Flaguei minha mãe e seu amante na cama de meu pai.

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Flaguei minha mãe e seu amante na cama de meu pai.

( Autor:ronnyrs )
Flaguei minha mãe e seu amante na cama de meu pai.
Escrito por mim hoje, dia 08 de março de 2011.
Bom antes de começar este relato ,quero advertir que não procurem encontrar neste texto um conto erótico que vá exitá-los ao ponto de baterem muitas punhetas e sirirícas , até gozarem ; mas sim uma triste história : a triste realidade da minha vida .
Desculpem se me alonguei demais no texto ,mas precisava escrever da maneira mais fiel possível a este relato, ou melhor a maneira mais fiel aos meus sentimentos. Me desculpem também algum eventual erro de português ,pois não sou escritor.
Meu nome é Ronaldo (verdadeiro) tenho 21 anos ,sou um rapaz normal,( Não vou também descrever o tamanho do meu pau ,como é rotineiro ,pois nunca peguei uma fita métrica ou uma trena para medir ele ,e também não vem ao caso, já que ele não é o autor principal deste meu relato( relato sim e não conto já que tudo o que descrevo neste texto é verdadeiro,queria que não fosse,mas infelizmente é) trabalho como bancário ( serviço conquistado a base de muitas horas de estudo ) e curso faculdade de Direito a noite.
Sempre fui um rapaz muito responsável e independente ,que achava que tinha uma família maravilhosa ,típica família feliz. ( Todos nós achamos ,até que um dia)
Vou descreve-los.
Minha mãe ( se é que dá para chamá-la assim ) é uma mulher de 44 anos ,loira natural,cabelos longos ,olhos verdes ,muito bem cuidada a base de cremes e academia. O que também não vem ao caso ,já que seu caráter é zero. Seu nome é Vânia ( verdadeiro). Trabalha como gerente de departamento de uma grande loja aqui em Porto Alegre.
Meu Pai tem 46 anos trabalha como advogado em um consultório próprio onde tem um sócio chamado Paulo Henrique ( verdadeiro) , tenho uma irmãzinha de 10 anos ,que amo demais . Meu pai Carlos e minha irmã Carla ( fictícios ,pois quis preservá-los ,no decorrer da história entenderão do porque).
Minha história ou melhor o meu drama começa aqui: exatamente novembro de 2010 ou seja a exatos 4 meses , longos 4 meses atráz.
Sou de uma família de um bom padrão de vida. tipo classe média, não somos ricos , mas temos um bom padrão de vida ( o que hoje penso que não significa absolutamente nada) moro ,melhor dizendo morava em uma casa de dois pisos ,com algum conforto conquistado a muitos anos de trabalho por meu pai,uma pessoa fantástica , ,bom marido e modelo de um grande pai .Sempre fez todas as vontades de minha mãe e até de nós dois seus filhos.
O relacionamento de meus pais sempre foram para mim e minha irmãzinha. um motivo de grande orgulho, pois nunca vi casal mais feliz ,mais amigos e que convivessem tão bem como marido e mulher,ao ponto de meu pai sempre levar minha mãe para jantar fora, e nas datas comemorativas tipo dia das mães . era café na cama para ela ,fora os presentes e flores.
Quanto a sexo , não posso falar muito pois nunca me envolvi na intimidade deles ,mas sabem como é né? Morando na mesma casa , acabamos sempre escutando algo ou ouvindo alguma coisa(gemidos e tudo mais ,muito discretos ,mas sempre ouvia algo .),enfim dava para perceber que se davam muito bem na cama.
Geralmente nos finais de semana nossa casa sempre foi cheia de pessoas ,churrasquinho de Domingo,banho de piscina e aquelas cervejinhas,músicas ,coisas de família . Paulo, sócio de meu pai ,em um escritório de advocacia sempre se fazia presente , pois além de trabalharem juntos eram grandes amigos de longa data, três anos mais novo que meu pai, tem 43 anos.
Corria sempre tudo bem , até que em um destes churrascos fui até a cozinha pegar algumas cervejas para o pessoal e encontro minha mãe na cozinha com Paulo , um pouco próximos próximos demais para meu gosto ,não estavam abraçados ou coisa alguma, talvez até estivessem antes de eu entrar ,não sei ,mas ao ouvirem passos em direção a cozinha tenham disfarçado , só não deu tempo de se afastarem muito mas sei lá ,na hora achei um pouco estranho certa intimidade entre os dois ,mas,como jamais pensei qualquer coisa de mal a respeito de minha mãe não me liguei muito no fato . Peguei as cervejas e voltei para a área da piscina aonde todos estavam, logo chegou Paulo e minutos depois minha mãe.
O final de Domingo transcorreu tudo normalmente .
Duas semanas se passaram , minha mãe estava de férias do emprego. Sai do banho me arrumando para ir ao trabalho,como faço rotineiramente . e Sempre saio de casa depois de meus pais (horário bancário), Carla minha irmanzinha, estuda pela manhã,geralmente meu pai leva ela até a escola ,antes de seguir para o escritório. A tarde ela fica com uma moça que meus pais pagam para cuidar dela e da casa até a nossa chegada. Como minha mãe estava deitada ,antes de sair vou até seu quarto perguntar alguma coisa que nem me lembro agora o que era e ela estava ao telefone celular Falando ,escutei ao entrar: tá bom minha paixão,meu tesão ,combinado ,quando me viu entrando ,falou rapidamente depois te ligo e desligou o celular. Oi Ronny (assim que sou chamado em casa) já saiu do banho? Deixa então eu ir tomar meu banho então .Desconfiei de sua atitude ,porque ela ficou meia sem jeito por estar falando com meu pai no celular? ( Santa ingenuidade minha né? ) e assim que ela entrou no banho , não sei porque ,mas não me contive ,curiosidade talvez , fui até a mesinha de cabeceira de sua cama,peguei seu celular e comecei a olhar as chamadas recebidas ,a última chamada não era de meu pai e sim do Paulo. Bem como várias chamadas ,em horários que nem eu ou meu pai estávamos perto. Pensei: a troco de que? Ai a ficha começou a cair ,mas sempre com a esperança de que fosse só imaginação da minha cabeça ,mas só Deus sabe a sensação que me deu naquele exato momento, tremia muito , me deu um aperto enorme no peito, respirei fundo, deixei o celular no lugar e sai para o trabalho. Confesso que não conseguia concentração alguma , pois os pensamentos martelavam minha cabeça. Ai sim me veio a mente aquela situação na cozinha no final de semana flagrada por mim somado a este telefonema. Não pode ser , não minha mãe. ( Achamos que desgraça só acontecem na família dos outros ,jamais acontecerá na nossa , até que um dia ) . Faltando mais ou menos uma hora para o término do meu expediente, pedi ao gerente,meu chefe , para ir para casa ,pois não me sentia muito bem . Sempre chego em casa em torno de 17: 30 , embora tenha carro ,vou de ônibus para o serviço ,pois a agência em que trabalho ,fica no centro perto de casa, em torno de 20 minutos no máximo ,chegando em casa , tomo um banho,lancho alguma coisa e ai sim pego meu carro para ir para a faculdade , que fica um pouco distante. Ao chegar a pé avisto de longe o carro do Paulo estacionado em frente a nossa casa, logo pensei: Não eles não teriam coragem , não na nossa casa , ainda mais com minha irmãzinha lá . Abri o portão lateral, como tenho uma cópia das chaves de casa , entro pela porta da frente .
Sei o que vocês devem estar imaginando o que vi , mas ainda não foi aquele dia que flagrei os dois em alguma situação mais picante e comprometedora. Talvez se tivesse a sorte de ter chegado alguns minutos antes .
Encontrei sim minha mãe sentada vestida com um robe de pelúcia branco e com os cabelos molhados , evidente , acabara de sair do banho e ao seu lado no outro sofá o Paulo , sem o casaco do paletó, vestido normal e com a gravata apenas em volta do pescoço. Detalhe: Com os cabelos também molhados.
Minha mãe ,ao me ver entrando ficou um pouco surpresa , oi Ronny já em casa a esta hora? chegou mais cedo hoje?aconteceu alguma coisa ? Olha aqui o Paulo estava visitando um cliente aqui perto e deu uma passadinha para ver como estávamos.
Ele levantou me estendendo a mão e falando com um sorriso e ai cara, como vai ? no qual lógico, deixei ele de mão estendida e apenas acenei com a cabeça, e logo perguntando a minha mãe, num tom bem seco: cadê a Carla? No que ela me respondeu meio grilada com minha atitude ,ou surpresa , sei lá : Pedi para a Cleuza( a menina que cuida da casa e da minha irmã) levá-la ao shopping e que me ligasse assim que viessem embora que as pegaria lá (bastante conveniente né?).
Subi para meu quarto , tirei a roupa e fui para o banho , já que mais tarde iria a faculdade.
Quando estava me vestindo , minha mãe bate a porta e entra perguntando se eu estava bem . pois nem cumprimentei o Paulo direito ,no que só respondi nada , só estou um pouco indisposto e um pouco mal humorado. Apenas isto . Sou uma pessoa dócil e tranqüila ,mas quando fico mal humorado , me isolo e gosto de ficar quieto , e minha mãe sabe disto .
Ela: é por isto que chegou mais cedo em casa? Quando for assim me liga, pois não custa nada eu pegar o carro e ir te buscar, já que estou em férias.
Pensei novamente, e mais conviniente para a senhora né? Assim se escapa de algum flagra. Amigos, aquele dia sai para a faculdade , mas nem cheguei a entrar ,fui para um barzinho , bebi duas dose de wisky duplo assim no seco, remoendo tudo o que me tinha acontecido naquele dia. ( Não era wisky caro e sim daqueles bem vagabundo mesmo, pois no outro dia sentiria na cabeça a prova disto.
Voltei para casa no mesmo horário tipo 23:40 e meus pais já haviam se recolhido para o quarto, bem como minha

maninha que sempre teima em me esperar acordada ,,coisa que nunca acontece já que o sono sempre vence ela.
Fui para meu quarto deitar e fiquei em silencio pensando ,ouvindo alguns gemidos contidos no quarto de meus pais ,coisa natural para mim, já que era freqüente.
Que noite terrível , mal dormida , fora a ressaca, acreditava que era o pior dia e a pior noite da minha vida. Pretensão minha , pois Deus me reservaria dia ou melhor dias muito piores do que este.
Continua :
Bom continuando os dias foram passando, assim como a alegria que sentia antes também. Procurei fazer de tudo para disfarçar e não dar bandeira de que alguma coisa de errada estava se passando , brincava com minha irmãzinha e conversava com meu pai, de uma forma até mais carinhosa com os dois, já com minha mãe era diferente , conversava normal ,mas com um misto de dúvidas e incertezas, não sei descrever, mas algo havia se rompido dentro de mim com relação a ela.
Depois daquele dia que entrei no seu quarto pegando ela ao celular , ela começou a trancar a porta por dentro, de manhã cedo, coisa que nunca havia feito, sabia que ela estava ao celular,mas não conseguia escutar coisa alguma nitidamente , já que ela quase falava baixo . e também não tinha muito tempo de pegar algo,bjá que meus dias eram e são muito corridos.
Não foram poucas vezes que rezei muito a Deus chorando em silêncio , pedindo a ele que me fizesse ver ,que me desse um sinal de que eu estava enganado( no fundo eu queria me enganar) ,de que isto não estava acontecendo com minha família.
Pois Deus atendeu as minhas orações ,não da Forma como eu esperava ,mas de uma maneira bem mais cruel.
Dizem que Deus não permite que seus filhos fiquem cegos da verdade,não é mesmo? Não acreditava muito nisto ,mas ele me colocou a verdade diante de meus olhos através da Carla,minha irmãzinha,minha princesinha inocente.
Chegando como sempre do trabalho, minha mãe estava no quarto e minha irmãzinha estava na sala vendo TV e começamos a conversar e perguntando sobre a escola dela e seu dia a dia , Carla me falou toda sorridente : Amanhã eu vou passar a tarde inteira no shopping e assistir um filme ( Não me lembro qual,mas era um filme para crianças,como ela) E perguntei é mesmo maninha a mãe vai te levar? No que Carla respondeu não ela pediu para a Cleuza me levar e podemos passar a tarde toda lá que depois a Cleuza liga para ela nos buscar.
Somado isto com o fato a noite depois de eu ter chegado da faculdade e estando na cozinha, ouvia a conversa de meus pais que se encontravam na sala. Meu pai perguntou a minha mãe , o que vai fazer amanhã amor? No que ela respondeu nada vou ficar em casa e a tarde talvez leve a Carlinha para dar uma volta até o shopping. Mal sabia ela que Carlinha já havia me dito com quem iria.
Fui para meu quarto e comecei a pensar e pensar e resolvi faltar ao trabalho aquele dia, teria que inventar uma desculpa para meu chefe no outro dia.
Para todos os efeitos acordei normalmente no outro dia ,tomei meu café com minha mãe e falei: Mãe estou indo para o trabalho ,mas hoje vou de carro ,pois não venho em casa ,vou direto para a faculdade ,pois quero chegar mais cedo para estudar para meu tcc.
Tudo bem Filho e sai.
Pensei comigo mesmo ,bom se vai acontecer o que estou desconfiado que aconteça ,certamente será a tarde já que a Cleuza deve estar arrumando a casa e somente a tarde levará a Carlinha ao shopping. Como vou matar todo este tempo até lá? Bom vou ao centro dar algumas voltas e perto das duas horas da tarde estaciono meu carro afastado de casa em algum lugar estratégico. É isto que fiz ,minto tentei fazer mas não consegui ficar nem uma hora no centro, Passei em uma loja de conveniências desta de postos de gasolina,comprei alguns salgados , três latas de cerveja e uma garrafa de vinho,junto com um maço de cigarros ,já que sou fumante.além de um jornal.
Como a rua da minha casa é rua de mão única ,e bastante arborizada ,procurei estacionar meu carro ( Que não é nenhum carro chamativo,mas sim comum , um Gol branco 2008 ,presente de meu pai ,quando passei no vestibular ) o mais longe possível ,mas que me desse uma boa visão de algum carro estacionar na frente de minha casa.
Bom isto eram mais ou menos 10 : 00 da manhã. Imaginem meu sofrimento ter de ficar nem sei quanto tempo a espreita dentro daquele carro, mas hoje se acontecesse o que eu estava imaginando eu flagaria . bebi a primeira lata de cerveja, a segunda lata que já estava meio quente e a terceira nem preciso falar se tivesse uma cuia de chimarrão com certeza não precisaria de água fervendo. Meu maço de cigarros durou duas horas e meia. Tal era minha angústia ,minha ansiedade,e meu nervosismo. Os salgados nem consegui comer ,tive que sair para buscar outro maço de cigarros, sai de ré ,pois não podia passar em frente a minha casa, ( Pensei: que merda de detetive eu sou,se dependesse desta profissão para sobreviver certamente morreria de fome)voltei e só me restava a garrafa de vinho. Droga como vou abrir isto se nem abridor tenho? Um estilete que carregava no meu material ajudou a resolver o problema do lacre em volta , a rolha empurrei para dentro da garrafa com o dedo e um pouco de força, minto, muita força , lógico a ponta da caneta do meu material de estudos também ajudou ( kit de detetive amador ) . Li e reli aquele bendito jornal. acredito ter decorado cada texto,cada palavra daquele companheiro de tédio , bunda de homem já é quadrada por natureza, imaginem a minha como estava naquele momento por horas sentada naquele banco. Tá chega, parem de ficar pensando na minha bunda e continuemos com meu relato . Com o efeito do vinho acabei cochilando alguns minutos .
12: 15 minha irmãzinha chega do colégio junto com Cleuza.
Aproximadamente 13: 50 vejo ela e Cleuza saírem num táxi ,chamado por minha mãe.
Mais ou menos meia hora depois ,minha espera ,minha agonia estava chegando ao fim, digo a agonia da espera ,pois minha verdadeira agonia perdura até hoje. Pelo meu retrovisor ao qual olhava de minuto em minuto avisto aquela ecosport vermelha ,tão esperada por mim, chegando por traz a alguns metros do meu carro, ao qual instintivamente me abaixei , até que estacionasse na frente de minha casa.
Vi o pilantra descendo do carro , abrindo o portãozinho do lado e sendo recebido na porta da frente pela então minha querida e honesta mãe.
Não preciso descrever o que senti neste momento né? Embora por mim já era esperado.
A vontade que deu foi sair do carro correndo e entrar portão e porta adentro armando o maior escândalo,mas minha razão falou mais alto ,espera dá alguns minutos e dei : mais meia hora de total angustia,acredito que esta meia hora demorou a passar mais do que as mais de quatro horas que fiquei na espera.
Por fim desci do carro , caminhei aquela meia quadra ( que mais pareciam kilômetros)que me separavam do portão de minha casa empurrei com cuidado o portãozinho, que o idiota só deixou encostado,nem se deu ao trabalho de fechar. Não poderia entrar pela porta da frente como entro sempre ,pois eles poderiam estarem na sala , entrei pelo lado que dá acesso a garagem e a área da piscina , tem uma porta ao fundo da casa que vai dar na área de serviço, logo passando vem a cozinha, nossa sala tem dois ambientes ,o primeiro perto da cozinha é a copa e separado por um arco vem o outro ambiente ,a sala aonde fica os sofás ,TV etc.
Coloquei a chave com cuidado na porta , já que como disse carrego minha cópia das chaves de todas as portas ,portões e garagem. Não precisei girar a chave já que a porta estava destrancada , normalmente ela fica destrancada apenas encostada ou até mesmo aberta de dia , já que dá acesso para a piscina , mas no estado que estava nem me lembrei deste pequeno detalhe. Entrei procurando fazer o mínimo de barulho possível, tirei meus sapatos e só de meias fui caminhando feito um gato pronto a morder o rabo do cachorro , usando meus ouvidos, que até aquele instante só escutavam o barulho de meu coração palpitando e minhas pernas tremerem. De vagar cheguei até o primeiro ambiente pelo canto das paredes , parei mas não ouvi som algum, espiei para a sala e nada vazia.
Voltei ao segundo ambiente aonde fica a escada que dá acesso aos quartos , e o banheiro principal ,subindo vagarosamente aqueles degraus ,e a medida que mais próximo chegava do ultimo lance da escada ,ai sim comecei a escutar vozes ou melhor sussuros e gemidos que vinham misturados a uma baixa música de rádio, vindo do quarto de meus pais. ( antena 1 ,era a rádio sintonizada ,uma rádio de músicas românticas) lembro me bem ,pois hoje eu odeio esta rádio não suporto nem ouvir falar dela.
Cheguei meio com medo perto da porta que estava somente a metade encostada , a claridade vindo pelas cortinas que são leves , da janela do quarto ,que na realidade não é uma janela ,mas sim uma porta com vitro que dá para uma sacada .
Prendi a respiração e fui espiando para o interior do quarto ,escutando aquela maldita música misturada aos sussuros e gemidos de minha mãe e de seu amante.
Nunca vou esquecer o quadro que vi. Minha mãe de quatro ,nua com aquele desgraçado por traz dela, entre gemidos e frases ,isto meu amor assim, e ele como tá bom aqui gostosa na cama do corninho. (, e nem me perguntem se ele estava colocando no cú ou na boceta dela porque na hora nem me importava aonde e sim o próprio ato em si que era o mais importante, fiquei completamente cego de raiva, me perdoem se não ...


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