Foi criada na rola do padrasto

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Luiza hoje tem 39 anos é casada, mora no interior de São Paulo, próximo a cidade de Jundiaí e tem vontade de transar com homens entre sessenta e setenta anos, isso porque quando criança foi bolinada pelo padrasto e ele a comeu no dia em que ela completou 12 anos e foi assim até aos 18 quando saiu de casa para estudar e trabalhar.

Ela só se deu conta e percebeu que seu padrasto, que a criava desde os três anos e que ela chamava de paizinho, a olhava de modo diferente, quando completou onze anos. Ele era muito carinhoso e sempre que estava em casa, a ajudava a tomar banho e sua mãe nunca ligou ou desconfiou de alguma coisa, pelo contrário, até o incentivava enquanto ela fazia outras tarefas domésticas. Era só ele chegar do trabalho e ir tomar banho para ela ir correndo para ele lhe dar banho também.

No banho ele demorava ensaboando a sua xaninha, e ela com o tempo, na medida em que crescia, sentia que o volume do seu short aumentava. Não entendia bem, mas adorava a sensação que causava as mãos do seu padrasto entre suas pernas. Hoje ela sabe que gozou muitas vezes com os dedos dele massageando seu grelinho, mas na época, achava a sensação gostosa e procurava por mais contato.

Nesse tempo ainda nem tinha os peitinhos formados e a xaninha era bem pequena e bem lisinha já que ainda não tinha começado a nascer os pelos. Quando ele chegava do trabalho sempre ficava se aproveitando dela no banho enquanto a sua mãe se dividia entre a cozinha e a novela que passava na Tv, sem se importar com o que estava acontecendo. Ela adorava tudo o que ele fazia e como era inocente de tudo, até o procurava para ele mexer com o seu dedão na sua xaninha.

Depois do banho ele a sentava no seu colo e ficava esfregando a piroca

na xaninha dela, e quando a sua mãe não estava por perto, mamava muito nos seus peitinhos e dizia que era para eles crescerem mais rápido e ela adorava.

Quando completou dez anos, a mãe começou a trabalhar fora e ela passou a ficar na casa de uma vizinha até o pai chegar e levá-la para casa. Enquanto a mãe não chegava eles se divertiam e ele dizia:

-Vem filhinha, o papai vai te dar leite quentinho na mamadeira do jeito que a filhinha gosta.

Então ela se agachava no chão e ele empurrava a rola na sua boquinha e começava a bater punheta e puxar os biquinhos dos seus peitinhos que já começavam a surgir como duas cerejinhas, e colocava só a cabecinha para ela chupar até que ele não aguentava mais e enchia a sua boquinha de porra e dizia:

- Abre bem a boquinha filhinha que o leitinho do papai já vai sair, engole a porra do papai vadiazinhaaaa....ahhhh...engole tudo....ahhhhh....To gozaaaandoooo.

Nesse tempo ela já era bem safadinha e vivia se esfregando com os meninos mais velhos da escola, e ficava sempre cheia de tesão imaginando quando chegaria a hora dele lhe fuder como uma putinha, queria muito sentir aquela rola veiuda na rachinha.

No dia em que ela completou doze anos, seu padrasto entrou de férias e assim ela não mais precisava ficar na casa da vizinha e só foi ela chegar do colégio e ainda de uniforme o encontrou na sala a esperando e disse:

Vem filhinha, tira a calcinha e senta aqui no meu colo, papai vai te dar um presente de aniversário.

Ela correu e se sentou de costa para ele, com as perninhas bem abertas, com a xaninha bem em cima do volume da sua rola que ainda estava bamba, ele que estava com o mesmo calção de seda que gosta de usar em casa, quando ela sentou sentiu a pica dele começando a crescer no meio da rachinha ...


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