei meu filho dando o cu II

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Meia hora depois, meu filho entrou na sala, meio desconcertado, perguntou: “Pai, você aqui essa hora? O que houve?” Eu respondi: “Diga para o seu amiguinho ir embora, quero conversar contigo”. Ele ficou pálido e meio que gaguejando, perguntou: “Que foi, pai, você está aqui há muito tempo?” Eu, naquela pose de paizão, respondi: “Tempo suficiente. Fique tranquilo. Não precisa ficar assusstado. Não achei que vc fez nada de errado. Quero apenas conversar sobre o ocorrido, nada mais.” O clima ficou meio tenso, fiquei com pena, ele fez uma cara tão assustada que o meu menino travesso de uns 15 anos atrás estava ali, na minha frente, como se tivesse feito uma estripulia. Só que agora tinha 17 anos, estava um homem imenso, parecia um armário de tantos músculos, malhadão, com toda pinta de macho, cheio de gatinhas a sua volta, media cerca de 1:80m.

Mas ainda era o meu menino. O que eu sentia era uma verdadeira confusão de sentimentos. Raiva, pena, tesão, ciúme, eu estava completamente atordoado. Então resolvi lhe dar uma chance e disse que se quisesse a gente poderia conversar quando ele estivesse preparado. E assim ficou. Ele voltou pro quarto. Cinco minutos depois ele veio acompanhando o amigo até a porta. CAIO estava completamente constrangido. GUSTAVO voltou pro quarto e não o vi mais naquele dia. A coisa ficou meio esquisita durante um tempão. A gente quase não se encontrava em casa. Depois de um mês eu comecei a ficar preocupado com ele. Precisava lhe dizer que não estava aborrecido nem decepcionado com ele, estava apenas preocupado. Passados dois meses, aconteceu que minha mulher estava de plantão e eu cheguei no horário de sempre em casa e lá estava ele na sala de tv ...


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