Fui Brincar de Detetive e Descobri que sou Corno

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Fui Brincar de Detetive e Descobri que sou Corno (Autor: Erick )
Não sou do tipo ciumento. Mas o fato de minha esposa ser tão exibida me deixa sempre com uma pulga atrás da orelha. Com sua bundinha branquinha arrebitada e seios firmes, sempre vistosos nos decotes que ela adora usar, é difícil não chamar atenção. Desconfiei vários vezes ao longos dos anos de que ela pudesse estar me traindo. Mas nunca questionei, até mesmo porque também nunca fui um marido fiel.
Um dia, entretanto, a curiosidade acabou falando mais alto e acabei passando a investigar um possível caso de traição. Aconteceu quando ela deixou seu celular destravado na cama e foi ao banheiro. Relutei um pouco mas acabei pegando-o e, como tinha pouco tempo, pois ela voltaria a qualquer momento, fui direto vasculhar o whatsapp. Já de cara vi uma conversa com um homem que nunca vi e de quem nunca ouvi falar: “Robson”.
Ela nunca mencionou esse nome e achei estranho ela ter um histórico tão longo de conversas com ele. O que me intrigou foi que o conteúdo das conversas não era, a princípio, comprometedor. Falavam de tudo, como amigos. Mas, após um olhar mais atento, comecei a perceber que, entre conversas amenas, havia algumas frases codificadas, como: “11MC”, “11SC” e “11M”. Eram códigos, com certeza. Sempre respondidos com um “joinha”.
Como ela estava saindo do banheiro, tive que guardar

o celular, pra que não desconfiasse de nada. Fiquei com aqueles códigos na cabeça por dias. O que significavam? Quem era esse tal de Robson? Aquilo me deixava encabulado e já estava ficando louco de curiosidade. Depois de muito quebrar a cabeça, descobri que tinha algo a ver com “11h”. Desconfiei porque o número “11” sempre vinha na frente, sugerindo ser um horário de encontro. E 11h era justamente o horário que minha esposa ia pra casa, durante seu horário de almoço da firma.
O jeito, então, foi dar uma de detetive e tentar descobrir se minhas suspeitas estavam certas. Para isso, passei a deixar meu notebook com a webcam ligada, em cima de um móvel de frente pra nossa cama. Imaginei que se ela estivesse me traindo, seria esse o jeito de desmascará-la. A webcam ficava gravando durante o dia todo. Á noite eu chegava, conferia o que tinha acontecido e depois apagava.
Fiz isso vários dias, até que, finalmente, peguei-a nas imagens.
Não deu pra ver muita coisa porque não ligaram a luz. Só deu pra ver que era um homem bem mais velho, pelos cabelos brancos. E parece que tinha um pau bem grande, porque nunca a via gritar tanto! Ele falava mil baixarias, como “toma, sua puta” e “seu marido não te come direito, eu como!” Ele transava como um animal, num vai e vem desenfreado, bombando forte ...


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