Fui gay na adolescência – parte 1

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Sou Benedito e, quando criança, os amigos me chamavam de Ditinho. Meu relato se reporta há anos, muitos anos. Quase adolescente, procurei me enturmar com colegas de rua e escola. A cidade em que eu morava era pequena, cerca de 4 mil habitantes. Nada se tinha a fazer, a não ser ir a cinema, clube e nadar pelado em rio. A piscina da cidade ainda estava sendo construída e o jeito era continuar fazendo programa de índio, ou seja, brincando com meus novos amigos no meio do mato. Eu era o mais novo do grupo. Zezão era o líder, com seus quase 15 anos mandava em todos. Guto era grande, mas meio bobão. Tevinho era pequeno, mas muito briquento. Carvão era um negrinho muito esperto, que logo se enturmou com o grupo e sempre estava descobrindo novos lugares para nadarmos. Era “expert” em colocar troncos e galhos nos rios para aumentar o volume de água e fazer uma quase piscina. Como todos sabem, no interior, em cidade pequena, mulher para trepar é coisa rara. Com pouca idade, ninguém ousava procurar a zona de meretrício. O delegado da cidade ficava sempre atendo, fazendo busca constante na zona, pegando alguns menores que tentavam tirar uma casquinha das putas. Levavam os peraltas à delegacia e chamava os pais, que eram severamente repreendidos. Sem mulher e passando da idade de comer cabrita ou galinha, a molecada ficava com tesão a mil. E foi assim que sobrou pra mim, o fracote da turma, recém ingressado no grupo. Inocentemente, jamais pensei que alguns “amigos” estavam cobiçando minha bunda. É verdade que, para meu tamanho e corpo franzino, minha bunda se destacava, pois era volumosa. Eles sempre pediam para eu seguir na frente, a caminho do rio, mas nunca imaginei o porquê. No começo, Zezão apenas brincava de passar a mão na minha bunda e eu, sorrindo, desviava, pensando que era comum, naquele grupo, um passar a mão no outro. Depois, fiquei desconfiado, pois só minha bunda era disputada, na passada da mão. Achei que estava ficando mais popular… gostei. Afinal, o pessoal estava me aceitando no grupo. Uma linda tarde de domingo, todos nós fomos curtir um lago que o Carvão achou num sítio próximo da cidade. Como sempre, segui na frente e, logo atrás, Zezão me seguia. Achei que o grupo estava meio estranho. Zezão passou a mão na minha bunda com mais energia, querendo cutucar meu cuzinho com o dedo. Desviei sorrindo, como sempre, mas achei que algo eles estavam aprontando. Como eu já estava acostumado com aquela passada de mão, deixei Zezão mais à vontade. Ele aproveitou e enfiou a mão no meu short e catou minha bunda, agora sem qualquer

pano. Estávamos só nos dois atrás de todos. Eu e Zezão. Zezão com a mão na minha bunda, querendo alcançar meu buraquinho e eu fingindo que não estava gostando. Mas estava gostando sim. Zezão percebeu que a minha resistência era muito pequena e, encorajado, falou: – Ei Ditinho, sabe que você tem uma bunda bonita. Mostra pra mim, não tem ninguém vendo. Abaixa o short, vem cá. Falando isso, Zezão foi me arrastando para trás de uma grande árvore, enquanto todos se aproximavam do tal lago, já tirando as roupas. Olhei para o lados, não vi ninguém e, cheio de tesão e querendo agradar o líder do grupo, abaixei o short e virei a bunda para Zezao ver. – Puxa Ditinho, que bunda linda, cor de rosa, parece bunda de mulher… Zezão foi falando e chegando perto de mim.. Olhei para trás e fiquei assustado com o que vi. Zezão já havia tirado o short e estava com o pintão duro atrás de mim. E que pinto. Nunca vira algo parecido, nem nas revistas pornográficas que a molecada me mostrava. Minha primeira reação foi fugir dali o mais depressa possível, mas meu short (calção) estava arriado até o calcanhar. Ao abaixar para puxar o calção, Zezão aproveitou de minha posição frágil e encostou o pau na minha bunda, segurando-me com suas mãos fortes. Senti que estava totalmente dominado. No meu ouvido, carinhosamente, Zezão cochichou: – Fica quietinho aí, senão a turma vem currar você, sem piedade… e eu não vou te proteger; cale a boca e fique bonzinho, afinal eu sei que você gosta quando passo a mão em sua bundinha…assuma agora sua viadisse… relaxe e aproveite. Diante daquela ameaça e argumentos verdadeiros, relaxei. Ora, com o meu pau duro, quase explodindo de tesão, eu não consegui desmentir o que Zezão dizia. Era tudo verdade mesmo. Eu queria porque queria mesmo transar com um macho. E a hora era aquela. Tirei o calção e o joguei no chão, ficando pelado. Zezão fez o mesmo e pediu para eu deitar na grama com a bundinha pra cima, para facilitar a penetração. Obedeci e me deitei em cima dos calções, aguardando a iniciativa daquele macho. Com carinho, Zezão separou as duas partes da minha bunda e enfiou a língua no meu buraquinho. Olhei para trás e não acreditei. Ora bolas, em vez do tonto enfiar o pauzão estava enfiando a língua? Que maluco! Mas estava muito e muito gostoso. Até gemia de prazer cada vez que a língua dele entrava no meu cuzinho depois de passear em volta do meu rego. Meu pau latejava de tesão. Achei que ia ficar naquilo. Torci para que ele se esquecesse de enfiar o pinto no meu ...


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